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RESENHA: Detona Ralph

Se ser herói é um trabalho que exige esforço e dedicação constante, superando barreiras a cada dia, torna-se ainda mais tortuoso o caminho que leva um vilão a continuar desafiando o herói a medida que o tempo e o espaço se modificam a sua volta e a derrota se torna uma constante. Em Detona Ralph, o espectador é levado a conhecer o quão heroi um vilão pode se tornar quando ser mal é algo bom.

Detona-Ralph-logo
DISNEY EM CG

Desde o nascimento da produtora, a Pixar se solidificou como a maior representante das produções em computação gráfica de Hollywood e um dos maiores fatores por todo esse sucesso não é outra senão a Disney. Assim, quando os estúdios do Mickey resolvem por si mesmo fazer uma animação em CG, sempre fica uma aresta que faz levar a crer que a produção é da Pixar e não da Disney.

Seja Dinossauros, Bolt ou Enrolados, por mais que as características do estúdio sejam latentes, o jeito Pixar de fazer animação já está tão atrelado à Disney, que cada vez mais ambos os estúdios parecem se fundir em um mesmo resultado.

Mas não há animação que mais reflita isso que a exibida no início de 2013 nos cinemas de todo o mundo. Detona Ralph não só é um filme com a “cara” da Pixar, como também é a soma de todos os resultados positivos que o estúdio conseguiu em todos os seus filmes, só que usado pela Disney.

Usando a mescla do sensível com o horror de Monstros SA, o ritmo de Procurando Nemo, as premissas de Toy Story e o oportunismo mercadológico de Carros, a Disney produziu um longa próprio de se tirar o chapéu de cowboy, fazendo de Detona Ralph um filme que não deixa escapar nenhum público-alvo do cinema.

SÓ QUERO SER UM HERÓI

“Eu sou mau e isso é bom. Nunca serei bom e isso não é mau. Não há ninguém que eu queria ser além de mim.”

É com esse juramento em uma sala repleta de vilões que milhares de fãs de video-games voltaram seus olhos para o filme da Disney. Com um apelo que pega carona com o sucesso de vários personagens da Nintendo, Sega, Capcom, Konami, entre outras produtoras de jogos eletrônicos presentes na história, Ralph já começou detonando.

O jogo Concerta Tudo Félix Jr. é todo feito com gráficos dos anos 80!

O jogo Concerta Tudo Félix Jr. é todo feito com gráficos dos anos 80!

Com cara de mau, mas ainda assim muito carismático, Ralph é o vilão do jogo Concerta Tudo Félix Jr, jogo dos anos 80 que faz uma perfeita analogia ao primeiro jogo de Mario, o célebre mascote da Nintendo. Frustrado por mais de 30 anos acabar sempre na pior no fim do jogo, Ralph decide conseguir uma medalha fora do seu jogo após ser desafiado por um dos personagens secundários que Félix Jr. salvou.

A partir daí o universo começa a ser construído  toda a loja de games onde os consoles e arcades dos games ficam, são conectados através dos fios de eletricidade, dando aos personagens do jogo a liberdade de transitarem por entre os jogos quando não tem nenhum jogador por perto. Algo muito semelhante ao que faziam os brinquedos de Toy Story na casa de Andy.

Mas errado está quem pensa que a história do jogo basta apenas por mostrar diversos cenários em três dimensões dos games. Ao conhecer de um jeito nada convidativo a pequena Vanellope von Schweetz, um bug do jogo Sugar Rush, Ralph desenvolve um relação de amizade com ela, mesmo após ambos tentarem passar a perna no outro devidos aos seus interesses particulares.

Em um ritmo alucinante onde novas informações e novas situações são criadas a todo o momento, as crianças não conseguem tirar os olhos da tela, enquanto os mais velhos começar a relembrar personagens do passado e a teorizar e sistematizar todo o universo dos games inserido ao contexto do filme, que se completa a cada dedução, deixando o filme sem arestas a serem preenchidas, devido ao cuidadoso trabalho dos roteiristas ao construir o cenário do filme.

Bowser, Robotnic, M. Bison e até o não-vilão Zangief estão na reunião dos malvados anônimos.

Bowser, Robotnic, M. Bison e até o não-vilão Zangief estão na reunião dos malvados anônimos.

Se o contraponto físico entre Ralph e Vanellope é abordado em um lado do filme, é na doce relação emocional de Félix e da destrutiva Sargento Calhoun, comandante do jogo Hero’s Duty, que precisa impedir que um vírus se espalhe pelo sistema do Sugar Sugar Racing, que a Disney se deu a oportunidade de explorar vários nichos de piadas, que divertem as crianças e surpreendem os adultos e fãs de games.

UM MARTELO DE OURO DADO PELO PAI!

Assim como o martelo que concerta tudo que o master carismático Félix, a Disney construiu uma obra-prima das animações em CG com Detona Ralph, aproveitando todas as lições que a Pixar sofreu no decorrer dos anos e se aproveitando do interesse exponencial por personagens da nova e da antiga geração que os a disputa mercadológica entre o Nintendo Wii e o Playstation 3 geraram entre jogadores de todas as idades.

A temática é atual e muito bem aproveitada, transcendendo os limites de uma animação a primeira vista simplista, levando o espectador a refletir sob como se comportam as pessoas a sua volta quando seus desejos estão em jogo, fazendo do bem e o mau, simples nomenclaturas que variam de acordo com as máscaras que vestem na disputada sociedade contemporânea.

Os personagens cativantes ficarão para sempre no imaginário de crianças e adultos.

Os personagens cativantes ficarão para sempre no imaginário de crianças e adultos.

Com referências dadas nas horas certas, uma dublagem de primeira com as vozes do sobrinho de Silvio Santos, Thiago Abravanel, como Ralph e da VJ Marimoon como Vanellope, Detona Ralph pode ser considerado um divisor de águas para as animações em CG da Disney, conseguindo surpreender o público com uma história cativante, carismática e cheia de potencial para ter várias continuações!

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7º Jund Comics marcou a Virada Cultural Paulista em Jundiaí

Você está andando pela cidade, a pé ou de carro tanto faz, junto com seus amigos, vizinhos, família ou mesmo sozinho e de repente percebe uma aglomeração nas próximas esquinas. Nada mais comum, afinal está acontecendo a Virada Cultural Paulista 2012 na sua cidade e nada mais natural que muita gente saindo ou entrando de uma peça de teatro ou derivado. Mas para sua surpresa, você vê brilhar bem na sua frente um símbolo que sempre lhe fez sentido desde criança, uma figura que você sempre quis estr frente a frente ou até mesmo ser ele! Você está frente a frente com seu herói favorito na Parada Cosplay do 7º Jund Comics.

O efeito surpresa, a lembrança da infância, o brilho nos olhos das crianças e as brincadeiras dos atores foram só alguns dos elementos que compuseram a magia trazida pelos super-heróis à Jundiaí durante o 7º Jund Comics, evento que aconteceu em Jundiaí-SP nos dias 19 e 20 de maio durante a Virada Cultural Paulista 2012.

Com atrações voltadas diretamente para o público fã de histórias em quadrinhos e desenhos animados como workshops, maratonas de desenho e palestras com profissionais da área, o evento também causou furor entre o público casual com a mostra de action figures e os badalados Concursos e Paradas Cosplay.

Cosplay é abreviação de costume play ou ainda costume roleplay (ambos do inglês) que podem traduzir-se por “representação de personagem a caráter”, e tem sido utilizado no original, como neologismo, conquanto ainda não convalidado no léxico português, embora já conste doutras bases, para referir-se a atividade lúdica praticada principalmente (porém não exclusivamente) por jovens e que consiste em disfarçar-se ou fantasiar-se de algum personagem real ou ficcional, concreto ou abstrato, como, por exemplo, animes, mangás, comics, games ou ainda de grupos musicais — acompanhado da tentativa de interpretá-los na medida do possível. Os participantes (ou jogadores) dessa atividade chamam-se, por isso, cosplayers.

Com um duplo horário, sábado as 20h30 e domingo as 14h, a Parada Cosplay levou aos três pontos culturais de Jundiaí, o Parque da Uva, o teatro Polytheama e o Centro das Artes, os personagens mais famosos das histórias em quadrinhos, mangás e animes. Do lado ocidental, estavam presentes, entre outros, The Flash, Lanterna Verde, os mutantes de X-Men, o Harry Potter, Scooby Doo e o Capitão América e do oriental do mundo, os cosplayers trouxeram os personagens de olhos puxados mais famosos do mundo, onde se destacaram os personagens de Naruto, Bleach, Super Mario e Os Cavaleiros do Zodíaco.

Para finalizar o evento, um concurso com votação popular premiou os cosplayers que mais se aproximaram do personagem original e que mais cativaram o público. Com performances teatrais, de improviso e um jogo de perguntas e respostas, sagrou-se campeã do concurso a pequena Thayra Viviane, 5 anos, com o cosplay de Saori Kido, a deusa Atena da febre dos anos 90, Os Cavaleiros do Zodíaco.

Com cosplayers de todas as cidades da região de Jundiaí, e outros vindos das cidades de Campinas e São Paulo, o evento contou com cerca de 40 atores que fizeram a festa de todos que passaram pela Virada Cultural Paulista 2012 e que fizeram do Jund Comics um evento para ser repetido por vários e vários anos.

Abaixo fotos dos cosplayers tirada por Bábara Pergunta (do blog “o Bonde Andando“), Henrique Adonay, Jaqueline Barbosa e Davi Junior (eu).

REVIEW: The Legend of Zelda – Phantom Hourglass (NDS)

Em 2004, com o lançamento do novo portátil da Nintendo, o Nintendo DS, os gamers e fãs mais entusiastas da arte voltaram os olhos para o aparelho por uma inovação que pretendia mudar a maneira de interagir com os jogos: uma segunda tela tocável que o DS trazia logo abaixo da tela principal.

Porém, para a decepção de muitos, tal recurso ficou de fora dos principais títulos de lançamento do aparelho, sendo utilizada apenas para pequenos recursos auxiliares dos jogos. A tela tocável só foi mostrar seu verdadeiro potencial quase 3 anos após seu lançamento, pois em junho de 2007, chegava as prateleiras um dos títulos mais aguardados do portáil: The Legend of Zelda – Phantom Hourglass.

UM SUCESSO DE CRÍTICA AGORA EM DUAS TELAS

Sempre que um The Legend of Zelda é anunciado, a notícia é sempre muito bem recebida pelos seus fãs. A lenda do jovem Link que precisa salvar a princesa Zelda das mais diversas enrrascadas nasceram no NES em 1986 e chegaram ao seu apogeu em 1998, quando o game Ocarina Of Time foi lançado para o console Nintendo 64.

O enredo básico de todos os games da série giram em torno de uma lenda cíclica que se repete de tempos em tempos. A lenda diz que sempre que a paz e a harmonia do reino de Hyrule forem abalados, um jovem de cabelos loiros (Link ou o próprio nome do jogador) deverá usar a Master Sword para defender a Triforce (o símbolo dos deuses) e salvar a vida da princesa Zelda.

Em Phantom Hourglass, apesar da jogabilidade próxima do convencional, os mapas são um pouco diferente do que os jogadores mais experientes estão acostumados a enfrentar. Como o jogo é uma continuação direta do título The Wind Waker (lançado para Nintendo GameCube em 2002), Hyrule foi transformada em um gigantesco arquipélago de ilhas devido aos acontecimentos de Ocarina Of Time, centenas de anos antes do episódio destes jogos e é navegando por estas ilhas que o jogador terá de cumprir com suas missões.

AO ENCONTRO DO NAVIO FANTASMA

Zelda, neste game, é conhecida por outro nome: Tetra, uma pirata dos mares da antiga Hyrule. Como Link já a salvou em The Wind Waker, ambos estão navegando em busca de uma nova Hyrule, quando se deparam com um navio fantasma. Ao averiguar se a embarcação continha algum tipo de tesouro, ambos são enviadas para uma terra distante, onde Link, ao acordar nas terras de uma praia, descobre que Tetra ainda está presa no navio Fantasma.

Para salvar a amiga, Link conta com a ajuda de Linebeck, um ex-pirata  que só consegue se preocupar com dinheiro, tesouros e recompensas. No jogo, é ele que transporta Link de uma ilha a outra, mas aos poucos, vários traços de seu passado e de sua personalidade vão sendo revelados, tornando-o um dos personagens mais interessantes de toda a história.

Além do navegador fanfarrão, Link ainda conhece a fada Ciela, um ser que vê em link a possibilidade de livrar os oceanos onde vive dos monstros que a aterrorizam. No jogo, Ciela serve de cursor na tela tocável, quanto mais a caneta stylus do aparelho se distancia do personagem, mas rápido ele anda e quanto mais próximo, mais os passos vão ficando vagarosos e silenciosos.

Para completar o enredo, o vilão da história é chamado de Bellum, um dos personagens mais estranhos já enfrentados nos jogos de Zelda, que mesmo influenciando toda a história, só dá as caras no final do jogo.

JOGABILIDADE E INOVAÇÃO NUM GAME SÓ

A franquia de Zelda sempre foi conhecida por trazer as maiores inovações da Nintendo, seja em se tratando de jogabilidade ou de enredo. Em Ocarina Of Time, o enredo maduro conquistou a toda a crítica e fpo considerado o melhor game de toda a história. Em The Wind Waker, a proposta do gráfico em cartoon (Zelda sempre foi produzido em gráficos realistas) assustou os fãs, mas se mostrou uma proposta muito saudável para a franquia. Em Twilight Princess, além da volta dos gráficos realistas, o jogador ainda pode encarnar os movimentos de Link e sua espada nos controles do Nintendo Wii. Assim, com o Nintendo DS não poderia ser diferente.

Phantom Houglass foi o primeiro grande título da Nintendo a fazer 100% de uso da tela tocável e da caneta stylus durante o gameplay. Ai invés dos botões de direcional, Link se guia de acordo com onde o jogador aponta a caneta stylus (com o já mencionado cursor em forma de fada) dentro da tela.

Num primeiro momento, o processo pode parecer um tanto quanto enfatuoso e cansativo para os gamers mais veteranos, acotumados com a jogabilidade clássica, mas a experiência se torna cada vez mais fascinante de acordo com que a aventura prossegue. É impossível não se apaixonar pelos recursos e caminhos que podem ser traçados para o bumerangue que Link consegue no jogo.

Os movimentos de espada de Link também dispensam o uso dos botões, com leves toques, movimento circulares e retos, é possível fazer Link realizar vários movimentos com sua espada. A nível de comparação, Dragon Ball Origins, lançado um ano após Phanton Hourglass para DS e produzido pela Bandai, se aproveitou do mesmo estilo de jogo de Zelda para produzir seu jogo, mas cansativas manobras qu são necessárias com a Stylus para o seu sucesso são tantas que o gameplay se torna cansativo e pesaroso.

Este problema de Dragon Ball Origins não é visto em Zelda, já que todos os movimentos de ataque são o principal chamativo que torna o gameplay muito agradável. O único movimento que não é facilmente reconhecível pela tela de toque, e que muitas vezes sai involutariamente, é a clássica cambalhota que Link usa para se movimentar mais rápido.

Outra vantagem da tela de toque foi a possibilidade de proximidade que o jogador tem com o mapa do jogo. Com a stylus, é possível marcar tesouros escondidos, anotar informações e traçar rotas de navegação para Linebeck.

PURA EMPOLGAÇÃO

Todos os The Legend of Zelda fazem parte do gênero RPG (Rowling Playing Game), onde o jogador encarna o personagem (por isso a possibilidade de dar a Link o nome do próprio jogador) e passa por uma aventura, que apesar de premeditada, é de livre escolha do jogador a maneira como vai enfrentar, organizar e lidar com as situações.

O principal problema de RPG’s na hora de serem desenvolvidos é a questão de como conservar o jogador interessado pela história, visto que elementos repetitivos podem fazê-lo perder o interesse e/ou trocar o título (ou pior ainda, toda a franquia) por outro. Felizmente, o criador do jogo Eiji Aonuma e toda a sua equipe estavam atentos a cada detalhe de Phantom Hourglass.

O principal desafio de Zelda está em solucionar os enigmas e os desafios que encontra nas cavernas (dungeons) que encontra em cada ilha. Cada quebra-cabeça é diferente e mais desafiador a cada nova caverna, o que faz o jogador se prender cada vez mais ao jogo. Um elemento auxiliar, é a quantidade de armas e objetos que Link vai conseguind durante a história e que são vastamente combinados para solucionar cada um dos caminhos das cavernas.

Mas nada supera nesse jogo os vilões finais de cada ilha. Cada uma das cavernas tem um monstro que guarda algo, seja uma fada ou algum metal elemental para a construção da Phantom Sword, necessários para vencer Bellum, e cada vilão apresenta uma maneira diferente de ser enfrentado, que estimula o jogador a se adaptar a cada desafio. Além disso a criatividade do design de cada um dos vilões é de encher os olhos, se aproveitando de grande parte do potencial do DS.

Talvéz a única falha dos vilões foi o próprio Bellum. Por ser o grande vilão da história, esperava-se que a progressão geométrica vista em cada um dos chefes do jogo alcançassem seu pico na última forma do vilão, que apesar de dar um bom gameplay para o jogador, se mostrou com uma composição muito abaixo do esperado. Após vê-lo, fica dificil acreditar que ele tenha conseguido espalhar tanto mal pelos quatro mapas do jogo.

E AFINAL

Mesmo sendo o jogo “teste” de uma nova leva de estilos de jogo guiados unicamente pela stylus, o jogo venceu todos os obstáculos que esse gamplay colocava e perfeito para guiar diversas outras novidades que os jogos posteriormente lançados para o DS apresentaram para o público.

O desenvolvimento das diversas personalidades apresentadas ao jogador a cada nova ilha são o ponto médio ideal entre as histórias maduras de Ocarina Of Time e da inocência do personagem em The Wind Waker. As situações e as histórias passadas com Linebeck, Ciela e a própria Tetra no decorrer do jogo dá a possibilidade do jogador se envolver cada vez mais com o enredo, conseguindo incorporar toda a essência do gênero RPG.

Com uma história simples, mas muito divertida, The Legend Of Zelda – Phanton Hourglass é um título da franquia que merece ser jogado, rejogado e cultuado por muito tempo.

Parada Cosplay marcou o Dia das Crianças jundiaiense no Parque da Cidade

O dia amanheceu. As crianças estão felizes para estreiar seu brinquedos novos e para brincar com os amigos no seu dia. Os pais, tios, avós e toda a família está ancioso para passar um tempo juntos, aproveitando o feriado da padroeira do Brasil para ficar um tempinho a mais com seus filhos e se divertir tanto quanto as crianças. E qual o mlhor lugar pra passar uma boa tarde com a família em Jundiaí? O Parque da Cidade, claro!

Marcado por uma bonita paisagem, espelho d’água, campos de esportes, playgrounds, área para soltar pipas, usar aeromodelos, carros de controle remoto, brinquedos infláveis, caricaturistas e agora um circuito que une o lugar com o Jardim Botânico, o Parque da Cidade atraiu milhares de jundiaienses nesse dia 12 de outubro. O que todos não esperavam, é que o parque fosse o local escolhido pela Prefeitura para uma das ações que mais surpreendeu aqueles que visitaram o parque, a Parada Cosplay de Jundiaí!

Surgido nos EUA e popularizado pelo mundo pela qualidade e febre dos desenhos japoneses, o cosplay (união das palavras costume, fantasia + play, brincadeira) é a arte de se caracterizar dos personagens mais cativantes dos desenhos animados, quadrinhos e cinema para divertir a tudo e a todos.

Quem visitou o Parque da Cidade ontem soube disso: crianças, adultos, jovens, idosos, homens e mulheres se encantaram ao ver mais de 30 cosplayers caminhando por todo o parque, posando pra fotos e interagindo com os visitantes.

De um lugar muito, muito distante vieram do universo Star Wars dois cavaleiros Jedi, que com seus sabres de luz trouxeram para Jundiaí toda a magia dos filmes de George Lucas.

Willy Wonka e Jack Sparrow foram os destaques do dia, que junto com os personagens de Alice no País das Maravilhas levaram ao público a arte do cinema hollywoodiano fora das telonas.

De terras ocidentais, os cosplayers dos animes e mangás Naruto e Bleach fizeram a alegria da garotada que receberam treinamento ninja e conheceram os mistérios da Soul Society.

Comemorando as bodas-de-prata do personagem mais cativante do mundo dos games, o próprio Mário compareceu ao parque fazendo todos a recordar os desafios passados em  seus consoles, correndo atrás das tartarugas Koppa ou voando com a famosa capa amarela.

E para completar a turma, cerca de oito cosplayers com capa-de-chuva amarela  para realizar o flash-mob mais famoso dos desenhos animados: a descida das cataratas do Niágara com um barril dos personagens do Pica-Pau, que compareceu na parada dentro de seu barril.

A ação começou com uma caminhada por toda a área do parque, depois os 30 artistas se espalharam pela área de binquedos infláveis e seguiu a caminhada novamente. Após milhares de fotos e muita interação com os visitantes do Parque da Cidade, o evento repercutiu por diversas redes sociais da internet, com os jundiaienses felizes por terem se encontrado com seus personagens mais queridos da sua infância e por a visita ao parque ter proporcionado uma alegria sem tamanho aos seus filhos.

A ação foi realizada por Ede Galileu, o coordenador do grupo Jund Comics, que há mais de 10 anos organiza pequenas convenções de quadrinhos e foi o responsável pela I Parada Cosplay de Jundiaí durante a Virada Cultural jundiaiese.

A Parada Cosplay de Dia das Crianças transformou o que seria mais um dia das crianças em um marco para as crianças e todos os que visitaram o Parque da Cidade e um sucesso imensurável para o feriado mais animado que Jundiaí já teve.

Confira abaixo fotos dos cosplayers e das ações realizadas com os visitantes:

FOTOS: Davi Junior e Thaz Desenhista

“Wii U” é o novo console da Nintendo!

Project Café, Wii 2, Wiiii, Nintendo Feel, Nintendo Stream e até só Nintendo foram as apostas, os apelidos e os diversos outros nomes que o novo, e tão aguardado, console da Nintendo foi recebendo desde que foi anunciado a alguns meses atrás. E não era para menos,  depois de liderar o mercado da sétima geração de jogos com folga, a BigN seria a primeira e demonstrar um console de mesa da oitava geração, a qual é a única no mercado desde o lançamento do portátil Nintendo 3DS.

Mas foi nessa última terça-feira, 07 de junho que as dúvidas e expectativas dos game-maníacos foram sanadas. Após quase um hora de coletiva de imprensa Reggie Fils-Aime, o Chief Operating Officer da Nintendo das Américas,
subiu ao palco para anunciar o tão aguardado novo console.

Ele explicou que o sucesso da Nintendo na última geração se deu devido a empresa investir pesado em games que poderiam ser jogados por todos os tipo de jogadores, independente se era um veterano ou um amador. Porém, isso acabou afastando os jogadores mais hard-core dos consoles da Nintendo, por isso o sucessor do Nintendo Wii seguiria a mesma premissa de seu antecessor, atraindo o público casual, mas agora também trazendo joogos que agradam os jogadores veteranos, ganhando o agradável nome de Nintendo Wii U. (Wii, variação sonora de we, “nós” em inglês + U, variação sonora de you, “você” em inglês).

Mas a sensação do video-game não ficou por conta do nome, mas sim pelas inovações que trará ao mercado. A começar pelo seu joystick: o Wii U tem  um controle com 6,2 polegadas, touch screen, quatro gatilhos – dois maiores e dois menores – microfone, giroscópio, câmera, um botão Home, e um acelerômetro. O visual do controle lembra um tablet, apesar da presença de botões e gatilhos. A identidade visual do Wii foi mantida, com a cor branca e modelo contornos quadrados. Ele parece muito uma evolução hi-tech do tradicional controle do Super NES.

Todas as especulações sobre o controle receber streaming de conteúdo do console se confirmaram. É possível aos jogadores realizarem uma série de atividades simultâneas – ou até mesmo jogar enquanto alguém está assistindo TV. As possibilidades foram muitas e boa parte delas foram mostradas, deixando todo mundo com dificuldade pra digerir a quantidade de informações que eram plantadas pela Nintendo.

Assista ao video de apresentação:

A Big N também confirmou que todos os acessórios do Wii – incluindo Wii Balance Board e até mesmo o Wii Remote – são totalmente compatíveis com o novo console. Confira alguns detalhes técnicos:

– Tela de alta definição de até 1080P via saída HDMI no console.
– Touchscreen de 6.2″ rodando em resolução padrão.
– Armazenamento interno via memória flash, com entrada para SD e USB.
– Os jogos serão armazenados em discos iDensity com capacidade de armazenamento de até 50 gigas (igual o Blue-ray).
– Os jogos também serão disponibilizados via download.
– Totalmente retrocompátivel com o Wii e seus acessórios.
– Data de lançamento entre 1º de Abril de 2012 a 31 de Dezembro do mesmo ano.

No final, ainda foram apresentados o mais importante: os games. Primeiramente Miyamoto (criador de Mário, Zelda e outros) anunciou um no Smash Bros, com possibilidade de compatibilidade para Nintendo 3DS. Além disso a BigN prometeu grande apoio as thirds (desenvolvedoras terciárias), das quais já estão confirmados os jogos: Batman Arkham Asylum, Darksiders II, Tekken, Dirt, Aliens: Colonial Marines, Ghost Recon Online, Assassin’s Creed, Metro: Last Light, and Ninja Gaiden 3: Razor’s Edge e praticamente todas as franquias da Eletronic Arts.

Após a conferência, durante uma entrevista com a revista Nikkei, Satoru Iwata (presidente da Nintendo) informou que o preço do novo console deve ficar entre US$250,00 e US$300,00, um preço bem abaixo do esperado se comparado com o 3DS e o recém anunciado PSVitta, da Sony.

O que pensar depois de tudo isso? A Nintendo mais uma vez saiu na frente, trazendo novas tendências e criando novos sistemas de jogo e diversão para o mercado de games. E dessa vez, parece que a dianteira é muito além de suas concorrentes, uma dianteria que ultrapassa seu mercado alvo e traz cada vez mais tendências ao mercado de telefonia, internet, informática e internet.

Confira uma galeria com as imagens do console liberadas pela Nintendo:


Feliz Páscoa!

Sempre gostei muito da Páscoa. Quando era criança era uma das poucas ocasiões em que toda a minha família se reunia para trocar ovos e bons votos de esperança e felicidades. Felizmente, agora já com 22 anos, isso não mudou muito, e as festas em família continuam a me empolgar muito.

Com esse cartão do Yoshi, espero poder partilhar com vocês um pouco de tudo de bom que sinto nesse feriado tão especial:

REVIEW: Anime Friends 2010 – dia 11

Local: Rua Chico Pontes, 1500, Vila Guilherme, São Paulo – SP
Quando: Dias 09, 10, 11, 15, 16, 17 e 18 de julho.
Preços: Entrada entre R$15,00 e R$25,00 por dia.


Há muito tempo São Paulo não recebe um evento de tamanha grandiosidade e organização voltada para os fãs de cultura pop japonesa.

Parece que com a realização do CoFesta 2010, onde se houve uma parceria com grandes empresas e empresários vindos diretamente do Japão, a Yamato Corp aprendeu a realizar eventos que primam pela qualidade funcional e estrutural, agradando tanto seu público cativo quanto aqueles que foram pela primeira vez ao evento.

O primeiro fim-de-semana do Anime Friends 2010 começou o dia 9 de julho, pleno feriado na capital paulista, seguindo até o dia 11, onde aconteceria o Super Friends Spirits, principal atração do evento desde a sua primeira realização.

Esta oitava edição do evento trouxe estampado junto de seu logo oficial a inscrição Special Edition, devido a reunir mais três mini-eventos, o COMIC FAIR, o SP GAME SHOW e o ASIAN FEST.

A união destes eventos possibilitou uma maior organização e uma melhor visualização de todo o espaço utilizado pelo evento. Além disso, a identificação visual utilizada, unida a mapas e folders informativos permitiam que o visitante se localizasse e se deslocasse mais facilmente em cada um dos pavilhões do Mart Center.

Este ano a diversão foi garantida.

COMIC FAIR

O pavilhão destinado ao Comic Fair possibilitou algo que a anos era cobrado da Yamato: pela primeira vez o Fanzine Expo, espaço do evento destinado à veda e divulgação do trabalho de quadrinistas brasileiros, foi valorizado, tendo lugar privilegiado junto aos estandes de grande empresas como a da loja Comics, da Playarte Pictures e da Level Up.

Nesta área, os fãs puderam encontrar diversos HQ’s com preço promocional (incluindo lançamentos e raridades como o volume encadernado de Akira publicado pela editora Globo os anos 90. No decorrer do dia, diversas atrações aida fizeram a alegria dos fãs, entre eles cursos de desenho e palestras com profissionais da área.

SP GAME SHOW

O SP GAME SHOW foi um show a parte a parte. Estandes de grandes empresas e lojas de games realizaram workshops, mostra de games e consoles, venda de lançamentos, entrevistas com programadores de jogos eletrônicos e ainda possibilitou que o fã se sentisse numa verdadeira feira internacional, tamanha a grandiosidade e o jogo de luzes e aparelhos do gigatesco estande da SAGA.

Ainda dentro desta parte do evento, foi realizado o tradicional campeonato Press Start, que distribuiu diversos prêmios aos game-maníacos.

O área do SP GAME SHOW estava caprichada.

ASIAN FEST

Se o COMIC FAIR e o SP GAME SHOW foi uma grande oportunidade da Yamato organizar as atrações do Anime Friends, o ASIAN FEST foi o grande responsável por trazer novidade ao evento.

Com atrações que variavam desde apresentações de danças típicas a estandes que trouxeram um pouco da cultura local como vestimentas, objetos, fotos e artigos históricos, o ASIAN FEST não só possibilitou que o fã de anime e mangá conhecesse um pouco dos países orientais, como China, Índia, Tailândia, Coréia e, é claro, Japão, como também atraiu descendentes desses países para o Anime Friends.

E O QUE SOBROU PARA O ANIME FRIENDS?

A area propriamente chamada de Anime Friends reuniu três pavilhões do Mart Center.

O primeiro destinado aos estandes de produtos relacionados ao universo otaku, colocou a disposição dos fãs camisetas, chaveiros, miniaturas, bótons, pelúcias, colares, cards e tudo o que se possa imaginar para que o fã do heróis japoneses gastasse suas rupias.

O segundo foi utilizado para realizar o Animekê, também tradicional atração do evento, onde se é destinado aos fãs que querem soltar a voz cantando as músicas que embalam o animes, tokusatsus e todo o universo da J-Music.

Muitos cantores de bandas brasileiras especializadas em música japonesa começaram sua carreira no Animekê, inclusive o cantor Ricardo Cruz, que hoje integra a banda JAM Project, composta pelos maiores cantores de animesong’s que o Japão já teve.

Por fim, o terceiro pavilhão oi reservado para as salas temáticas, área em que grupos de fãs montam suas atrações com prévia autorização da orgaização do evento. Alguns destaques foram a exibição dos novos filmes de Ultraman e as competições realizadas pela LOP – Liga Oficial Pokémon e pelo grupo DS Party.

Os cosplayes capricharam no dia 11.

VALEU A PENA?

Talvéz pelo espaço deste ano estar muito maior se comparado ao ao anterior, talvéz pela final da Copa do Mundo ter feito muita gente ficar em casa, o primeiro domingo do Anime Friends estava deveras sossegado.

Além da sinalização e a orgaização de primeira, a área de alimentação e os banheiros estavam muito bem cuidados e higienizados. O único ponto negativo foi a falta de bebedores, o que obrigou os visitantes a comprar água, que insubstituivel, mesmo o evento tendo a venda refrigerantes e muito MUPY, bebida de soja preferida dos otakus.

Quem escolheu ir ao evento neste dia não se arrependeu, podendo aproveitar ao máximo todas as atrações do evento sem enfrentar a super-lotação característica do último dia, tirar muitas fotos dos diversos cosplayers, que neste ao capricharam, e ainda curtir um magífico show durante a realização do SUPER FRIENDS SPIRITS, que será abordado com mais detalhes na próxima postagem daqui do blog.

Dublador do Mário virá ao Brasil!!!

Acontecerá durante o Feira Gameworld, a maior premiação relacionada a games do Brasil, que os fãs poderão conhecer o mundialmente famoso Charles Martinet, o dublador do Mário. Além de uma palestra, o dublador ainda distribuirá autógrafos e fará a alegria da moçada com os jargões mais conhecidos do personagem mais popular dos games.

Martinet é ator e dublador, e desde 1995, assumiu a voz de Mário,  Luigi, Wario, Waluigi, Baby Mario e Baby Luigi.

Evento: Gameworld 2010
Data: 30 e 31 de março de 2010
Local: Centro de Convenções – Frei Caneca
Shopping Frei Caneca
Rua Frei Caneca – 589 (próx. a Avenida Paulista – metrô Consolação)
Maiores informações: http://www.gameworld.com.br

Martinet é conhecido mundialmente pelas frases "it's me, Mário e "Let's go".