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RESENHA: Bleach, a saga da Soul Society

Seja no cinema, em um livro ou na hora de dormir, uma história precisa ser bem contada, ter personagens cativantes e uma linguagem que fascine a que com ela tem seu primeiro contato. Seja no Brasil ou no Japão, contos fantásticos vão além da cultura local ou dos valores vigentes, atingindo os pontos mais sensíveis da alma humana. Bleach é o fenômeno japonês que invadiu o mundo não por obedecer essas idéias, mas por ir além dela, mostrando que mesmo numa sociedade habitada somente por mortos, é no coração humano que repousa o fascínio e a inspiração da alma pela vida.

SUBSTITUTO DE SHINIGAMI

É comum na classificação de uma longa história a divisão de suas partes em “sagas” ou “arcos”, em Bleach não é diferente e o primeiro arco da história é comumente chamada de arco do Substituto de Shinigami. Porém, como esta leva da história não passa de uma preparação para o arco a seguir esta resenha irá abordá-la como parte de um primeiro grande todo da história, estando dentro do que é chamado de Saga da Society. Esta saga compreende os volumes do 01 ao 20 do mangá e os episódios do 01 ao 63 do anime.

E que grande história! Bleach já soma mais de 50 volumes de mangá, mais de 300 episódios animados para a TV, 4 longa-metragens e está presente em dezenas de países. Quem observa este número de conquistas não imagina a longa trajetória por qual a história passou para até o ponto que a consolidou com uma das franquias mais rentáveis do Japão.

O autor da história, Tite Kubo, já havia idealizado a história desde os anos 90, época em que ele entregou os primeiros capítulos da história, já desenhados, para serem publicados na Shonen Jump, maior revista de histórias em quadrinhos do Japão. Porém, pela proximidade do tema com Yu Yu Hakushô e um estilo muito similar ao de Samurai X, duas publicações da Jump que haviam virado febre no Japão nos anos 90, Bleach foi rejeitado pela revista.

Com seus esforços não recompensados, Tite Kubo chegou a quase desistir da carreira de mangaká, publicando nos próximos anos apenas alguns poucos one-shots sem grande repercussão e Bleach só voltaria na vida do autor alguns anos depois quando, por obra do destino, cópias de seus primeiros capítulos desenhados foram parar na mão de Akira Toriyama, o consagrado autor de Dragon Ball.

A chegada de Rukia a cidade de Karakura dá início a história.

Maravilhado com o que viu, Toriyama aconselhou que Tite Kubo voltasse a dedicar algum tempo ao mangá, o que resultou numa nova análise da revista Jump e na tão aguardada aprovação cobiçada pelo autor. Era a sua oportunidade de contar para o mundo a história do adolescente de cabelos laranjas que não imaginava que sua estranha capacidade de poder ver espíritos mudaria sua vida para sempre.

A MORTE E O MORANGO

O primeiro capítulo do mangá não poderia ter melhor nome. O ponto inicial do anime acontece quando o protagonista Ichigo Kurosaki acaba recebendo os poderes de shinigami de Rukia Kuchiki, a responsável da cidade da fictícia cidade de Karakura em salvar as almas que se tornaram hollows, espíritos humanos que se tornaram monstros espirituais por se prenderem a algo na terra que os impediu de ir até a Soul Society após a morte.

Ichigo, em japonês, significa morango e Rukia é uma shinigami, literalmente deus da morte mesmo que na adaptação brasileira o termo tenha sido modificado para ceifeiro de almas. O encontro do morango com a morte possibilitou não apenas uma mudança radical na vida de Ichigo como também a criação de um time de personagens de primeira para compôr a história do anime no arco do substituto de shinigamis.

Ao ganhar poderes espirituais devido a convivência com Ichigo e por ter uma rivalidade secular com shinigamis, Orihinme Inoue, Sado Yasutora (ou soment Chad) e Uryuu Ishida, o último quincy, se tornam personagens de variados estilos de luta que apresentam o universo de Bleach ao leitor/espectador ao mesmo tempo que ganham destaque na história junto ao protagonista.

Inicialmente como rival de Ichigo, Ishida ganha destaque como personagem!

É interessante notar o ciclo que se tem início neste arco, já que além de definir o leque de personagens em torno dos quais a história vai girar, o quinteto formado corresponde a cinco personalidades ideais para que o espectador crie um vínculo com a história, acompanhando-a para saber como tais esteriótipos corresponderão as situações que lhes serão impostas. E isso vai se desenvolvendo cada vez mais a cada novo elemento acrescentado a história, principalmente com a chegada de Byakuya Kuchiki e Renji Abarai a cidade de Karakura.

A SOUL SOCIETY

Se antes a principal característica de Rukia era a sua personalidade forte e autoritária diante das tarefas passadas para Ichigo, sua conversão a obediente e submissa soldada da Soul Society surpreende a todos quando Renji e Byakuya, respectivamente tenente e capitão do sexto esquadrão de defesa da Soul Society, levam-na para a Soul Society por ela ter cometido o crime de passar poderes de shinigami a um humano e viver como uma humana com o uso de um gigai (corpo utilizado por almas para se materializar na terra).

Após um treinamento cedido por Urahara, dono da loja que Rukia comprou seu gigai,  para recuperar seus poderes de shinigami tirados por Byakuya, Ichigo segue rumo a Soul Society para salvar Rukia da sentença de morte, já que é graças aos poderes que ela lhe cedeu que ele pode se tornar forte o suficiente para proteger a sua família, uma maneira de tentar se absolver da culpa por ter causado, mesmo que sem querer, a morte de sua mãe por um hollow.

Acompanhando Ichigo em sua empreitada, estão todos aqueles que tiveram sua história iniciada pelos eventos ocorridos antes da partida de Rukia, cada um seguindo um objetivo próprio além do resgate da shinigami. Ishida quer entender o porquê da morte de seu avô quincy pela inação de um shinigami, Inoue quer garantir que os obejtivos de Ichigo sejam concretizados e Chad quer cumprir a promessa que fez ao amigo quando se conheceram: proteger as costas de um amigo que sofria com os mesmo problemas que o dele.

"Vou proteger suas costas" é a promessa de Chad para Ichigo!

Apesar das referências, talvéz até involuntárias, a Yu Yu Hakushô e a Samurai X, é nesta fase que as verdadeiras inspirações de Tite Kubo começam a ficar mais evidentes. Revelado pelo próprio autor, as entidades sobrenaturais são inspiradas nos monstros de GeGeGe no Kitaro, mangá de Shigeru Mizuki, publicado na década de 50. Já o estilo de luta RPG, um ataque e outro defende, aliado a dramaticidade dos textos e flashbacks, tem sua origem em Saint Seiya (Os Cavaleiros do Zodíaco, no Brasil), de Masami Kurumada, publicado na segunda metade dos anos 80. As batalhas na Soul Society, além de impressionar os olhos de quem vê, dão ainda mais força a história e a personalidade de cada personagem.

CICLO DE UM PERSONAGEM

Todo personagem tem um ciclo: ele nasce, vive e morre. Seu nascimento acontece na primeira vez que ele figura na história, mas sua morte não significa necessariamente o seu falecimento, mas mantê-lo vivo depende de todo o universo, do contexto e dos elementos inseridos no decorrer da história a ele relacionado.

Assim como foi com os cavaleiros de ouro em Saint Seiya, o Gottei 13, os treze esquadrões de defesa da Soul Society, adicionaram diversos elementos que possibilitaram o crescimento e o amadurecimento de cada personagem. Mesmo que muitas vezes fique claro que o insight de determinada sequência tenha ocorrido depois de seu planejamento, tudo o que foi acrescentado durante a saga do Soul Society contribuiu para o fortalecimento da história e, principalmente, de seu universo criativo.

A entrada de Ganju, foi o ponto crucial para atiçar a curiosidade sobre o passado de Rukia. A criação do Bankai, motivou uma causa para se conhecer os 13 capitães. E por fim, o assassinato de Sousuke Aizen, capitão do 5º esquadrão, possibilitou o desenvolvimento da personalidade dos 13 capitães que refletiu diretamente em como o quinteto de protagonistas se mostrou na história, onde nem todos puderam aproveitar as possibilidades criadas pelo autor.

A paixão de Orihime por Ichigo leva a garota até a Soul Society.

Ishida, que mesmo declaradamente inferior a Ichigo, mostrou que havia muito o que desenvolver após derrotar Kurotsuchi Mayuri, o capitão do 12º Esquadrão, mesmo ambos tendo uma diferença gigantesca de poder. A utilização do armamento quincy para utilizar um poder que ainda não possuia faz o próprio Mayuri reconhecer que Ishida ainda pode crescer muito como lutador, mesmo este tendo perdido todos os seus poderes após a luta. Se a dificuldade inicial era conseguir o poder que ele despertou (maior que a dos capitães), o plano a seguir seria dominar tal técnica para garantir a permanência do personagem no decorrer da história.

Orihime cresceu, mas foi diferente. O ciclo de batalhas que a personagem poderia vir a ter após um treinamento antes da Soul Society mostrou-se ineficaz na personagem, mas esta trocou o papel de lutadora (já muito bem suprido por Ichigo, Ishida, Chad e todos os outros aliados que a Soul Society produziu) para se tornar uma espécie de maga branca, personagem clássico dos RPG’s responsável pela cura dos personagens, papel essencial, participativo e muito mais adequado a sua personalidade.

O problema aconteceu apenas com Chad. Mesmo após toda a campanha inicial do personagem (inclusive pelas frases de efeito de Ichigo) e a aparente força desenvolvida durante o treinamento pré-soul society, o personagem perdeu o ritmo e não deu conta de surpreender o leitor/espectador com sua participação na saga. Provavelmente isso foi fruto da extrema ligação com Ichigo que Tite Kubo criou durante a criação da origem do personagem, mas que erroneamente foi esquecida, separando ambos, durante o desenrolar do caminho dos dois na Soul Society.

PROTAGONISTA PRA NINGUÉM POR DEFEITO

Apesar da linha inicial se aproximar bem de Os Cavaleiros do Zodíaco, com um time de personagens a qual a história gira, Bleach acabou se aproximando muito mais da linha de Dragon Ball, onde apenas o protagonista leva a história em sua reta final, deixando Ichigo com o papel definitivo para finalizar a saga e utilizando personagens secundários para apoiá-lo.

Visto que todos os personagens tem um ciclo, é o ciclo de história do protagonista que dá apoio a história e é quando este acaba é que a história tem fim. Durante as lutas com Renji e Kenpachi Zaraki Ichigo pode crescer como protagonista, mas foi apenas na luta final contra Byakuya que o ciclo do personagem reflete diretamente como guia do universo criado.

Ideologicamente, este é o personagem que vai contra os preceitos de uma sociedade mesquinha e egoista, mascarada em uma série de classes que parecem manter a ordem e ter tudo sobre controle. Byakuya é o personagem que mais reflete os ideais dessa sociedade e a vitória de Ichigo sobre ele garante a vitória do protagonista sob aquilo que ele combateu durante toda a história.

Entrementes, Ichigo apenas conseguiu a vitória por ser dominado por sua consciência hollow, que habita nele após o seu treinamento com Urahara, mostrando que mesmo vencendo aquilo a que combateu, ainda resta uma luta introspectiva que insiste em destruir o que ele conquistou e que pode dominá-lo a qualquer hora.

O lado hollow de Ichigo deixou Byakuya sem reação em sua luta definitiva.

Com o fim de Bykuya, a sensação do apreciador da história é que tudo teve um fim, mas ao se recordar do contexto que levou até a luta dos dois shinigamis, provocando uma série de lutas a la capitães versus capitães, parece que um obstáculo não aparente precisa ser vencido pelos protagonistas e é aí que entra a influência de todo o contexto do universo criado por Tite Kubo.

O MELHOR FIM DE SAGA QUE UM ANIME JÁ TEVE

Não há nada melhor para um espectador que perceber que todos os pequenos elementos que rodeiam a história principal fazem parte de um todo com total influência no enredo primordial. Não há melhor descrição para o fim da Saga da Soul Society de Bleach.

Após a luta contra Byakuya, descobre-se que a sentença de morte de Rukia era parte de um demoníaco plano que Sousuke Aizen arquitetou com a sua própria morte para conseguir o Hougyoku, artefato criado por Urahara e implantado no espírito de Rukia, sem ela saber, quando esta utilizou um de seus gigais. Com o Hougyoku, Aizen poderia unir os poderes dos shinigamis com os dos hollows, produzindo seres e depertando poderes nunca antes imaginados pelas forças do Gottei 13.

Com a revelação de Aizen após a luta contra Toushiro Hitsugaya, capitão do 10º esquadrão, e o roubo a liberação forçada do Hougyoku do corpo de Rukia, o traidor vai  junto com Ichimau Gin, o capitão do 3º Esquadrão, e Kaname Tousen, capitão do 9º Esquadrão, para o Hueco Mundo, lugar onde habitam os hollows, para colocar em prática suas ambições de transformar hollows em shinigamis e formar um exército pessoal para por um fim na Soul Society.

Com um rosto inocente e uma aura de justiça aparentemente inabalável, Aizen enganou a todos.

Mostrando-se presente em todas as etapas da história, Aizen se tornou o ideal perfeito de vilão da história que faltava em Bleach, unindo a todos os pontos injustos e cruéis enfrentados pelos protagonistas em um só grande contexto.

Com um final de saga épico, Bleach abriu espaço para um continuação espetacular, cheia de possibilidades de utilização de personagens, criação de novos inimigos e aprofundamento do contexto inicial dos hollows história, que pareceu se perder com a ida de Ichigo a Soul Society mas que se mostrou essencial para a continuação da história de Aizen.

REVIEW: The Legend of Zelda – Phantom Hourglass (NDS)

Em 2004, com o lançamento do novo portátil da Nintendo, o Nintendo DS, os gamers e fãs mais entusiastas da arte voltaram os olhos para o aparelho por uma inovação que pretendia mudar a maneira de interagir com os jogos: uma segunda tela tocável que o DS trazia logo abaixo da tela principal.

Porém, para a decepção de muitos, tal recurso ficou de fora dos principais títulos de lançamento do aparelho, sendo utilizada apenas para pequenos recursos auxiliares dos jogos. A tela tocável só foi mostrar seu verdadeiro potencial quase 3 anos após seu lançamento, pois em junho de 2007, chegava as prateleiras um dos títulos mais aguardados do portáil: The Legend of Zelda – Phantom Hourglass.

UM SUCESSO DE CRÍTICA AGORA EM DUAS TELAS

Sempre que um The Legend of Zelda é anunciado, a notícia é sempre muito bem recebida pelos seus fãs. A lenda do jovem Link que precisa salvar a princesa Zelda das mais diversas enrrascadas nasceram no NES em 1986 e chegaram ao seu apogeu em 1998, quando o game Ocarina Of Time foi lançado para o console Nintendo 64.

O enredo básico de todos os games da série giram em torno de uma lenda cíclica que se repete de tempos em tempos. A lenda diz que sempre que a paz e a harmonia do reino de Hyrule forem abalados, um jovem de cabelos loiros (Link ou o próprio nome do jogador) deverá usar a Master Sword para defender a Triforce (o símbolo dos deuses) e salvar a vida da princesa Zelda.

Em Phantom Hourglass, apesar da jogabilidade próxima do convencional, os mapas são um pouco diferente do que os jogadores mais experientes estão acostumados a enfrentar. Como o jogo é uma continuação direta do título The Wind Waker (lançado para Nintendo GameCube em 2002), Hyrule foi transformada em um gigantesco arquipélago de ilhas devido aos acontecimentos de Ocarina Of Time, centenas de anos antes do episódio destes jogos e é navegando por estas ilhas que o jogador terá de cumprir com suas missões.

AO ENCONTRO DO NAVIO FANTASMA

Zelda, neste game, é conhecida por outro nome: Tetra, uma pirata dos mares da antiga Hyrule. Como Link já a salvou em The Wind Waker, ambos estão navegando em busca de uma nova Hyrule, quando se deparam com um navio fantasma. Ao averiguar se a embarcação continha algum tipo de tesouro, ambos são enviadas para uma terra distante, onde Link, ao acordar nas terras de uma praia, descobre que Tetra ainda está presa no navio Fantasma.

Para salvar a amiga, Link conta com a ajuda de Linebeck, um ex-pirata  que só consegue se preocupar com dinheiro, tesouros e recompensas. No jogo, é ele que transporta Link de uma ilha a outra, mas aos poucos, vários traços de seu passado e de sua personalidade vão sendo revelados, tornando-o um dos personagens mais interessantes de toda a história.

Além do navegador fanfarrão, Link ainda conhece a fada Ciela, um ser que vê em link a possibilidade de livrar os oceanos onde vive dos monstros que a aterrorizam. No jogo, Ciela serve de cursor na tela tocável, quanto mais a caneta stylus do aparelho se distancia do personagem, mas rápido ele anda e quanto mais próximo, mais os passos vão ficando vagarosos e silenciosos.

Para completar o enredo, o vilão da história é chamado de Bellum, um dos personagens mais estranhos já enfrentados nos jogos de Zelda, que mesmo influenciando toda a história, só dá as caras no final do jogo.

JOGABILIDADE E INOVAÇÃO NUM GAME SÓ

A franquia de Zelda sempre foi conhecida por trazer as maiores inovações da Nintendo, seja em se tratando de jogabilidade ou de enredo. Em Ocarina Of Time, o enredo maduro conquistou a toda a crítica e fpo considerado o melhor game de toda a história. Em The Wind Waker, a proposta do gráfico em cartoon (Zelda sempre foi produzido em gráficos realistas) assustou os fãs, mas se mostrou uma proposta muito saudável para a franquia. Em Twilight Princess, além da volta dos gráficos realistas, o jogador ainda pode encarnar os movimentos de Link e sua espada nos controles do Nintendo Wii. Assim, com o Nintendo DS não poderia ser diferente.

Phantom Houglass foi o primeiro grande título da Nintendo a fazer 100% de uso da tela tocável e da caneta stylus durante o gameplay. Ai invés dos botões de direcional, Link se guia de acordo com onde o jogador aponta a caneta stylus (com o já mencionado cursor em forma de fada) dentro da tela.

Num primeiro momento, o processo pode parecer um tanto quanto enfatuoso e cansativo para os gamers mais veteranos, acotumados com a jogabilidade clássica, mas a experiência se torna cada vez mais fascinante de acordo com que a aventura prossegue. É impossível não se apaixonar pelos recursos e caminhos que podem ser traçados para o bumerangue que Link consegue no jogo.

Os movimentos de espada de Link também dispensam o uso dos botões, com leves toques, movimento circulares e retos, é possível fazer Link realizar vários movimentos com sua espada. A nível de comparação, Dragon Ball Origins, lançado um ano após Phanton Hourglass para DS e produzido pela Bandai, se aproveitou do mesmo estilo de jogo de Zelda para produzir seu jogo, mas cansativas manobras qu são necessárias com a Stylus para o seu sucesso são tantas que o gameplay se torna cansativo e pesaroso.

Este problema de Dragon Ball Origins não é visto em Zelda, já que todos os movimentos de ataque são o principal chamativo que torna o gameplay muito agradável. O único movimento que não é facilmente reconhecível pela tela de toque, e que muitas vezes sai involutariamente, é a clássica cambalhota que Link usa para se movimentar mais rápido.

Outra vantagem da tela de toque foi a possibilidade de proximidade que o jogador tem com o mapa do jogo. Com a stylus, é possível marcar tesouros escondidos, anotar informações e traçar rotas de navegação para Linebeck.

PURA EMPOLGAÇÃO

Todos os The Legend of Zelda fazem parte do gênero RPG (Rowling Playing Game), onde o jogador encarna o personagem (por isso a possibilidade de dar a Link o nome do próprio jogador) e passa por uma aventura, que apesar de premeditada, é de livre escolha do jogador a maneira como vai enfrentar, organizar e lidar com as situações.

O principal problema de RPG’s na hora de serem desenvolvidos é a questão de como conservar o jogador interessado pela história, visto que elementos repetitivos podem fazê-lo perder o interesse e/ou trocar o título (ou pior ainda, toda a franquia) por outro. Felizmente, o criador do jogo Eiji Aonuma e toda a sua equipe estavam atentos a cada detalhe de Phantom Hourglass.

O principal desafio de Zelda está em solucionar os enigmas e os desafios que encontra nas cavernas (dungeons) que encontra em cada ilha. Cada quebra-cabeça é diferente e mais desafiador a cada nova caverna, o que faz o jogador se prender cada vez mais ao jogo. Um elemento auxiliar, é a quantidade de armas e objetos que Link vai conseguind durante a história e que são vastamente combinados para solucionar cada um dos caminhos das cavernas.

Mas nada supera nesse jogo os vilões finais de cada ilha. Cada uma das cavernas tem um monstro que guarda algo, seja uma fada ou algum metal elemental para a construção da Phantom Sword, necessários para vencer Bellum, e cada vilão apresenta uma maneira diferente de ser enfrentado, que estimula o jogador a se adaptar a cada desafio. Além disso a criatividade do design de cada um dos vilões é de encher os olhos, se aproveitando de grande parte do potencial do DS.

Talvéz a única falha dos vilões foi o próprio Bellum. Por ser o grande vilão da história, esperava-se que a progressão geométrica vista em cada um dos chefes do jogo alcançassem seu pico na última forma do vilão, que apesar de dar um bom gameplay para o jogador, se mostrou com uma composição muito abaixo do esperado. Após vê-lo, fica dificil acreditar que ele tenha conseguido espalhar tanto mal pelos quatro mapas do jogo.

E AFINAL

Mesmo sendo o jogo “teste” de uma nova leva de estilos de jogo guiados unicamente pela stylus, o jogo venceu todos os obstáculos que esse gamplay colocava e perfeito para guiar diversas outras novidades que os jogos posteriormente lançados para o DS apresentaram para o público.

O desenvolvimento das diversas personalidades apresentadas ao jogador a cada nova ilha são o ponto médio ideal entre as histórias maduras de Ocarina Of Time e da inocência do personagem em The Wind Waker. As situações e as histórias passadas com Linebeck, Ciela e a própria Tetra no decorrer do jogo dá a possibilidade do jogador se envolver cada vez mais com o enredo, conseguindo incorporar toda a essência do gênero RPG.

Com uma história simples, mas muito divertida, The Legend Of Zelda – Phanton Hourglass é um título da franquia que merece ser jogado, rejogado e cultuado por muito tempo.

REVIEW: Super Friends Spirits 2011 – dia 17

Em 2007, quando o Anime Friends completou 5 anos, a Yamato Eventos conseguiu trazer ao palco do evento um dos artistas que os fãs brasileiros de anime e mangá mais gostariam de ver de perto: Nobuo Yamada, o cantor japonês intérpreteo animesong de maior sucesso de todos os tempos no Brasil: Pegasus Fantasy.

A vinda do cantor ao Brasil, aliado aos outros grandes nomes que estavam presentes no show, fez do Super Friends Spirits 2007 o maior show de animesongs que o Brasil já teve. Todos os anos que o procederam, com vários altos e baixos, nunca conseguiram alcançar o sucesso de 2007.

Mas em 2011 Nobuo Yamada voltou ao Super Friends Spirits para mostrar como e que se faz um show de animesong de verdade!

Na edição 2011 do evento, a Yamato preparou 4 apresentações de Super Friends Spirits, nos dias 09, 10, 16 e 17 de julho, sendo que em cada fim de semana, artistas diferentes foram selecionados. Para o dia 17, o evento recebeu os cantores Takayoshi Tanimoto e o já comentado, Nobuo Yamada:

• NOBUO YAMADA
Pegasus Fantasy. Bastou uma única música para que Nobuo Yamada colocasse para sempre seu nome na história como um dos maiores cantores de animesong de todos os tempos. Vocalista da banda Hard Rock Make-Up, sucesso no Japão nos anos 80, Nobuo ficou conhecido no mundo todo por interpretar os temas de abertura e encerramento d’Os Cavaleiros do Zodíaco.

Hoje, além dos trabalhos com o Make-Up e em carreira solo, o cantor ainda participa de diversos projetos musicais, integrando a recém formada banda Dr. Metal Factory, que faz covers de clássicos da J-Music em formato Heavy Metal e o Project R, grupo musical formado pela Toei Company para compor os temas dos tokusatsu produzidos pela empresa, que já lhe renderam os temas de abertura de Gou Gou Sentai Boukenger e Tensou Sentai Goseiger.


• TAKAYOSHI TANIMOTO
Takayoshi Tanimoto tem história no mundo dos animesongs, sendo o intérprete do tema de evolução de Digimon Tamers e os temas de abertura de Zatch Bell e Juuken Sentai Gekiranger. Mas foi em 2009 que o cantor atingiu o ápice de sua carreira, quando gravou os temas de abertura e encerramento de Dragon Ball Kai, versão remasterizada (e encurtada) de Dragon Ball Z.


O show teve aproximadamente duas horas de duração e contou com o seguinte set-list (ainda incompleto, tentarei atualizar o mais breve possível):

1 – Dragon Soul (abertura de Dragon Ball Kai)
2 – Kimi ni Kono Koe ga Todokimasu you ni (abertura de Zach Bell)
3 – Pegasus Fantasy (abertura de Os Cavaleiros do Zodíaco)

MC com Nobuo Yamada

4 – Go Go Sentai Bokenjya Shudaika (abertura de Bokenger)
5 –
6 – One Vision (tema de evolução de Digimon Tamers)

MC com Takayoshi Tanimoto

7 – Yeah! Break! Care! Break! (encerramento de Dragon Ball Kai)

MC com Nobuo Yamada

8 – Madou Kishi Wolzard (música inserção de Magiranger)
9 – Boukenja Go On Fighting! (música inserção de Bokenger)
10 – Mienai Tsubasa (abertura de Zacth Bell)
11 – Juuken Sentai Gekiranger (abertura de Gekiranger)
12 – Can’t Say Good-Bye (inserção de Os Cavaleiros do Zodíaco)
13 – Never (tema do filme Os Cavaleiros do Zodíaco – Prólogo do Céu)

MC com Nobuo Yamada

14 – Blue Forever (encerramento de Os Cavaleiros do Zodíaco)

Encore

15 – Dragon Soul (abertura de Dragon Ball Kai)
16 – Pegasus Fantasy (abertura de Os Cavaleiros do Zodíaco)

Antes de falar sobre o show, é importante salientar algumas coisas interessantes que aconteram no evento antes da entrada dos artistas no palco.

Depois da já comentada tarde (clique aqui para conferir) de autógrafos com Nobuo Yamada e Takayoshi Tanimoto, os fãs que se dirigiram ao palco puderam assistir a final do campeonato animekê, onde os grupos vermelho e branco se desafiavam e o próprio cantor Kaya estava como jurado. Com o anúncio da vitória do grupo vermelho, a equipe começou a cantar a música Bakuryu Sentai AbaRanger, canção que se destacou durante as apresentações. Com um ritmo animado e alucinante, todos no palco começaram a imitar a coreografia do cantor original da música, Masaaki Endoh, no palco quando, no auge da música houveram problemas na luminação do palco e todos os equipamentos falharam.

O público ficou na escuridão por mais ou menos 10 minutos quando, com a força de uma Genki-Dama simulada pelos que lá estavam, os materiais do palco voltaram a funcionar e a banda Wasabi pode começar a testar os instrumentos para acompanhar os cantores internacionais.

Fazendo a abertura do show com Soldier Dream, o segundo tema de abertura d’Os Cavaeiros do Zodíaco, a banda Wasabi, junto com a apresentadora Plu contagiou o público para o início do Super Friends Spirits.

Tanimoto foi o primeiro a entrar no palco.

O primeiro artista a entrar no palco foi Takayoshi Tanimoto, interpretando Dragon Soul,  tema de abertura de Dragon Ball Kai. O atual sucesso do anime em todo o mundo fez com que o público se anima-se logo com a primeira música do show.

Após duas músicas, Tanimoto deu lugar ao tão aguardado Nobuo Yamada, que já entrou cantando Pegasus Fantasy, levando todo o público a loucura. Pegasus Fantasy, além de ser conhecida como o hino dos animesongs do Brasil, remete as lembranças mais variadas no público, desde o cativo público fã da série desde os anos 90, até os fãs mais atuais de Seiya e cia.

Após a música, Ricardo Cruz, cantor brasileiro que integra a banda japonesa JAM Project, entrou no palco para a primeira conversa com o cantor. Durante a conversa, Nobuo disse que apesar de mais de 24 horas de viagem do Japão até o Brasil, ele sempre se realiza ao subir ao palco e sentir uma energia tão positiva do público.

O show prosseguiu com os temas de Bokenger e Digimon, até que Takayoshi Tanimoto ensinou ao público a coreografia de Yeah! Break! Care! Break! o tema de encerramento de Dragon Ball Kai. Durante a música e todas as outras que a procederam, Tanimoto se mostrou um artista mais do que carismático, conseguindo contagiar a todo o público mesmo com as suas músicas menos populares no Brasil.

A última canção de Tanimoto foi o tema de Gekirager, que mais uma vez levou o público a gritar, se divertir, brincar e pular com as brincadeiras e motivações de Tanimoto.

Nobuo emocionou o público com a nova versão de Blue Forever!

Nobuo entrou para encerrar o show com os épicos temas de Saint Seiya: Can’t Say Good-Bye, Never e Blue Forever. A última cantada, inclusive, foi a versão mais recentemente gravada pelo cantor, a chamada 21st Century Version.

Mas as músicas não foram o suficiente para acalmar os ânimos do público que após o encerramento do show clamaram por mais músicas.

Após algumas brincadeiras da produção do show com um jogo de luzes que parecia anunciar e desanunciar a chegada de um dos cantores, finalmente Takayoshi Tanimoto voltou a subir ao palco para cantar novamente Dragon Soul.

Mas o ponto máximo do show aconteceu quando Nobuo Yamada subiu ao palco após a saída de Tanimoto,voltando a cantar Pegasus Fantasy. Surpreendendo a todos, Nobuo Yamada cantou a segunda parte da música em português, o que levou o público a um verdadeiro frenesi, levando a todos no palco a um sentimento de realização sem tamanho.

Nobuo falando com o público com a tradução de Ricardo Cruz.

Para encerrar o show Ricardo Cruz ainda subiu ao palco e contou uma grande surpresa ao público: a Yamato Eventos está preparando uma edição super especial para o Super Friends Spirits 2012, onde pretende trazer ao palco do evento mais de 10 artistas de um vez. Se isso acontecer, o Brasil terá um festival de animesong apenas comparado ao grandes festivais anuais japoneses.

É nítido que o sucesso de um Super Friends Spirits é totalmente proporcional a popularidade dos cantores no Brasil, logo na fila para a tarde de autógrafos era possível notar o entusiasmo dos fãs ao chegarem perto de seus ídolos. O sucesso da edição de 2007 foi juntar no palco cantores famosos no Brasil com cantores de músicas mais alternativas. Os anos anteriores, mesmo trazendo bons artistas, não foram suficiente para animar o público tanto como foi no ano em que o Anime Friends completou meia década de existência.

Nobuo levou o público a loucura quando cantou Pegasus Fantasy em português!

Felizmente, 2011 foi marcado por reascender o espírito inovador e motivador do Super Friends Spirits. Assim como bastou apenas uma música para Nobuo Yamada ser considerado um dos maiores cantores de animesong de todos os tempos, bastou sua presença no palco do Super Friends Spirits para que o evento possa ser considerado um dos melhores que o Anime Friends já teve. Há algo em Yamada que transcende a própria capacidade do cantor, algo inspirador que transforma em sucesso tudo aquilo que participa.

Completando ainda mais a apresentação, tivemos Takayoshi Tanimoto. A grande novidade nos eventos da Yamato não decepcionou e conseguiu conquistar o carisma e a motivação do público. E tudo isso não foi graças ao recente sucesso de Dragon Ball Kai, foi graças a performance incrível de Tanimoto, que jamais será esquecido pelo público do Anime Friends.

Para firmar que o show fosse completo, o público do Anime Friends 2011 ainda teve a felicidade de assistir a um show mais longo que todos os anteriores desde 2007. Com quase duas horas de duração, os artistas aproveitaram muito bem o tempo no palco, cantando as suas principais canções, mostrando novidades e alegrando o público a cada vez que subiam no palco. Mesmo sem canar sua nova música, o tema do tokusatsu Goseiger, Yamada cantou temas nunca antes interpretados no Brasil, como os inserts de Magiranger. A banda Wasabi, que acompanhou os artistas tiveram uma performance incrível se firmando mais uma vez como a maior banda de animesongs do Brasil.

Enfim, a Yamato Eventos caprichou na edição 2011 do Anime Friends. As atrações dos shows internacionais transformaram o evento num verdadeiro sucesso, e mesmo os erros cometidos no primeiro fim-de-semana foram sanados no Super Friends Spirits do dia de encerramento do evento, que mais que um grande show, foi um verdadeiro presente ao fãs de animesong.

E para melhorar ainda mais, a equipe de realização do evento ainda enche de esperanças seu público cativo, anunciando para 2012 o maior Anime Friends de toda a história.

*Fotos oriundas do site Planeta Otaku. Clique aquipara ver toda a galeria do evento.

VÍDEOS

• Takayoshi Tanimoto cantando Dragon Soul

 

• Nobuo Yamada cantando Pegasus Fantasy

 

• Nobuo Yamada cantando Bokenger Go On Fighting

 

• Takayoshi Tanimoto cantando Juuken Sentai Gekiranger

 

•Nobuo Yamada cantando Never

 

• Nobuo Yamada cantando Blue Forever

 

Nobuo Yamada cantando Pegasus Fantasy em português (aos 1min30seg)

Conrad editora volta a ativa: Episódio G e Gen estão de volta as bancas, mas One Piece e Dragon Ball se despedem da editora

Em uma declaração dada a imprensa nesse dia o4 de maio (clique aqui para conferir) a Conrad Editora, após 4 anos sem novidades e com a maioria de seus mangás sem novos números, esclareceu os problemas que a vinham interferindo  por esse período.

A editora foi comprada em 2008 pela editora de livros didáticos IBEP, após uma grave crise financeira que teve inicio em 2006. Mesmo com algumas boas investidas no mercado, que incluem principalmente a retomada de algumas publicações e o lançamento de manhwas, a editora só pode regularizar a situação agora.

Confira abaixo como ficarão as principais séries da editora:


Esta talvez seja a melhor notícia que a editora trouxe com seu comunicado. Após quase 5 anos sem novos números, a Conrad Editra volta a publicar o mangá Os Cavaleiros do Zodíaco Epísódio G, spin-of da série original que a história de Aiolia de Leão e os demais cavaleiros de ouro na sua luta contra Cronos e os titãs, tudo isso seis anos antes do início da série de Seiya e os outros.

O mangá era o mais vendido no Brasil na época em que foi pausado, rendendo a editora novas impressões de alguns números e edições (em pack) para colecionadores. Apesar de ainda não ter uma data definida, o mangá volta às bancas e lojas especializadas ainda nesse primeiro semestre de 2011, continuando do número que parou.

Todas as edições contam com a revisão do site CavZodíaco que já acompanhava a editora antes mesmo da pausa na publicação.

Gen – Pés Descalços foi uma publicação que chamou a atenção do mundo por contar a história auto-biográfica do autor Keiji Nakazawa durante suas expriências durante a II Guerra Mundial.

A Conrad já havia publicado o manga por aqui seguindo a edição americana. Agora a editora trará o mangá em seu formato original japonês também ainda nesse primeiro semestre de 2011.

Essa pegou de surpresa até mesmo os mais desesperançosos. O hit seinen Battle Royale também voltará a ser publicado de onde parou a partir do segundo semestre deste ano.

Battle Royale é o mangá baseado no livro de mesmo nome que conta a história de jovens de 15 e 16 anos que são levados a ilha Okishima onde participarão de um macabro jogo de sobrevivência onde apenas um sobreviverá.

Infelizmente nem tudo são boas notícias. Por, como a própria editora declarou, exigências impossíveis de serem feitas, a Conrad Editora cancelou seu contrato com a editora Shueisha, a maior e mais tradicional editora de mangás do Japão.

Com o cancelamento do contrato, é certo o cacelamento de One Piece e Dragon Ball Edição Definitiva, além de impossibilitar novas edições de tantos outros títulos que possuia a Conrad, como Os Cavaleiros do Zodiaco (clássico, não o Episódio G), Slam Dumk e Dr. Slump.

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Também foram confirmados o cancelamento dos títulos da editora Shogakukan, que pertence ao mesmo conglomerado editorial da Shueisha. São três os títulos: Sanctuary, escrito por Sho Fumimura e desenhado por Ryoichi Ikegami, Monster, de Naoki Urasawa, e MegaMan NT Warrior, de Ryo Takamisaki.

Ainda não se sabe detalhes de outros títulos pausados da editora, como Nausicaä do Vale do Vento e Vagabond, mas em breve a editora deve trazer mais iformações sobre os títulos.

A volta da Conrad Editora ao mercado de mangás e com títulos de peso, mesmo que tendo que cancelar alguns de seus principais títulos, é uma grande notícia para os fãs em geral. A Conrad foi a pioneira em trazer o mangá para o Brasil e a responsável por fazer desse gênero o fenômeno de entretenimento que é.

Boa sorte Conrad e que essa nova fase seja regida por muitos bons agouros.

Divulgada as datas das apresentações internacionais do Anime Friends 2011

A Yamato Corporation divulgou as datas dos shows das atrações internacionais do Anime Friends 2011 em uma, sutil, atualização no site oficial. Confira:

SUPER FRIENDS SPIRITS
INGRESSO R$30,00
DIA 17 de julho (domingo)

APRESENTANDO:
– Nobuo Yamada: intérprete de Pegasus Fantasy, Blue Forever, Never, Bokenger, Goseiger entre outros.
– Takayoshi Tanimoto: intérprete de Dragon Soul, Yeah Break Care Break e o tema de digievolução de Digimon Tamers.

*especula-se que mais um animesonger (ainda não revelado) se apresentará junto dos dois artistas no Super Friends Spirits.


YAMATO MUSIC STATION
INGRESSO R$30,00
DIA 16 de julho (sábado)

APRESENTANDO:
– M.O.V.E.: Dogfight, Nobody Reason, etc…
– Kaya: VK Music.

*especula-se que os artistas se apresentarão em dois shows separados no mesmo dia.

Confira as atrações internacionais do Anime Friends 2011

A Yamato Corp. colocou no ar o pré-hotsite do Anime Friends 2011 e já anunciou os primeiros artistas internacionais confirmados para subirem no palco principal do evento, que já está em sua nona edição. Assim como foi em 2008 e 2009, o Anime Friends 2011 dividirá os shows internacionais em duas categorias de espetáculo:

• Super Friends Spirits: voltado aos cantores de animesongs, o tradicional espetáculo é baseado no Animelo Summer e o Super Hero Spirits (do qual deriva seu nome), os maiores festivais deste gênero musical no Japão.

• Yamato Music Station: o popular YES! é o nome dado aos espetáculos patrocinados pela Yamato que trazem os mais diversos artistas dos mais variados estilos musicais do Japão.

Os dias dos shows, bem como a data do Anime Friends ainda não foi confirmada, mas você já pode conferir um pouco da história de cada artista, bem como seus principais trabalhos e o que você pode esperar da apresentação de cada um deles.

• NOBUO YAMADA
Pegasus Fantasy. Bastou uma única música para que Nobuo Yamada colocasse para sempre seu nome na história como um dos maiores cantores de animesong de todos os tempos. Vocalista da banda Hard Rock Make-Up, sucesso no Japão nos anos 80, Nobuo ficou conhecido no mundo todo por interpretar os temas de abertura e encerramento d’Os Cavaleiros do Zodíaco.

Hoje, além dos trabalhos com o Make-Up e em carreira solo, o cantor ainda participa de diversos projetos musicais, integrando a recém formada banda Dr. Metal Factory, que faz covers de clássicos da J-Music em formato Heavy Metal e o Project R, grupo musical formado pela Toei Company para compor os temas dos tokusatsu produzidos pela empresa, que já lhe renderam os temas de abertura de Gou Gou Sentai Boukenger e Tensou Sentai Goseiger.

Confira o videoclip de Pegasus Fantasy, tema de abertura de Os Cavaleiros do Zodíaco regravada pelo Dr. Metal Factory, com Nobuo Yamada em uma performance incrível:

• TAKAYOSHI TANIMOTO
Takayoshi Tanimoto tem história no mundo dos animesongs, sendo o intérprete do tema de evolução de Digimon Tamers e os temas de abertura de Zatch Bell e Juuken Sentai Gekiranger. Mas foi em 2009 que o cantor atingiu o ápice de sua carreira, quando gravou os temas de abertura e encerramento de Dragon Ball Kai, versão remasterizada (e encurtada) de Dragon Ball Z.

Confira uma apresentação ao vivo do cantor interpretando Dragon Soul, tema de abertura de Dragon Ball Kai no especial Kingrum 2009 da tv japonesa:

• M.O.V.E.
M.O.V.E. é uma dupla de j-pop formada em 1997 por Yuri e Motsu. Conhecida pelo seu estilo único com o qual eles misturam rock, rap, música eletrônica, metal e muitos outros gêneros em suas músicas, o conjunto alcançou sucesso ao interpretar a música Around The World, a primeira abertura do anime Initial D.

Abaixo você confere o videoclip da música DogFight, quarta abertura do anime Initial D e carro chefe dos shows do M.O.V.E.:

• KAYA
Conhecido pelo sua aprência andrógena e elegantes vestidos, Kaya é um cantor adepto do Visual Kei, estilo musical e comportamental que gerou diversas bandas de sucesso no Japão como An Caffe e Kagrra. Kaya ganhou destaque no mercado fonográfio japonês em 2006, quando lançou seu primeiro álbum, Kaleidoscope.

Confira uma apresentação ao vivo do cantor com a música Carmilla:

*É possível qua a Yamato anuncie ainda mais artistas que entregarão o Super Friends Spirits, por isso fiquem ligados em atualizações no blog.

Dragon Ball terá apenas 4 episódios redublados

Segundo a dubladora Tânia Gaidarji (a voz da Bulma) informou ao site JBOX, a CBS realizou um trabalho de redublagem apenas em 4 episódios da 1ª fase da série: 25, 26, 27 e 28. Esses episódios marcam o final do Torneio Budokai de Artes Marciais – arco que começou a ser lançado via PlayArte em DVD a partir do volume 5 – que chega as lojas em setembro, conforme divulgamos aqui.

Com direção de Cassius Romero (a 1ª voz do Tuxedo Mask de Sailor Moon, a 1ª voz do Aoshi em Samurai X, e uma penca de cavaleiros – como Algol de Perseu, Hagen de Merak e o Nachi de Lobo – nos Cavaleiros do Zodíaco), tais episódios foram traduzidos do original japonês e segundo a própria Tânia, não se sabe se novos capítulos chegarão na empresa para ganhar redublagem também. E aos preocupados com troca de vozes, a mesma garantiu que o elenco da dublagem dos anos 2000(versão Álamo e DPN) foi mantido.

Agradecemos a dubladora Tânia Gaidarji pelas informações divulgadas.

Novas informações direto da dubladora da Bulma.

Dragon Ball ganha nova dublagem!

Quando você perde todas as esperanças de ver um trabalho bem feitos com uma das melhores séries animadas de todos os tempos eis que surge um milagre: a primeira fase de Dragon Ball, que conta a infância de Goku junto com Bulma pela busca das Esferas do Dragão, está sendo redublada nos estúdios CBS, o mesmo responsável pelas dublagens de Bleach e Naruto.


A notícia veio através do dublador Igor Lott (Fukusuke em Naruto e Shishido em Os Super Onze) em seu twitter. Lott confirmou se tratar da primeira fase de Dragon Ball (e não de Dragon Ball Kai, como os fãs imaginaram) e ainda confirmou que a direção está a cargo de Cassius Romero.

Por aqui pela primeira vez na década de 90, Dragon Ball ganhou sua primeira versão dublada nos estúdios da Gota Mágica, onde só teve 60 de seus 153 episódios dublados e transmitidos pelo SBT.

No início dos anos 2000, com o sucesso da fase Z, Dragon Ball retornou ao Brasil tendo seus primeiros episíodios dublados pela Álamo, repassado depois para a DPN e retornando a Álamo para sua finalização e ser exibido na Rede Globo.

Toda essa troca de estúdios resultou num trabalho muito abaixo do esperado e com um elenco totalmente diferente da versão realizada pela Gota Mágica, que ainda hoje é considerada pelos fãs como a melhor que o anime já teve.

Ainda não se sabe qual o destino desses episódios, o mais provável é que sejam utilizados nos DVDs oficiais que a Playarte está comercializando, já que a dublagem dos anos 2000 teve muitos cortes devidos as cenas picantes e politicamente incorretas do ingênuo Goku.

COMENTÁRIO DAVI JR o ideal seria que a CBS seguisse um elenco mais próximo do original utilizado na dublagem da Gota Mágica, que seu muito mais vida e qualidade a história de Goku e cia que a maior parte do elenco utilizado nos anos 2000. Se for confirmado que os episódios serão utilizados nos DVD’s da Playrte, espera-se também que o material volte a ser vendidos desde o episódio 1, já que os primeiros volumes da Playarte sofreram diversas críticas, tanto pela qualidade ruim de imagem, quanto pela quantidade mínima de episódios, 3 em cada disco.

Os Simpsons em versão Sayajin

Veja até onde pode chegar a criatividade humana!

Como se não bastassem 508 episódios para TV, mais de 20 filmes, 42 volumes de mangá, recordes de audiência em todo mundo, um filme em hollywood (meio tosco, mas tá lá), centenas de miniaturas, dezenas de jogos e uma versão remasterizada de sua principal saga, Dragon Ball, a maior série japonesa de todos os tempos parece não dar sinais de ter os investimeos em sua franquia encerrada.

Ao mesmo tempo, com números tão significativos quanto Dragon Ball, temos Os Simpsons, o maior desenhos animado de todos os tempos, que conseguiu ao longo de suas atuais 21 temporadas conseguiu se tornar o maior fenômeno de cultura pop dos anos 90.

A semelhança entre as duas séries? Fora seu grande número de recordes, grande númeor de episódios e grande número de fãs, temos um video um tanto quanto inusitado que vêm sendo veiculado na rede a um tempo.

Trata-se de um clipe que trás uma versão de Springfield de Goku e seus amigos. Temos Bart Simpson como Goku, Marge como Bulma, Homer como Tenshin-han e o senhor Burns como… É melhor que você mesmo veja.

Realizado pelo site Mangomics.com, o vídeo ainda traz a segunda música de abertura do anime em sua versão original, cantada por Hironobu Kageyama, para ilustrar a animação. Confira: