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Parada Cosplay no Parque do Corrupira marcou o Dia das Crianças de Jundiaí

Com o sucesso da Parada Cosplay na Feira da Amizade 2013, uma nova edição do desfile de heróis e vilões foi marcado em Jundiaí! Dessa vez, foi a vez do Parque do Corrupira ser invadida pelos maiores heróis do universo!

Para comemorar o Dia das Crianças numa festa que uniu a Prefeitura e diversas instituições da cidade, Homem-Aranha, Coringa, Mulher-Maravilha, Charada, Emília, Branca de Neve, Alice, Cinderela, Yuna, Tidus e os ilustres cavaleiros de ouro d’Os Cavaleiros do Zodíaco fizeram a festa da garota e encontraram diversos fãs de todas as idades!

Parada Cosplay Dia das crianças jundiaí 2013

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RESENHA: Os Cavaleiros do Zodíaco Ômega, o arco de Palaestra

“Sempre que as forças do mal tentam dominar a Terra, os cavaleiros de Atena surgem para protegê-la e as cortinas de uma nova Guerra Santa se abrem.” Era com essa frase que em em 1986 estreiou na TV Asahi o anime que emocionou jovens e adultos no mundo todo durantes os anos 80 e 90. Mais de duas décadas e meia depois, a mesma rede de TV japonesa estréia Os Cavaleiros do Zodíaco Ômega para que novos jovens e adultos sejam apresentados através de Palaestra a um mundo de heróis e vilões, sonhos e esperanças.

SURGE UM NOVO PÉGASO

Parece que foi ontem a primeira vez que Seiya, um orfão japonês enviado ao Santuário da Grécia, sagrou-se campeão em uma disputa de mais de 100 candidatos ao título de cavaleiro de bronze de conseguiu a armadura sagrada de Pégaso vencendo o gigante Cássius.

Se para um japonês isso já faz mais de 26 anos e para o resto do mundo já quase completará duas décadas de histórias incríveis e excitantes, para as crianças da década de 2.000 isso nunca parece ter acontecido.

Rompendo fronteiras desde que começou a ser contada a sua história nas páginas da Shonen Jump, Seiya e os outros cavaleiros de bronze quebraram recordes atrás de recordes em audiência e vendas de bonecos em todo o mundo graças a um história cativante que amadurece a medida que o leitor também se desenvolve.

O novo protagonista é um misto da figura do herói oriental e ocidental.

Porém, assim como são as inúmeras Guerras Santas que Atena travou com diversos deuses por toda a história, a história do Pégaso que subiu aos céus para proteger a sua deusa passou a virar um marco distante da história, mantendo-se na mente dos fãs, mas desconhecido para o público jovem.

Conhecendo o potencial da série, diversas mídias se utilizaram da história de Seiya para gerar novos fãs e novas vendas. A animação da Saga de Hades, o filme Prólogo do Céu, as novas linhas de bonecos, os mangás Episódio G, The Lost Canvas e Next Dimension (este último escrito pelo próprio autor) sempre foram muito bem recebidos pelos fãs de longa data, mas nada que superasse o principal apelo midiático que séries como One Piece, Naruto e Bleach tiveram nos anos 2000: sua presença na TV.

Por até hoje ser uma da séries mais rentáveis da Toei Animation, o estúdio de animação tomou uma decisão inesperada no ano 2012: fazer renascer a história dos cavaleiros de Atena em uma série de tv totalmente nova e atualizada no tempo para os dias de hoje a fim de despertar a identificação com o público mais rentável de animações: as crianças. Nasceu Os Cavaleiros do Zodíaco Ômega (ou Saint Seiya Ω, no original).

Souma, o cavaleiro de bronze de Leão Menor, é brasileiro!

PALAESTRA

Após uma estréia divisora de águas no segmento de animações japonesas em que a Toei fez simultâneamente uma pré-estreia em cinemas de cinco países (Brasil, França, China, Coréia do Sul e é claro, Japão) espalhados por todo o globo, o primeiro episódio refletiu muito bem o que seria toda a série: uma nova história empolgante com potencial de marcar uma geração mas que não tem uma razão de ser (leia a resenha com as primeiras impressões clicando aqui).

O tempo sempre foi um elemento curioso em Os Cavaleiros do Zodíaco. Fora a localização histórica das Guerras Santas, o ano nunca refletiu muita coisa, já que como num conto cavaleiresco europeu da época do Romantismo, o cenário e o desenvolvimento da história sempre acontece em lugares idealizados, distantes da realidade propriamente dita. Mas metáforas a parte, foi uma boa jogada de marketing fazer como Masami Kurumada, o autor do mangá original, fez nos anos 80, localizar o tempo-espaço na época presente, fazendo com que o espectador se aproxime da história, no caso de Ômega, o ano de 2012.

Além de dar a impressão que os personagens estão lutando em algum lugar do mundo enquanto o espectador assiste sua aventura, parece muito mais crível, do ponto de vista da criança, que a possibilidade de se tornar um herói aconteça com ela.

E o cenário segue a mesma premissa do tempo escolhido: para o primeiro arco não poderia ter sido outro senão um que privilegiasse uma pronta identificação do leitor, uma típica escola japonesa. Após ser sequestrada pelo vilão Marte, o novo protagonista da série, Kouga, vai com a recém herdada armadura de Pégaso para o local de treinamento dos novos cavaleiros: a escola Palaestra.

A rebelde Yuna de Águia se recusa a usar a máscara de amazona.

Fazer amigos, aprender um mundo novo, desenvolver a auto-disciplina. Uma escola ensina tudo isso e muito mais, ainda mais numa escola com alunos multiplos países, de variadas histórias e centenas de contextos sociais. E mais uma vez a Toei acertou para o seu propósito: além de deixar o violento Santuário da Grécia com uma cara de High School Musical (o mais comum entre a variada gama de animes atuais), as diversas nacionalidades dos alunos cavaleiros aproximam os especadores de todo o mundo à história de Ômega.

Se o japonês Kouga é o típico protagonista problemáticos que aprende a superar desafios numa mistura dos estilos mais performáticos dos mocinhos ocidentais e orientais, é o brasileiro Souma de Leão Menor que faz o papel de admirador nato da história dos cavaleiros e o esperançoso personagem inocênte que toda boa história deve ter.

Além do passado de cada um intervir em sua personalidade, o conflito de ideias com o restante da equipe de protagonistas vai desenvolvendo os personagens em Palaestra. A rebelde francesa Yuna de Águia (sim, uma amazona de águia igual a Marin, mas com armadura de bronze ao invés de prata) que se recusa a usar a máscara de amazona e o silencioso chinês Ryuho de Dragão, filho de Shiryu com Shunrey, vão descobrindo, junto a Kouga e Souma o quanto a vida de um cavaleiro pode ser a medida que Palaestra vai sendo tomada por Marte com o passar dos episódios.

Ryuho de Dragão é um ponto de ligação entre fãs do passado e do presente!

Em um ritmo interessante porém previsível e com formato fechado de episódios, as referências a saga original é feita de forma criativa e respeitando a obra original, com direito a um torneio de cavaleiros de bronze, onde em meio a diversos cavaleiros originais de constelações nunca antes exploradas se destaca o intrépido Éden de Órion, o favorito a ganhar o torneio e se tornar um cavaleiro de prata.

OS METEÓROS DE UMA NOVA GERAÇÃO

O primeiro arco de Os Cavaleiros do Zodíaco Ômega satifaz e tem seus pontos altos. Para os fãs de longa data, sempre que as referências a série clássica são feitas, momentos de exaltação são criadas, e para os novos fãs o conhecimento de um universo rico e até então novo enche os olhos com a qualidade de animação que não se via da Toei a anos.

As mudanças estruturais e os conceitos quebrados podem incomodar os fãs de longa data mas se adaptam a nova geração e apesar da razão de ser da série ainda não estar muito clara nesses primeiros 10 episódios que contemplam o arco em Palaestra, e o vilão ainda parece muito capenga se comparado a Saga de Gêmeos, Éris, Poseidon, Abel, Hades ou outros que Seiya e os outros já enfrentaram, mas se o objetivo deste spin-off é reascender a chama da série num novo público, a Toei está fazendo um belo trabalho com a série.

O arco de Palaestra teve a função de apresentar os personagens da história.

Campanha “Queremos Saint Seiya dublado em português no PS3”

O site CavZodíaco iníciou há pouco tempo uma campanha audaciosa: unir os fãs brasileiros para convencer a produtora de jogos Bandai/Nanco a lançar no Brasil uma versão com áudio em português do jogo Saint Seiya Senki. Confira abaixo os detalhes da campanha:


INTRODUÇÃO
Como todos os fãs já sabem, no dia 23 de Novembro de 2011 será lançado, no Japão, o jogo Saint Seiya Senki, o primeiro jogo da série para o console PlayStation 3 (a versão européia, intitulada Saint Seiya Sanctuary Battle será lançada apenas em Fevereiro de 2012).

Como o jogo está sendo muito aguardado pela comunidade de fãs brasileiros e amparado por um entrevista realizada pelo portal UOL com o produtor do jogo, o sr. Ryo Mito, durante o evento Tokyo Game Show 2011, que sinalizou a possibilidade de no futuro termos uma versão em português (legendada e/ou dublada) desde que a “voz” dos fãs brasileiros chegassem até eles, o site CavZodíaco decidiu criar a campanha Queremos Saint Seiya dublado em português no PS3. Confira abaixo o release oficial do site sobre a campanha:

A CAMPANHA
A ideia é mostrar para a Bandai/Namco de que existem muitos fãs brasileiros dos Cavaleiros do Zodíaco e que eles comprarão a versão em português (via mídia do jogo ou via PSN) caso esta seja produzida. Para isso, pensamos que um simples abaixo assinado não irá surtir efeito, tendo em vista que nos dias de hoje pode ser facilmente burlado (repetições de cadastros, cadastros falsos etc). Sendo assim, foi pensado em uma maneira mais efetiva de mostrar que além de existirem muitos fãs no Brasil, eles consomem produtos originais da série, dando uma importante contribuição para o mercado internacional e para a continuação e lançamentos de novos produtos.
Na página da campanha (clique aqui), haverá um mural com fotos dos fãs ao lado de um ou mais produtos originais da série. Vale qualquer produto (nacional ou importado), mas desde que seja original. Caso não tenha, vale pegar o produto emprestado com o amigo, parentes etc, desde que o fã apareça na foto prestigiando um produto original. As fotos deverão ser enviadas para o E-Mail abaixo, com Nome Completo, CDZID (código de cadastro do site CavZodíaco, se o fã for cadastrado no site, caso contrário não é necessário enviar), Idade, Cidade e Estado. Os fãs podem ajudar também através das redes sociais, divulgando a campanha e a hashtag #saintseiyadubladops3. Além das fotos, o barulho nas redes sociais será fundamental! Lembrando que não temos garantia alguma de que esta campanha dará certo, mas iremos tentar da mesma forma já que no final ganharemos também uma seção especial com as coleções dos fãs que ficará eternizada para sempre!

APOIO DO BLOG NEXTCONQUEROR
Tanto por ser um fã inveterado de Saint Seiya, como para dar apoio à genial campanha do CavZodíaco, resolvi postar as minhas fotos aqui e nas redes sociais a qual participo. Surgiro que fãs blogueiros, vlogueiros e possuidores de demais canais na rede façam o mesmo para ampliar as extensões da campanha.

REVIEW: The Lost Canvas – ep.14 e 15

Lançados na semana passada no Japão, o primeiro disco da segunda temporada do anime Saint Seiya The Lost Canvas já causam furor entre os fãs!

Com uma qualidade de primeira utilizada na produção dos primeiros 13 episódios, que compõe a primeira temporada, a expectativa em relação aos novos episódios eram grandes, ainda mais após a divulgação prévia do video do tema de abertura dessa nova leva de episódios. Confira agora um review completo dos dois episódios lançados:

ABERTURA

Apesar de já muito comentado, vale a pena comentar a qualidade do novo video de abertura, mesmo ela tendo algumas falhas se comparado com a primeira abertura e com todas as outras que a série clássica já teve.

O jogo de câmeras inicial é fantástico! Oxalá as cenas de luta vindouras apresentem tal recurso. O que a abertura peca é em praticamente esquecer da existência dos protagonistas (Tenma, Sasha, Alone, Yato e Yuzuriha) e passar a maior parte de seu video apenas apresentando os cavaleiros dourados, os inimigos e mais alguns personagens.

Esse erro foi o mesmo cometido em Hades Inferno e Elíseos, porém, em The Lost Canvas é perdoável. A qualidade da animação dessas cenas de apresentação de personagem é bem superior ao dessas duas últimas sagas produzidas pela Toei, trazendo vários efeitos visuais, variação de fundos e muita dinâmica de personagens.

Sasha observa o Lost Canvas preocupada com Tenma e os outros.

A música continua a mesma, The Realm of Athena da banda Eurox. Isso poder ser considerado tanto bom, como ruim.

Vendo de um ponto de vista negativo, a série perde e muito. Primeiro porque o fã de animações japonesas se acostumou com a grande variação de músicas de abertura em um grande anime nos dias de hoje.

Esse fenômeno vem desde o início dos anos 2000, quando as grandes gravadoras japonesas viram os animes como um grande meio de divulgação de suas músicas. Assim, The Lost Canvas sem uma nova abertura pode ser sinal que nenhuma gravadora japonesa viu potencial no anime e não se interessou por colocar uma de suas bandas na animação.

Porém, vendo de um ponto de vista positivo, mesmo que haja desinteresse das gravadoras, isso é bom. As músicas de gravadoras que pagam para ter sua banda cantando um tema de animes são chamadas de stead-up’s (numa tradução livre, por para cima) e tem como função divulgar a banda para públicos maiores, gerando mais lucro para a gravadora e custo zero para o estúdio de animação.

O ruim, é que na maioria das vezes, as músicas, mesmo na maioria das vezes tendo uma qualidade inquestionável, pouco ou nada tem a ver com o enredo da animação, deixando a abertura descaracterizada.

Diferente dos stead-up’s, são os animesong’s, que são as músicas diretamente compostas para determinado anime, como é o caso de Pegasus Fantasy, Chala-Head-Chala, We Are e a própria Realm Of Athena.

Assim, deixar a música da primeira temporada pode ter sido uma escolha da TMS para evitar que um stead-up descaracterizasse uma franquia que sempre teve animesong’s em seu setlist.

Então porque não criar um novo animesong para a nova temporada?

Há duas possíveis causas: a primeira para cortar gastos, já que os animesong’s são feito sob encomenda, ou mesmo para deixar a música da banda Eurox marcada como A abertura de The Lost Canvas, estratégia essa muito comum nos anos 80 e 90 na formatação de um anime.

EPISÓDIO 14

Confira um resumo do episódio aqui.

Apesar da nova leva de episódios ser uma continuação dos 13 primeiros eisódios, a TMS pareceu querer dar um tom de início de nova saga nesse episódio. Assim, o diretor Osamu Nabeshima reservou a primeira metade do anime a reapresentar alguns personagens chave dessa nova saga e a recordar alguns pontos importantes que vão influencia-la. Isso fica claro, principalmente, quando acontece a pequena luta de boas-vindas entre Sage e Harukei e os diálogos entre Pandora e os deuses gêmeos.

Os deuses Gêmeos observam o Lost Canvas.

Essa foi uma sábia decisão do estúdio, pois assim como se fosse uma seriado de TV, pressupõe-se que quem está assistindo os episódios demorou um pouco de tempo para assistir a uma temporada e outra. Ainda mais por a animação ter usado sequências que não existem no mangá, reforçando ainda mais a originalidade do anime em relação ao mangá.

A sequência da discussão infantil entre Tenma e Yato é um ponto marcante para destacarmos. Tendo em vista que Shiori Teshirogi, a autora do mangá, é muito boa para criar personalidades marcantes para seus personagens, mas não é tão boa assim para desenvolvê-las a longo prazo. Assim, essas briguinhas de Tenma e Yato que são muito comuns no início da história e no arco do barco da esperança, foram inseridas nessa segunda temporada no anime, deixando mais linear a personalidade a relação entre os personagens.

É nessa sequência também que a função protetora da amazona Yuzuriha é ressaltada. Num gesto singelo, porém humanitário, a personagem impede que Tenma escorregue do penhasco.

Pouco antes do eyecatch, o primeiro episódio realmente começa. A adaptação é excelente, totalmente focado nos protagonistas cavaleiros, principalmente em Tenma, onde o foco é mostrar os perigos enfrentados por Tenma durante a sua luta contra Velônica, que usa recursos covardes para tirar vantagem durante a batalha.

Porém, quem mais cresceu nesse episódio em relação ao enredo, foi o próprio Velônica, que mesmo sendo um personagem novo, firmou sua personalidade de maneira marcante. Tanto sua voz, mais grossa e bem masulina, como a trilha sonora, baseado em cânticos católicos tocados em orgão, que embasou a participação do personagem acrescentou muito ao episódio.

Tenma enfrenta a covardia de Velonica.

O embate de Tenma com Velônica também surpreendeu. Aliado a trilha sonora de Velônica, o tom da luta se aproxima muito do gênero do terror, inexistente na série clássica, mas que foi adicionada ao The Lost Canvas. Esse estilo favoreceu muito animação em sua primeira temporada e ainda mais agora no início desse novo arco, que faz uma dobradinha perfeita junto com a carga emocional que o diretor Nabeshima sempre soube adequar tão bem na animação.

EPISÓDIO 15

Se alguém ainda duvidava que a TMS era um estúdio que se preocupa com os mínimos detalhes para a concepção de seus animes, acabou de cair do pégaso nesse décimo quinto episóio de The Lost Canvas.

Em 2009 na revista Princess Gold foi lançado uma história extra (gaiden)da personagem Yuzuriha, em que curiosidades do seu passado eram contados.

Todas essas curiosidades surgiram das dúvidas despertadas pelos fãs quando no arco da Floresta da Morte a personagem se encontrou com seu irmão em uma ilusão de Velônica.

Pois bem, como qualquer estúdio de qualidade e com um diretor preocupado com o sucesso de sua animação, foi inserida essa história extra dentro do episódio em que Yuzuriha tem essa ilusão.

Yuzuriha enfrenta seu passado na Floresta da Morte.

Utilizando o recurso de flashback que muito remete ao seriado americano Lost, o diretor foi intercalando o que acontece entre o presente e o passado.

E a inovação continua. Ainda nesse episódio foi inserido um passado para o personagem Yato, sequência que não existe no mangá. Parecido com o que acontece com Yuzuriha, o cavaleiro de Unicórnio passa a se lembrar de seu passado enquanto enfrenta os perigos da floresta da morte.

Os fãs mais puristas muito reclamam dos fillers, neologismo dado as sequências e/ou episódios inseridos pela produção do anime que não existem no mangá original.

Porém, dificilmente haverá motivos para questiona-los em The Lost Canvas. Diferente da grande maioria dos fillers, os inseridos em The Lost Canvas apenas acrescentam novidades a série. Em muitos casos, ainda servem para tapar os buracos deixados pela autora original, fazendo do roteiro da animação algo ainda mais completo que a própria obra original.

Uma sequência original do anime: o passado de Yato!

O filler do passado de Yato é o melhor exemplo disso. Sua sequência somada ao gaiden da Yuzuriha, mostram como a animação está firmando ambos os personagens como protagonistas da hitória, algo que era a intenção original da autora, mas que oscilou muito durante a produção do mangá.

O fim do episódio é marcado pelo reencontro dos três protagonistas que, juntos, iniciarão a derradeira batalha contra Velônica nos próximos episódios.

Essa incitação de batalha no fim do episódio era muito comum na série clássica, e foi um recurso de primeira para finalizar o primeiro disco da segunda temporada do The Lost Canvas em DVD.

ENCERRAMENTO

Assim como o tema de abertura, a música do encerramento foi mantida, mas alterações no video foram realizadas.

Agora, a imagem com a infância de Tenma, Sasha e Alone já dá início ao video e vai se desmanchando para mostrar os três personagens já crescidos.

A cena é bastante Característica, mostrando Sasha e Alone numa luta e Tenma ao centro, divido entre passado e presente.

Foi uma alteração criativa, porém finalizar o anime com a cena dos protagonistas em sua mais doce inocência, era algo bem mais emblemático para série.

EM TEMPO…

O próximo disco, com os episódios 16 e 17, saem março. Até lá.

Pegasus Fantasy – as versões de Eizo Sakamoto

Pegasus Fantasy. Bastou uma música para que Nobuo Yamada fosse considerado até hoje um dos maiores intérpretes de animesong’s de todos os tempos. A música repercutiu tanto na carreira do cantor que estimulou a diversos outros cantores de sucesso no Japão a gravar suas próprias versões de um dos temas de anime mais cultuados no Japão. Um desses cantores é Eizo Sakamoto.

Mesmo que você não conheça muito de animesong’s,já deve ter ouvido falar em Eizo Sakamoto. Isso porque o cantor foi um dos poucos cantores de Heavy Metal japonês que conseguiu se libertar das fronteiras da Ásia e ser reconhecido em todo mundo como, segundo eleição da revista BURRN! em 2008, como um dos 15 maiores vocalistas que Heavy Metal já teve no mundo.

Nascido em 26 de fevereiro de 1964, a carreira do cantor decolou nos anos 80, onde, como vocalista da banda ANTHEN, Eizo foi considerado um dos maiores expoentes do Heavy Metal japonês. Sua busca era sempre seguir uma linha heavy tradicional como principal característica. O grupo era formado inicialmente por Eizo Sakamoto (vocal), Hiroya Fukuda (guitarra), Naoto Shibata (baixo) e Takamasa Ohuchi (bateria).

Mas foi nos anos 90 que o cantor passou a se relacionar com o universo dos animesongs, quando fundou a banda Animetal.

• ANIMETAL

“Por que não misturar canções de anime com metal?”. A conceito do Animetal surgiu de uma conversa casual entre Eizo Sakamoto, Yoshio Nomura e Yorimasa Hisatake (que depois seria o produtor da nova banda do amigo).

A partir de uma idéia simples, porém inovadora, nascia o Animetal. A banda nasceu em 1996 e seguiu na ativa até 2006. Mesmo para os mais céticos, os números da banda impressionam: a banda conta com 14 álbuns, 17 singles, 6 DVDs e 13 ex-integrantes. A última (e principal) formação da banda foi Eizo Sakamoto (fundador da banda e vocalista, 1996-2010), Syu (guitarrista, 2003-2006), Masaki (baixista, 1997-2006), Katsuji (baterista, 1997-2006) e Mie (vocalista feminina “Animetal Lady”, 1997-2006).

A banda foi tão bem sucedida, que hoje em dia o nome da banda, Animetal, é comumente usado como gênero musical que transforma musicas de anime em Heavy Metal.

Pegasus Fantasy foi gravada no CD Animetal Marathon V, em 2003, mesma época que os OVA’s de Hades Chapter Sanctuary estavam sendo comercializados no Japão. Aqui o tracklist do álbum, que conta com dois discos:

1. Satsuriko no Juuika
2. Pegasus Fantasy
3. Toushi Gordian
4. Choujin Sentai Baradakku
5. Try Attack!
6. Starhingar no Uta
7. Roller Hero Mutekingu
8. Midnight Submarine
9. Yume no Funanori
10. Kinnikuman Go Fight!
11. Hoonoo no Kinnikuman
12. Tough Boy
13. Yoroshiku Turning
14. Moete Hero
15. Touch
16. The Chanbara
17. Lupin III Theme
18. Battle Fever J
19. Ah, Denshi Sentai Denji-Man
20. Taiyou Sentai Sanbarukan
21. Daisentai Googuru V
22. Chou Denshi Bio-Man
23. Choujuu Sentai Live-Man
24. Red Balon
25. Mach Balon
26. Otokono Misao-Seishun
27. Ganbalon ’77
28. Ikuzo! BD7
29. Fight! Dragon
30. Kakero Ban-Kid
31. Ryuusei Ningen Zone
32. Kamen Rider Super 1
33. Kamen Rider Black
34. Kamen Rider Black RX
35. Gyakuten Ippatsu-Man
36. Yattodeta-Man no Uta
37. Otusuke-Man no Uta
38. Zenda-Man no Uta
39. Yattaa-Man no Uta
40. Zankoku na Tenshi no Teeze
41. Tomorrow Never Dies

O CD conta com diversos sucessos de temas de animes que causaram furor no Japão. A versão deste álbum foi a primeira em que Pegasus Fantasy foi cantada em Heavy Metal. Confira a versão estúdio da música em full version junto com um vídeo criado por fãs:

Essa é considerada a melhor versão da música na voz de Eizo Sakamoto que gravou a música mais duas vezes em 2009.

• EIZO JAPAN I

Por diversas vezes Eizo Sakamoto já admitiu ser um fã inveterado de de animações japonesas. Assim, mesmo com o fim do Animetal, Eizo Sakamoto continuou sua carreira solo tanto com seu estilo Heavy Metal quanto cantando covers dos temas de seus animes favoritos. Pegasus Fantasy integrou seu primeio álbum, intitulado Eizo Japan I, dedicado a essas canções solo, sendo que a música já ganhou duas faixas. Eis o tracklist do álbum:

01. GLACIER (Instrumental)
02. Engine Sentai Go-onge
03. Pegasus Fantasy (Saint Seiya)
04. Butter-Fly (Digimon)
05. Unbalance na Kiss o Shite (Yu Yu Hakusho)
06. Turn A Turn (Turn A Gundam)
07. Geki! Teikoku Kagekidan (Sakura Wars)
08. Kimi o Nosete (Laputa Castle in the Sky)
09. DELUGE (Instrumental)
10. Dengeki Sentai Changeman
11. Aiai Mikochan (Norakuro)
12. Kioku no Umi (School Days)
13. Hana – Shinomori Aoshi no Theme (Rurouni Kenshin)
14. Towa no Mirai (Rurouni Kenshin)
15. Pegasus Fantasy Acoustic Version (Saint Seiya)

A faixa 03 conta com uma releitura da primeira versão do Animetal, com algumas alterações de Eizo, o que deixam a música muito original.

O primeiro minuto da música é o refrão da Pegasus Fantasy clássica em formato music box (caixinha de música). Especula-se que essa introdução foi colocada na música em homenagem ao filho de Eizo, já que o cantor declarou uma vez que cantava Pegasus Fantasy e Butterfly (tema de abertura de Digimon Adventures) como canção de ninar ao seu garoto.

A música segue com um instrumental pesado, com forte presença da bateria e do vozeirão de Eizo, com direitos a muitos gritos metálicos. A música assusta o início, já que é bem mais agressiva que todas as versões (seja do Make-Up ou do Animetal) que a precederam. Mas a música se mostra muito interessante a medida que avança, principalmente pelos dois solos de guitarra (bem diferente do composto por Hiroaki Matsuzawa) e pelo coral metálico que acompanha Eizo em alguns pontos da música e que ainda garantem um solo quase no final, que é finalizada com mais alguns segundos do Music Box do início da música.

A faixa 15 (última do CD), foi intitulada de Acoustic Version, mas caberia mais que fosse chamada de Latina Version. Isso porque Eizo se utilizou de diversos sons e instrumentos que resultaram num tom que muito lembra os arranjos de músicas hispânicas e sul-americanas.

Especula-se que esse som latino não é mera coincidência. Desde que Eizo se apresentou no Anime Friends 2004, o cantor passou a visitar a América Latina com muita frequência, sendo sempre muito bem recebido. Em retribuição a hospitalidade e ao carinho desse público, acredita-se que essa acoustic version seja uma homanagem que o cantor fez ao nosso povo. Acompanhe:

Próxima postagem: as versões dos integrantes do JAM Projec

 

E a Band dá mancada mais uma vez!

Se todos os fãs de Os Cavaleiros do Zodíaco pudessem concentrar toda a sua esperança para conseguir uma transmissão que deixaria orgulhoso qualquer fã que acompanhava a série nos anos 90 na Rede Manchete, certamente se deparariam com uma grande vilã: a Band.

Em 2010, Seiya terá que enfrentar p maior inimigo de todos os tempos: a Band!

A emissora da Rua Radiantes que foi a escolhida para transmitir a série em 2005 por aceitar transmiti-la assim como era feito nos anos 90, não só fez mal uso da franquia, como a “queimou” no mercado.

Com o fim do licenciamento pela Band, os fãs aguardavam que a série fosse para uma emissora com mais tradição em animações japonesas, como o SBT ou a RedeTV!, mas o pior aconteceu: devido a baixa audiência do anime em seus últimos meses de exibição na Band, todas as emissoras recusaram a franquia.

Sem melhores opções, Os Cavaleiros do Zodíaco voltaram para a Band em 2010.

A Band anunciou que faria a diferença na exibição 2010 do anime em 2010, mas os erros cometidos pela empresa antes mesmo do início da exibição já são aparentes.

Primeiro a emissora decidiu transmitir o anime em seu bloco matinal Band Kids, em um horário que a disputa infantil entre Globo e SBT atinge seus pontos mais altos.

Depois a emissora resolveu adiar a estréia de março para julho, para que a exibição da Copa do Mundo não atrapalhasse a exibição d’Os Cavaleiros do Zodíaco.

Por fim, a emissora resolveu adiantar a estréia da franquia para esse dia 30 de junho, no horário da tarde, a partir das 14h30, num horário entre os jogos da Copa do Mundo reservado as emissoras locais.

Ou seja: apenas a Grande São Paulo poderá assistir o desenho animado, um cenário muito parecido com o que “queimou” a série a poucos anos atrás.

Mesmo após os erros do passado e a insatisfação dos fãs, a Band insisti em tornar os Cavaleiros do Zodíaco em uma tapa-buraco da emissora.

Sem um mínimo de respeito com os fãs da série e com a empresa que a licenciou para a emissora (e todas as empresas que pretendem investir no anime neste ano), a emissora faz o pior uso que a franquia já teve…

Seria muito melhor assistir Os Cavaleiros do Zodíaco espremido entre desenhos da Nickelodeon na Globo ou mesmo sendo anunciado pela Maísa sábado sim, sábado não, do que ter que engolir uma exibição regional novamente…

Confira os pôsteres de Fúria de Titãs desenhados por Masami Kurumada!

Após alguns boatos sobre uma produção hollywoodiana de alguma obra de Masami Kurumada, confirmou-se que o autor estaria produzindo pôsteres de divulgação para o filme Fúria de Titãs (Clash of the Titans) a pedido da distribuidora do filme, a Warner Bros.

Louis Leterrier, diretor do filme, confirmou em entrevista ao um site japonês ser fã d’Os Cavaleiros do Zodíaco desde criança, o que reforça a teoria de que partiu do autor a idéia da produção dos cartazes no traço de Kurumada para a divulgação do filme na terra do sol nascente.

Confira abaixo as quatro versões no traço de Kurumada dos pôsteres de Fúria de Titãs que o autor divulgou em seu site. É curiso notar como Perseu lembra Aiolia de Leão:

Novos boatos sobre um filme live-action d’Os Cavaleiros do Zodíaco

Segundo boatos que circulam em alguns sites e fóruns internacionais, Masami Kurumada estaria neste momento envolvido em uma adaptação de uma das suas séries em Hollywood e deverá fazer um pronunciamento em seu site oficial em breve. Não se sabe se trata-se d’Os Cavaleiros do Zodíaco, mas novamente voltam os boatos, que já haviam sido desmentidos anteriormente, sobre um possível filme live-action (com atores reais) da série.

Boato? Uma obra de Masami Kurumada está cogitada para ser produzido em Hollywood.

Em 2008, devido a fotos que mostravam o cantor Kacky, vocalista da banda Marina Del Rey, junto com uma grande orquestra nos estúdios da Warner Bros, começaram a rolar boatos que os defensores de Atena ganhariam uma produção norte-americana. A banda Marina Del Rey é a interprete da música de abertura da música Pegasus Forever da fase Inferno da Saga de Hades e da abertura de Ring Ni Kakero, Asu e no Touchi. Além disso, Kacky está sempre envolvido nas produções musicais das obras de Kurumada.

O boato foi tão forte que até o site IMDB, tradicional filme de cinema norte-americano, incluiu em sua galeria de filmes “em produção” o tal live-action, que já teria até um nome: Saint Seiya – Chapter Santuary e um orçamento de US$25.000.000,00.

Se o live estrelar Seiya, é melhor que a adaptação fique melhor que a feita nos teatros japoneses.

A notícia provocou a ira dos fãs, que o compararam com o orçamento destinado ao aguardado filme de Dragon Ball Evolution, que tinha uma produção estimada em US$100.000.000,00. Mais tarde descobriu-se que o filme de Goku custou só US$47.000.000,00, mas isso é assunto para um próximo post.

Novidades especulativas não paravam de surgir sobre os cavaleiros e na época, uma das notícias mais bizarras incluia o ator Tom Welling (Clark Kent em Smallville) no papel de Ikki de Fênix e Frankie Muniz (O Agente Teen) como Shun de Andrômeda.

Foi nessa época também que Masami Kurumada fez uma referência em um dos capítulos do mangá Saint Seiya – Next Dimension (editora Akita Shoten) sobre um game da franquia para jogar online que em breve seria lançado. Mais boatos diziam que a Sega iria desenvolveria o jogo.

Seria Tom Welling um bom Ikki de Fênix?

Em 2009, todos esses boatos foram desmentidos com o anúncio de Saint Seiya – The Lost Canvas em anime. A produção ficaria a cargo do estúdio TMS, do grupo SEGA, que investiu os US$25.000.000,00 na produção e mandou gravar a trilha sonora nos estúdios da Warner. Sobre o jogo, ainda há boatos sobre sua produção, já que a fonte deste foi o próprio autor da série.

Foi em 2009 também que o fiasco Dragon Ball Evolution causou muita ira nos fãs de animação japonesa em geral, e a parir daí, também surgiu uma grande resistência em torno de adaptações americanas para animes. Assim, parecia que o melhor mesmo era que Seiya e os outros ficassem longe das telonas.

Agora em 2010, começa uma nova onda de boatos. O mais provável é que tudo isso não passe de um alarme falso, causado pela declaração de Louis Leterrier, diretor de Fúria de Titãs declarar ser fã da série (vide postagem anterior).

Se o live-action d’Os Cavaleiros do Zodíaco realmente fosse do interesse de Hollywood, Louis Leterrier seria uma ótima opção para a direção, e diferente do que os fãs mais resistentes acreditam, o filme poderia ser um sucesso de adaptação.

O diretor poderia se basear no trabalho de José Luis Ramos para adaptar as armaduras para o cinema. O fã produz fanarts de Saint Seiya em 3D.

Entre um boato e outro, uma coisa é fato: sempre que o universo d’Os Cavaleiros do Zodíaco é remexido por especulações como essas, sempre há um resultado positivo. Foi assim com a produção do mangá Next Dimension, com o anime do Lost Canvas e com a volta do anime para a TV brasileira.

No que essa nova onda de boatos poderá resultar, só o tempo dirá. Entre as opções temos um anime do Next Dimension, um remake da série clássica e uma continuação para o Prólogo do Céu, mas nunca se sabe o que poderá acontecer.

Filme Fúria de Titãs é homenagem a’Os Cavaleiros do Zodíaco

O diretor Louis Leterrier recentemente deu uma entrevista ao site japonês Eiga.com e confirmou ser, desde criança, fã do anime Os Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya, no original).

Leterrier é fãs de Saint Seiya desde criança.

Durante a entrevista, o diretor francês ainda pegou todos de surpresa ao revelar que o filme Fúria de Titãs (Clash of the Titans, no original) foi uma produção que ele se dedicou especialmente para homenagear a série japonesa.

A França foi o primeiro país do ocidente a exibir o anime fora do Japão. Rebatizada de Les Chevaliers du Zodiaque, fez tanto sucesso que ganhou a primeira página dos principais jornais do país. Leterrier faz parte da geração que cresceu assistindo o desenho na emissora francesa, por isso a tamanha paixão por ele.

Louis Leterrier faz de seu trabalho uma homenagem ao seu anime favorito.

Fúria de Titãs tem previsão de estréia no Brasil no próximo 2 de abril, e é um remake da obra de mesmo nome lançada originalmente em 1982 que conta a história do herói Perseu e sua batalha mortal contra os monstros Kraken e Medusa para salvar a princesa Andrômeda. O filme conta com Sam Worthington (de Avatar) no papel de Perseu e Liam Neeson no papel de Zeus e muitos outros deuses e personagens mitológicos dão as caras, como Athena, Hades e Poseidon.

Louis Leterrier já teve trabalhos brilhantes como diretor de Carga Explosiva (I em 2002 e II em 2005), Cão de Briga (2005) e do aclamado O Incrível Hulk (2008), e seria uma excelente opção para ser o diretor do filme live-action de Saint Seiya que vem sendo cogitado há uns dois anos. Afinal, um diretor fã da série não desapontaria aqueles que esperam por esse filme a tanto tempo.

Confira o trailer de Fúria de Titãs: