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RESENHA: Anime Friends 2016

Cheio de energia, atrações incríveis e em um lugar que já tem o coração dos fãs, o Anime Friends 2016 chegou com força total, mostrando que a força da cultura pop japonesa é uma chama que jamais se extinguirá!

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SÓ O ANIME FRIENDS É O ANIME FRIENDS!

Desde 2013, quando foi escolhido pela primeira vez como sede do evento, o Campo de Marte ganhou o coração dos fãs: muito maior que a Faculdade Cantareira e muito melhor estruturado que o Mart Center, o local se mostrou a cada ano como a melhor das opções para a Yamatao Evento mesclar atrações tão variadas entre si.

Dividido em 3 áreas e 5 palcos de atrações, em muitos dias ficava dificil escolher onde ficar durante o evento.

A área do Brazil Comic Con teve empresas de grande porte, como a Bandai/Namco, trouxe autores, desenhistas e editoras brasileiras de grande teve como seus grandes destaques o ator do Ranger Vermelho Jason Faunt e o escritor americano Peter Milligan, destaque das editoras Marvel e DC.

Pensando no público mais jovens, o Web Pop Festival trouxe dezenas de youtubers que se apresentando no palco e com links ao vivo, realizando atrações, gincanas e brincadeiras com o público.

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Cosplayers que são a cara do evento!

Mas foi na área Anime Friends que conteve o melhor que o evento sempre teve por todos estes anos, como a área de estandes, as atrações internacionais e os painéis com dubladores e atores japoneses.

DESTAQUES DOS PALCOS

Se pudesse destacar tudo, ainda seria pouco. Neste ano, o clima do evento estava muito família. Sentia-se uma certa intimidade com as atrações, um carinho do público para com o evento como nunca antes havia-se sentido.

Possivelmente isto foi devido a escolha da Yamato em prestar diversas homenagens às séries que marcaram a história do Anime Friends, principalmente em especiais de dublagem e música, adicionando novidades ao mesmo tempo em que se trabalhou a nostalgia do público.

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A homenagem a Kouji Wada foi emocionante!

Durante os 6 dias de evento passaram pelo evento, 6 dubladores. No Especial Guerra Civil, Marco Ribeiro e Duda Spinoza fizeram a alegria dos #teamstark e #teamcaptains, numa apresentação histórica. No Especial Tartarugas Ninja, Andreas Avancini, Fred Marcarenhas, Renan Ribeiro e Wirley Contaifer subiram ao palco juntos, unindo, pela primeira vez no palco do Anime Friends, as vozes de Leonardo, Michelangelo, Donatello e Rafael. Por fim, Guilherme Briggs fez seu painél realizando o sonho de muitos fãs, imitando muitos de seus personagens e contando um pouco de sua história.

No Palco Fantasy, no dia 16, os fãs de tokusatsu tiveram a oportunidade de assistir às entrevistas de Takumi Tsutsui e Shouhei Kusaka. O primeiro, ator do heróis Jiraiya, já veio ao Brasil algumas vezes, mas sua presença é sempre uma alegria, visto seu carismo e o trato carinhoso que tem com os fãs. O segundo, ator de Jiban, veio pela primeira vez para o Brasil.

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Ricardo Cruz arrasou em todas as suas apresentações!

Com um a entrevista interessante, onde ambos os atores se mostraram ainda muito envolvidos no mundo do tokusatsu, inclusive contando curiosidades da época em que gravaram e como isto influenciou nos trabalhos de divulgação que fazem de suas respectivas séries em todo o mundo, a atração teve como ponto alto a presença de cosplayers no palco com os atores enquanto estes cantaram as músicas temas de suas séries, emocionando o público e trazendo o ar nostálgico dos anos 80 para o evento.

DESTAQUES DA ARENA FRIENDS

Chega às 18 horas, vai anoitecendo e todo o público começa a se dirigir para a Arena Friends, mega-palco montado no evento onde ocorrerá as maiores atrações do evento, encerrando cada um de seus dias com uma atração inesquecível.

No dia 9 de julho, o Super Friends Spirits Especial Dragon Ball Z trouxe pela primeira vez no Brasil os cantores Hiroki Takahashi, intérprete da música Makafushigi Adventure, primeira abertura de Dragon Ball e Yuuya Asaoka, intérprete da música Dan Dan Kokoro Hikareteku, abertura de Dragon Ball GT.

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A energia de Takayoshi Tanimoto contagiou o público!

Junto com Ricardo Cruz, cantor brasileiro membro da banda japonesa JAM Project, e Takayoshi Tanimoto, cantor japonês intéprete das músicas de abertura de Dragon Ball Kai, os quatro cantores fizeram a alegria dos fãs trazendo a energia e a empolgação de Goku e sua turma num ritmo alucinante de um show inédito, onde Ricardo Fábio, cantor brasileiro da abertura de Dragon Ball GT pode cantar a música Coração de Criança junto com Yuuya Asaoka.

No dia 10 de julho, foi a vez de Takayoshi Tanimoto e Ricardo Cruz subirem no palco junto com Ayumi Miyazaki para homenagear o cantor Kouji Wada, que falecera este ano, no Super Friends Spirits Especial Digimon. Com um video emocionante no início do show que tirou lágrimas dos olhos dos fãs dos monstros digitais, os temas de abertura e digi-evolução foram cantados um a um, encerrando com uma versão emocionante de Butterfly cantada pelos três cantores no palco e todo o público na platéia.

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Foi emocionante ver Larissa Tassi cantando a abertura da Manchete ao vivo!

No dia 17 de julho foi a vez da cantora Mai Hoshimura, pela primeira vez no Brasil, encantar o público no show de encerramento do evento com as canções de Bleach, D’Gray-Man e diversas canções de seu extenso repertório.

Mas o destaque total vai para o gigante show do dia 16 de julho. O Super Friends Spirits Especial Os Cavaleiros do Zodíaco foi realizado em duas partes, metade com os cantores brasileiros Ricardo Cruz, Larissa Tassi, Rodrigo Rossi e Edu Falaschi cantandos os temas em português das músicas que fizeram história na TV desde os anos 90 e metade com Yumi Matsuzawa e Nobuo Yamada cantando os sucesso em japonês da série, que completa 30 anos em 2016.

Se ouvir Rodrigo Rossi e Edu Falaschi juntos no palco já foi emocionante, o que dizer de Larissa Tassi cantando o tema de abertura do anime que a Manchete veiculava a mais de 20 anos ou dela cantando junto com Ricardo Cruz cantando a música Heroi do JAM Project totalmente em português?

Como se não bastasse, Larissa ainda subiu no palco com Yumi para cantarem juntas Chikyuugi e Edu Falaschi cantou Pegasus Fantasy junto com Nobuo Yamada. Depois de 3 horas de show e 7 versões de Pegasus Fantasy, milhares de fãs emocionados sairam do palco com o hino dos animesong’s do Brasil em mente e o coração vibrante pedindo por mais evento.

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Nobuo Yamada e Pegasus Fantasy: não há melhor maneira de encerrar um show do Anime Friends!

 

QUEREMOS MAIS

Assim como Os Cavaleiros do Zodíaco, o Anime Friends fez história no Brasil, fazendo com que os eventos de cultura pop no país sejam definidos antes e depois do Anime Friends.

Por mais que novos eventos venham, não há evento melhor que este que ocorre em julho. Com todo um espírito único e atrações que só se vêem nele, o Anime Friends ganha mais gás e energia a cada ano, conquistando os velhos guerreiros de longa data que tem o orgulho de ostentar 14 anos de evento e os visitantes de primeira viagem que não conseguem pensar em mais nada após o evento senão começar a contar os dias para o Anime Friends 2017!

RESENHA: The Legend of Zelda – Four Swords (GBA, NDS)

Conceito pode ser tido como algo se entende como um símbolo mental de uma ideia ou realidade. Ao se conceituar uma ideia, ela perpetua e guia gerações, multiplicando e disseminando sua essência. De maneira simples, porém firmada em bases sólidas, The Legend of Zelda – Four Swords multiplicou conceitos para a franquia.

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USANDO O INFRAVERMELHO

Uma das características que guiou a franquia The Legend of Zelda desde a sua criação é a maneira como um game single player envolve o jogador, seja pela qualidade da trama ou pela criatividade dos quebra-cabeças de cada calabouço.

Paralelo a isso, a Nintendo, produtora da série, sempre teve como característica promover épicas interações multiplayer, seja em jogos de esporte, como Mario Kart ou RPG’s como Pokémon. Assim, ganhar uma experiência multiplayer em The Legend of Zelda sempre foi uma das vontades de todo o fã da série.

Com a popularização dos jogos que se utilizavam de interações com o uso do infravermelho do Game Boy Advance, o jogo que possibilitou uma aventura pelas terras de Hyrule em equipe chegou com o título Four Swords.

MAIS 1… 4!

Em The Legend of Zelda – Minish Cap (leia a resenha aqui) já seria possível ver como seria a interação de diversos Links pela tela resolvendo puzzles. Se utilizando da mesma engine e de ideias semelhantes aos que utilizou posteriormente em Minish Cap, a Capcom produziu seu segundo título da franquia da Nintendo, abusando da simplicidade para mostrar a ideia do jogo.

Unir a turma nunca foi tão divertido!

Unir a turma nunca foi tão divertido!

Numa época em que internet era privilégio de poucos e interação entre plataformas era muito rara, a Capcom não poderia se utilizar de uma metodologia que exigisse tempo e dedicação de jogadores, por isso, Four Swords foi uma mescla de jogo casual utilizando o que a base da trama tem de melhor: heroísmo, coragem e sabedoria.

Podendo até 4 jogares unirem seus GBA’s para iniciar a Quest utilizando o sistema infravermelho do aparelho, o jogo é organizado em fases bem delimitadas e objetivas, onde acontece até mesmo uma certa competição entre os jogadores, que podem apostar quem conseguirá coletar mais rupias ao fim da fase.

Sem grandes desafios para conseguir itens e sem um enredo muito complexo, o game se tornou a opção ideal para amigos se reunirem numa tarde de sábado ociosa e jogar sem compromisso.

A LINK TO THE VAATI

Na trama, que na linha do tempo de Zelda ocorre entre Minish Cap e Ocarina Of Time (leia a resenha aqui), e épocas em que a lenda de herói Hyrule ainda estava se formando. O vilão do jogo, Vaati, é o mesmo que foi aprisionado no primeiro jogo para GBA. Com a volta do vilão, ele sequestra a princesa Zelda sem grandes motivos, numa clássica aventura que remete muito a baixa densidade da trama do The Legend of Zelda (leia a resenha aqui) do NES.

O cooperativismo é o destaque para vencer cada missão!

O cooperativismo é o destaque para vencer cada missão!

Quem nunca jogou Four Swords pode pensar: porque um jogo que muito se aproxima de um projeto conceitual casual em grupo poderia ser um bom investimento para um gamer não fanático por Zelda?

A resposta está no Super NES: junto com Four Swords (ou vice-versa), o cartucho do jogo continha uma versão portada para o Game Boy Advance do inesquecível clássico A Link To The Past (leia a resenha aqui), que por si só, já era uma aventura bem completa.

Anos mais tarde, Four Swords ainda retornou em uma edição especial do 25º Aniversário de The Legend of Zelda, que trazia a possibilidade de jogar num modo single player especialmente desenvolvido para o Nintendo DS. O jogo foi distribuído gratuitamente na DSi Ware e posteriormente no E-Shop do Nintendo 3DS.

ZELDA É SEMPRE ZELDA

Provavelmente o título mais simples que a franquia The Legend of Zelda vai ter, Four Swords é um jogo mais conceitual que expansivo, porém conseguiu agradar a fãs e a marinheiros de primeira viagem por utilizar muito bem a interação promovida pelo GBA.

Se por um lado não há a complexidade criativa que os jogos da franquia do herói de Hyrule costuma ter, é a simplicidade do game que o faz uma experiência divertida e descompromissada, multiplicando os conceitos de Zelda em doses leves e nostalgiantes.

A competição intra-fases também é destaque, além de estimular a turma a continuar a jogar.

A competição intra-fases também é destaque, além de estimular a turma a continuar a jogar.

RESENHA: Bleach, a Saga dos Fullbringers

Algumas coisas, por mais que pareçam fadadas a dar errado, se tornam interessantes e mesmo que contadas da forma errada, fazem um final empolgante. Em Bleach, durante a Saga dos Fullbringers, um recomeço foi necessário para dar continuidade a um fim de saga feito as pressas. O que resultou numa repetição do ciclo da saga anterior.

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SEM BAIXAS

O final da longa Saga dos Arrancars (leia a resenha aqui) foi marcada por uma das mais aguardadas batalhas desde o fim da Saga da Soul Society (leia a resenha aqui): o derradeiro encontro de Capitães e Espadas no chamado arco da Batalha de inverno. Cheia de promessas quanto a força e aos desastres que poderiam acontecer num combate entre os mais poderosos guerreiros dos 13 Esquadrões contra os Arrancars de Aizen, o resultado foi um exército sem baixas para o lado da Soul Society e os inimigos facilmente vencidos, sobrando apenas Aizen para um fim épico.

Considera-se como principal fator deste desfecho a pressão editorial e a cobrança por um serviço dedicado a fãs que Tite Kubo, o autor da série, sofreu ao escrever o mangá. Tendo que se dispor a escrever lutas que valorizassem personagens aguardados pelos fãs, o planejamento da Saga dos Arrancars foi comprometido, amarrando a história em um ponto que não poderia mais voltar atrás.

Ichigo entra para o Xcution para recuperar seus poderes.

Ichigo entra para o Xcution para recuperar seus poderes.

O que fazer com isso? Após alguns meses de descanso, Tite Kubo retomou a obra de uma maneira inusitada: com o que parecia um reinício para Ichigo, seu principal protagonista, o autor criou uma saga para se colocar ordem na casa, ignorando a Soul Society e focando a série nos seus personagens iniciais.

É HORA DOS FULLBRINGERS

Em diversos momentos da série é nítido que Tite Kubo tentou recolocar Ishida, Orihime e Chad no seu lugar de co-protagonistas juntos com Ichigo e Rukia. Porém, a capacidade de criar personagens legais acabou sendo o maior impecilho para isso, fazendo com que os editores da Shonen Jump empurrassem o foco para os capitães do Gottei 13. Se nem mesmo os Vaizards, personagens criados especificamente para a Saga dos Arrancars puderam ter seu peso merecido, o que dizer do trio humano que perdia popularidade a ponto de quase caírem no esquecimento?

Disposto a mudar esse cenário vicioso para sua série, Tite Kubo voltou com Bleach em uma saga com uma proposta diferente: focada na recuperação dos poderes de Ichigo e no papel fundamental de Chad e Orihime nesse processo. Para tal, a “classe” destes personagens passou a ser o foco, explicando a origem de seus poderes e esquematizando seu sistema de crescimento, semeando planos para justificar o que poderia se tornar um novo foco em séries vindouras.

Ginjo é o líder dos Fullbringers!

Ginjo é o líder dos Fullbringers!

Na história, Ichigo, que voltou a ter a sua rotina de estudante comum após sacrificar seus poderes de substituto de shinigami para vencer Aizen, recebe uma proposta inusitada de Ginjo Kuugo: fazer parte do grupo Xcution, prometendo a ele seus poderes de volta caso seguisse o treinamento a ele proposto.

Durante o treinamento, é explicado a Ichigo que os poderes que Chad (que passa a fazer partes do Xcution também) e Orihime foram passados por suas mães, que absorveram energia espiritual Hollow quando foram atacados por seres do Hueco Mundo. Os humanos com esses poderes são chamados de Fullbringers. Ichigo, por ser também um fullbringer, reteu o poder de shinigami substituto que Rukia lhe concedera, algo que não aconteceria com uma pessoa comum nessa situação.

Em uma longa apresentação de personagens, muitas vezes irrelevantes, em uma trama que chama a atenção por ser inesperada em comparação a tudo o que Bleach já foi, a história segue num misto de curiosidade e ansiosidade, visto que há pontos que a trama acaba demorando demais para desenrolar, mesmo que claramente cruciais para o seguimento da história.

É descoberta a origem dos poderes de Chad e Orihime.

É descoberta a origem dos poderes de Chad e Orihime.

O nó psicológico que Ginjo envolve Ichigo é o maior destaque da série, por um momento, nem o personagem, nem o leitor sabe em quem deve confiar. Com uma narrativa de dar um banho em qualquer grande autor de mangá, mesmo quando se fica exposto muito mais os desejos do editor que o do próprio autor, Tite Kubo consegue refletir em Ichigo as mesmas atitudes que o leitor teria sob quem se deve ou não acreditar, deixando ainda uma surpresa de tirar o fôlego na hora de revelar todos os segredos.

CAPITÃES EM HORAS ERRADAS

No mundo dos best-sellers da Shonen Jump, são poucos os autores que conseguem sobreviver muito tempo na revista com uma alta taxa de popularidade e há um longo prazo. Destes, menos ainda são aqueles que conseguem desenvolver a história a sua maneira, sem a intervenção do editor que tenta agradar o leitor. Tite Kubo é uma vítima do mercado de mangás. Sempre que a história parece estar se desenvolvendo a sua maneira, acontece um capítulo “revolucionário” que põe fim a uma trama interessante e transforma Bleach, novamente, num mangá de combates marcantes excessivos.

Em determinado ponto da história, os Capitães da Soul Society voltam para a Terra e intervém no combate contra os Fullbringers. Daí vem a fórmula já batida que ocorreu em todas as sagas (em filmes, fillers do anime, histórias laterais, etc): lutam os capitães mais populares contra os inimigos, Chad, Ishida e Orihime ficam na marginal da história e Ichigo tem a luta final contra o “chefão” da saga.

E chegam os salvadores! De novo!

E chegam os salvadores! De novo!

Não que se deva ter algo contra uma grande luta de Byakuiya ou Hitsugaya, mas por serem extremamente interessantes, devem ser muito bem encaixadas na história, fazendo destes momentos único! E não uma tabelinha a ser preenchida pelo autor a cada arco. É claro que o “timing” do leitor japonês para o leitor tankobon ou mesmo do leitor brasileiro são diferentes e cada um passa a ver a história e suas necessidades de um jeito. Mas criar um ponto de equilíbrio para todos os público é o grande desafio de um mangá semanal.

E para finalizar, com uma reaparição fenomenal de Rukia como a sub-capitã do 13º Esquadrão da Soul Society, a história da saga passa mais a aguçar a curiosidade de como ficou a formação dos 13 Esquadrões durante o período de Ichigo sem férias que nos fullbringers propriamente dito.

RESULTADO EDITORIAL

O resultado final da Saga dos Fullbringers é um resumo perfeito do fantasma do que assola o mercado de mangás contemporâneo: a angústia de querer agradar ao leitor é tamanha que muitas vezes o autor deixa escapar pérolas e possibilidades engenhosas em sua história.

Apesar de um ritmo extasiante e um enredo atrativo, o que sobrou da saga após seu fim é um espelho em menos volumes do mal planejamento da Saga dos Arrancars: foi interessante, soube prender o leitor, passou uma boa mensagem e teve um desfecho de tirar o chapéu, mas foi vazia em não se aproveitar do rico universo criado e ter peso muito leve na razão de a história ser contada.

O clima de trillher policial com uma pitada de terror é o ponto positivo da saga!

O clima de trillher policial com uma pitada de terror é o ponto positivo da saga!

RESENHA: Sailor Moon Classic

Ao chamar uma obra de clássico da atualidade, remetemos a ideia a um dualismo de preceitos que se misturam em uma ideia original proveniente daquela que a conceituou. De um lado valores já consagrados carregam a obra. De outro, novas tendências se conceituam por meio de personagens e emoções. Sailor Moon é o resultado perfeito do que pode ser referido como classico da atualidade, levando tudo o que a história do mangá do Japão desenvolveu a patamares eternos!

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O QUE HÁ DE ERRADO EM FUGIR DA REALIDADE, SE ELA É UMA DROGA?

Estudiosos da arte do mangá atribuem as histórias fantásticas oriundas do Japão, a grosso modo, a dois fatores principais: à agitada concorrida vida do Japão em todas as classes e ao forte senso de responsabilidade (culturalmente herdada dos samurais) que fazem com que o povo japonês seja exemplo de superação.

Ambas as caracteristicas se unem a uma unica necessidade contemporânea que, refletida em mangás, faz com que esta seja a nação que mais lê histórias em quadrinhos no mundo: a necessidade de estravasar o strees.

Com heróis e vilões extremamente humanizados aos aspectos do dia-a-dia do japonês, historias fantásticas e ricas em conceitos, preceitos e ideias são criadas diariamente, fazendo com que o mercado de mangás seja, também, um dos mais concorridos no cenário nacional.

Quando uma história se destaca a nível nacional, sendo lido por públicos de várias idades, este já pode ser considerado um sucesso. Mas quando esse sucesso perdura por anos, é o que chamamos de clássico da atualidade.

Sailor Moon e Tuxedo Mask tem uma ligação que os une desde passados longínquos.

Sailor Moon e Tuxedo Mask tem uma ligação que os une desde passados longínquos.

Sucessos nascem e morrem todos os anos no Japão, mas são poucas as obras que sobrevivem ao tempo e tornam-se clássicos. Sailor Moon é um desses. Com uma receita consagrada da arte de entretenimento japonês, Sailor Moon reinventou como o mangá para meninas pode ser contado.

O FUTURO É ALGO QUE VOCÊ MESMO FAZ. VOCÊ TEM QUE ACREDITAR NELE

Antes do grupo CLAMP se consagrar com obras que se tornaram referência no Shoujo Mangá (literalmente, “mangá para meninas”), praticamente não havia um único autor que tivesse colocado seu nome na história da arte desenhando este tipo de quadrinho.

Dominado por autores sumariamente masculinos, Naoko Takeuchi foi a autora que quebrou paradigmas quando serializou a mais clássica das histórias shoujo de todos os tempos: Sailor Moon.

Após o sucesso de “Codename Wa Sailor V”, considerada uma prévia de Sailor Moon, o mangá foi escolhido para se tornar um anime. Foi quando Takeuchi decidiu fundi-lo com elementos do amado gênero de tokusatsu super sentai (outrora já utilizado como trunfo na construção de Os Cavaleiros do Zodíaco também pela Toei Animation), construindo um time de cinco heróis, transformando a história original no mangá Bishoujo Senshi(ou Pretty Guardian no Ocidente) Sailor Moon, com uma nova personagem principal.

Sailor Mercury é a mais estudiosa das guerreiras lunares!

Sailor Mercury é a mais estudiosa das guerreiras lunares!

Assim, Serena e suas amigas surgiram. Após o fim da primeira série (tema desta resenha), Takeuchi foi surpreendida quando lhe pediram para continuar a escrevê-la, o que deu origem aos quatro arcos seguintes da história.

A LUZ DA LUA CARREGA UMA MENSAGEM DE AMOR

O primeiro arco da série, Serena Tsukino (Tsukino Usagi, no original) é uma menina chorona, medrosa, comilona e extremamente comum, algo que por si só, já é capaz de gerar uma onda de leitoras que se identificam com a personagem. Num certo dia, no caminho para a escola, ela encontra um grupo de rapazes batendo numa gata de rua.

Serena salva a gata e tira um curativo da testa dela que escondia uma meia-lua. Mais tarde a gatinha aparece no quarto da menina e começa a falar com ela, apresenta-se como Lua e entrega-lhe uma missão: a de ser uma Sailor guerreira, defensora do bem, destinada a enfrentar demónios e unir-se com outras sailors para encontrar a Princesa da Lua que habita a terra.

Enquanto as outras guerreiras não aparecem, começam a surgir monstros por toda a Tóquio e Serena, com a ajuda do misterioso Tuxedo Mask, um rapaz que luta usando rosas e veste um smoking, aprende a derrotá-los. A rainha do mal, Beryl, deseja reviver sua terrível líder Metallia (ou Energia Mega, na adaptação para anime no Brasil) e para isso, envia os seus generais: Jedite, Neflite, Zyocite e Malachite para roubar energia humana através de terríveis monstros. Ela precisa do lendário Cristal de Prata, há muito perdido, para reviver a sua Metallia, o mesmo artefato que as Sailors procuram para encontrar a Princesa da Lua.

Sailor Mars é a mais temperamental da história.

Sailor Mars é a mais temperamental da história.

Em linhas gerais, pouco a história se diferencia de um tokusatsu padrão, principalmente no anime, onde, com diversas mudanças da obra original, até mesmo a construção de cada episódio se dá como uma série de herois fantasiados. Porém, é no desenvolvimento de situações e personagens que a série se diferencia de outras obras, fazendo com que o espectador se afeiçoe e se coloque no lugar das guerreiras em momentos que super-poderes se tornam apenas uma característica atrativa para o japonês que quer estravar sua rotina com o estravagante uniforme que meninas de mini-saia lutando contra vilões.

Se a garota bobinha, chorona e inocente e o galante e orgulhoso Tuxedo Mask não bastassem para o espectador/leitor se identificar, as outras quatro Sailors completam as diversas linhas de personalidade da obra.

Enquanto Ami Mizuno, a Sailor Mercury, retrata a calma, paciente, racional e estudiosa aluna do colegial, Rei Hino, a Sailor Mars, é a perfeita descrição da explosão do fogo: religiosa mas muito temperamental, Rei é o perfeito oposto da alegria de Serena, porém, como poucas personagens femininas, uma das que mais estreitam os valores de lealdade e amizade.

As duas últimas integrantes a se unirem a Sailor Moon não contrapõe a personalidade de Serena como as duas anteriores, mas sim derivam da sua crença ao amor em projeções mais maduras.

Sailor Jupiter é cheia de talentos e a mais valente do grupo!

Sailor Jupiter é cheia de talentos e a mais valente do grupo!

Enquanto Lita Kino, a Sailor Jupiter, é uma garota muito forte, alta e com muitas habilidades (como dotes culinários e em artes marciais), Mina Aino, a Sailor Vênus (a Sailor V original), é uma garota doce e meiga que guarda profundas mágoas de seus relacionamentos anteriores.

ANIME X MANGÁ

Produzidos com um espaço de tempo muito justo entre o início de uma e outra, o projeto da primeira série de Sailor Moon rendeu 52 episódios para TV baseados em apenas três volumes de mangá (a se contar da edição definitiva da obra).

Isso fez com que muitas diferenças surgissem em ambas as obras, fazendo do mangá uma história muito mais fidedigna ao mundo real e o anime uma série muito mais fantasiosa porém com um desenvolvimento muito mais requintado de cada personagem.

Se no mangá a máscara de Tuxedo Mask não engana Serena que seu salvador se trata do galante Darien Chiba, no anime vemos um relacionamento muito mais carismático entre ambos os personagens enquanto se desenvolve o enredo de seu passado, seus anseios e sua derradeira revelação de identidade.

Impossível não se apaixonar pela Sailor Venus!

Impossível não se apaixonar pela Sailor Venus!

É possível enumerar dezenas, senão centenas de detalhes que o anime acrescentou à obra para lhe deixar mais interessante a públicos de idades além do público-alvo do shoujo mangá. Também é possível contar como todos os detalhes de traço e cuidado com que Naoko Takeuchi tomou o refinamento de abordar de maneira muito mais madura os sentimentos de Serena.

Mas o fato é que, independente da mídia, o primeiro arco de Sailor Moon consegue cativar e levar ao público, de maneiras diferentes, o principal ponto que a quantidade fantasias, heróis e monstros em momento algum a deixam ofuscar: a aceitação do amor.

O AMOR É ALGO QUE VOCÊ CRIA SE PREOCUPANDO E CUIDANDO DA OUTRA PESSOA

Não há coração de pedra que não tenha amolecido ao encontrar o verdadeiro amor. Clássico tema do drama voltado a mulheres e alvo de eterna discussão de ambos os sexos de como encarar, explicar e as sentir o amor é, e sempre será, alvo de das palavras de muitos e muitos autores.

O que Naoko Takeuchi e Sailor Moon fizeram de diferente, foi mostrar que o amor não precisa ser abordado de maneira complexa (como se era feito em mangás shoujo dos anos 80), mas de uma forma leve, porém não menos profunda ou emocionante.

O desejo da terrível Rainha Beryl é conquistar o Cristal de Prata!

O desejo da terrível Rainha Beryl é conquistar o Cristal de Prata!

Ao criar um leque de 5 protagonistas que representam bem o que diz a teoria das personalidades (leia mais nessa resenha), Naoko criou a possibilidade da leitora escolher que tipo atitude apoiar e ainda trouxe a possibilidade do leitor masculino se aprofundar em características que o aproximam de personalidades às quais o fazem apaixonar.

O interessante desta mistura, é que em nenhuma momento a autora do mangá ou os roteiristas deixam claro o apoio a uma ou a outra posição das personagens. Ao mesmo tempo que Rei não é punida por explodir sua ira contra Serena, é o jeito bobinho e brincalhão da personagem, diversas vezes mal visto pelas companheiras, que muitas vezes salva o grupo das enrascadas por que passam.

Um ponto crucial que faz Sailor Moon ser o sucesso que é a maneira como aceita o amor em cada nível de maturidade da personagem. Não importa se Amy não se apaixona com facilidade que a maneira com a qual ela vê o amor é a que mais correta. Muito menos os relacionamentos rasos de Lita com todos os rapazes que a faz lembrar do antigo namorado deixam a personagem mais ou menos correta na hora de encarar um relacionamento.

Serena e Darien? Ou Serenity e Endymion? Quem os apaixonados realmente são?

Serena e Darien? Ou Serenity e Endymion? Quem os apaixonados realmente são?

Metaforizado em batalhas contra generais inspiradas em pedras preciosas e num reino lunar milenar que rege o destino das personagens deixando para as personagens (e os leitores) a decisão de certo e errado, Sailor Moon criou um ambiente favorável para mostrar a luta do ponto de vista próprio contra o ponto de vista do outro, sendo que se importar com o parâmetro discordante só consome energia, mas é necessário enfrentá-lo quado se quiser uma “cura lunar” para as confusões que relacionamento de amores e amizades podem criar.

SOU SAILOR MOON!

Clássico e eterno, Sailor Moon tem mais valores embutidos em si para abordar o amor que o seu formato consagrado pode passar a uma primeira vista. Se assistir ou ler a série é mergulhar num universo ricamente ilustrado pelo talento japonês, é o carisma e o peso de cada personagem que torna Sailor Moon Classic o ponto ideal de diversão e inspiração.

Se uma guerreira da lua se tornou a linguagem ideal para escrever sobre um tema que varia de ideal para ideal, por que não utilizar o mercadológico olhar oriental para escrever sobre ele? Afinal, quem é que não se inspirou na Lua para falar sobre amar?

Juntas, elas protegeram o mundo em nome da Lua!

Juntas, elas protegeram o mundo em nome da Lua!

RESENHA: Anime Dreams 2014 com os shows de Eizo Sakamoto, Ayumi Miyazaki e Takayoshi Tanimoto

Desde que o ser humano começou a organizar seus pensamentos, os sonhos são um tema que sempre despertou curiosidade e admiração das pessoas. Organizando uma edição inesquecível de seu evento mais querido, a Yamato Eventos conquistou a admiração dos fãs com o Anime Dreams 2014!

Anim-Dreams-2014

EVENTO DOS SONHOS

Desde que a Yamato Eventos escolheu a temática dos sonhos para tematizar seu evento de cultura pop japonesa de janeiro, muito da ideologia inicial, como a árvore dos sonhos, ascendeu para um grupo de atividades que misturaram o comum com o desejado.

Se por um lado o Anime Dreams sempre reuniu muitas das atrações de eventos como Anime Friends e o Ressaca Friends, o clima de verão, a sensação de novidade do ano novo e a variedade de atrações sazonais sempre fizeram do evento um verdadeiro sonho realizado.

Como se toda essa filosofia não bastasse, a edição de 2014 fez algo que desde o seu nascimento, no longínquo 2004 parecia improvável: trazer atrações internacionais ao evento!

SUPER FRIENDS SPIRITS FORA DE ÉPOCA

Mesmo que o sonho de ver o Ranger Branco ir por água abaixo no ano anterior, sempre que um novo sonho começava, novas motivações sempre trouxeram novos fãs aos que já foi o terceiro maior evento do Brasil!

As atrações internacionais fervilharam os palcos do Anime Dreams!

As atrações internacionais fervilharam os palcos do Anime Dreams!

E os escolhidos para o novo sonho foi um trio querido pelos fãs e agraciados pelo seu talento e variedade musical.

No sábado, dia 25, Eizo Sakamoto, o rei do Heavy Metal japonês voltou ao Brasil após mais de 6 anos longe do público brasileiro.

Considerado o maior metaleiro do Japão, Eizo é um artista de multiplas facetas, sendo o mundo dos animesong’s um de seus muitos destaques no mundo musical. Ex-membro e um dos idealizadores do JAM Project (maior banda de animesongs do Japão), o cantor praticamente criou um gênero musical com a Animetal, banda em que o cantor interpretava os maiores hits dos animesong’s em ritmo de heavy metal, os quais trouxe com força total ao palco do Anime Dreams junto de Ricardo Cruz (brasileiro membro do JAM Project)!

No domingo, dia 26, foi a dupla Ayume Miyazaki e Takayoshi Tanimoto que agitou o palco principal do evento!

Ayumi Miyazaki cantor e compositor japonês, conhecido no Brasil por seu trabalho em Digimon e muito reconhecido no Japão por suas composições. Dono da voz dos tema de evolução para Digimon Adventure e também para Digimon Frontier, todo o palco digievoluiu ao recordar as marcantes canções do anime.

Ayumi Miyazaki é um dos maiores cantores de trilhas sonoras de anime!

Ayumi Miyazaki é um dos maiores cantores de trilhas sonoras de anime!

Como compositor, compôs temas de Prince of Tenis, Hantaro, Doraemon e muitos outros. Surpreendendo o público ao interpretar os temas de Nana e Dekaranger no palco, o público foi a loucura, saudando um dos cantores mais talentosos do mundo das animesongs!

Ainda no digimundo, Takayoshi Tanimoto começou sua carreira como anime singer com o tema “One Vision” e Digimon Tamers, em 2001. A partir daí, começou a atuar cada vez mais nessa área, cantando temas não só para animes, mas também para games e até propagandas.

Pela primeira vez num evento da Yamato sem estar ao lado de Nobuo Yamada, o cantor pareceu incorporar o espírito do cantor de Pegasus Fantasy ao cantar a abertura de Dragon Ball Kai, Dragon Soul, em um mescla de idiomas, cantando parte em japonês e parte da canção em português!

Seguindo com os temas de Zatch Bell, Gekiranger e, claro, Digimon, a segunda Geni-Dama do palco aconteceu quando o cantor interpretou Yeah! Break! Care! Break! ensinando o público a coreografia do Kame-Hame-Ha!

Tanimoto já entrou nas maiores paradas de sucesso do Japão!

Tanimoto já entrou nas maiores paradas de sucesso do Japão!

E para encerrar o evento com chave de ouro, os dois cantores subiram ao palco fazendo uma justa homenagem ao cantor Kouji Wada, interprete das aberturas das 4 primeiras séries de Digimon, que havia pausado a sua carreira por quase 3 anos devido a um câncer que havia desenvolvido.

Após uma mensagem de esperança, coragem e força de Tanimoto a dupla cantou, junto com Ricardo Cruz (que foi o tradutor das conversas dos cantores com o público) a música Butterfly, tema da primeira série de Digimon, um momento de muita emoção que marcou para sempre o coração dos fãs, encerrando o evento da maneira mais genial possível!

NOVOS SONHOS

Com a vinda de Flow ao Brasil no Ressaca Friends 2013 e o primeiro concerto internacional com artistas de primeira catgoria no Anime Dreams 2014, os fãs do Brasil passam a sonhar cada vez mais com o futuro dos eventos no Brasil: cada vez maiores, mais sólidos e com mais atrações.

O que esperar daqui pra frente? A esperança é grande e os desejos numerosos, confiando na qualidade das atrações despertados pelo Anime Dreams, a resposta certamente será a realização de muitos sonhos!

Todos os artistas reunidos em mais um sonho de evento!

Todos os artistas reunidos em mais um sonho de evento!

RESENHA: Ressaca Friends 2013 – 10º aniversário com o show da banda Flow!

Quem poderia adivinhar que a edição de 10 anos do Anime Friends (leia a resenha aqui) traria uma surpresa que deixaria os fãs em tamanha euforia para o último evento de cultura pop do ano? Após quase 6 meses de espera, finalmente os fãs puderam curtir o Ressaca Friends 2013 com um incrível show do Flow!Ressaca

RESSACA FRIENDS 2013

Se o Ressaca Friends voltar a ser realizado na Universidade Cruzeiro do Sul em sua edição de 10 anos já foi uma grata surpresa, o que dizer de um evento que surpreendu ao trazer um show internacional após em sua 10ª edição?

O que dizer então quando os fãs souberam que o show internacional deste evento seria nada menos que uma das maiores bandas jovens do Japão e uma das que mais tem fãs no Brasil?

Pois é. Assim como o Anime Friends, a Yamato Eventos decidiu que 2013 seria o ano que seus eventos receberiam a melhor edição de todos os tempos e o Ressaca Friends, como irmão mais novo do maior evento de cultura pop da América Latina, não ficou de fora.

Com diversas atrações nacionais, dubladores, estandes com produtos cada vez melhores e mais variados (o que demonstra uma profissionalização de empresas que trazem produtos japoneses para o Brasil) e uma diversidade de campeonatos que fizeram a alegria dos fãs, o Ressaca Friends foi um evento completo, mas o que mais se ouvia em todos os cantos e principalmente próximo ao palco principal era: que horas começam o show do Flow?

Os estandes do evento contam com produtos cada vez melhores e mais variados!

Os estandes do evento contam com produtos cada vez melhores e mais variados!

FLOW

FLOW é uma banda composta por cinco pessoas, sendo eles dois vocalistas, um guitarrista, um baixista e um baterista.

Ela foi originalmente formada em 1993 por TAKE e seu irmão mais velho KOHSHI. Em 1998, o nome foi mudado para FLOW e em 2000 foi formada a banda que conhecemos hoje, com a entrada de mais membros para o grupo: GOT’S (baixo), KEIGO (vocalista) e IWASAKI (baterista).

Em abril de 2004 a música “GO!!!” foi escolhida para ser abertura do tão conhecido anime Naruto (que já era muito popular nesta época). Assim, esta música tornou-se extremamente popular e foi a porta para que a banda fosse responsável por outros temas de animes, sendo “DAYS”, tema de Eureka Seven, um exemplo. O álbum “FLOW ANIME BEST” inclui dez dessas aberturas feitas por eles, sendo lançado em abril de 2011 no Japão e no mês seguinte teve sua estreia nos EUA.

Com sua comemoração de 10 anos da banda e os convites de eventos de anime vindos de todo o canto do mundo, a banda FLOW decidiu expandir sua atuação, fazendo shows em outros países, principalmente depois de serem escolhidos para fazer o tema da música do mais recente filme de DBZ, o “Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses”.

Cosplayers fizeram bonito!

Cosplayers fizeram bonito!

Pouco antes das 18h30, a agitação dos fãs já era geral. Parecia um sonho que realmente o Flow estaria no Brasil. Mesmo com um palco pequeno muito abaixo do que a banda merecia, o aglomerado de fãs em todos os cantos do palco fazia a energia ser sentida de longe.

Pontualmente no horário marcado, Flow entrou em palco e começou a catar as atuais músicas de trabalho da banda, o que fazia os fãs sentirem um misto de orgulho e euforia únicos que se misturavam em gritos e pulos!

Ao iniciar a cantar os animsongs os fãs foram a loucura, desde o momento em que Keigo soltou a frase “Are you ready, Brasil?”. Se as músicas de Code Geass foram um arraso, foi quando a banda tocou Fighting Dreamer que o espetáculo chegou ao seu ápice!

Com uma despedida em ritmo de futebol e cheia de alegria, banda e fãs sentiram uma energia única em que oriente e ocidente esquecem suas diferenças sociais, culturais e comunicacionais, fazendo da despedida, uma promessa de voltar a guiar multidões!

RESSACA FRIENDS + FLOW

O que parecia nunca acontecer, finalmente começou ao Brasil: com o show do Flow, é possível que muitas bandas de renome do Japão venham para as terras tupiniquins fazer a alegria dos fãs e aproximar os laços entre o Brasil e a Terra do Sol Nacente.

Flow se despediu com uma foto épica!

Flow se despediu com uma foto épica!

Ainda há muito o que melhorar, principalmente em infra-estrutura. O local de realização do Ressaca Friends, apesar de perfeito para o formato do evento nesses 10 anos, não é o ideal para receber uma banda como o Flow, devido a baixa capacidade de acomodar os fãs junto ao palco.

Mesmo atraindo um público muito acima da média para o evento (com ingressos esgotados, inclusive), não foram poucos os fãs que não puderam curtir o show de encerramento do primeiro dia do evento.

Épico e eletrizante, o show do Flow foi o início de uma nova era para os shows de cantores japoneses no Brasil e o sinal cabal que a formatação dos eventos do Brasil, além do Anime Friends, precisam se adequar a essa nova era!

1º Anima Cult foi o primeiro evento de cultura pop japonesa de Várzea Paulista!

No dia 1º de dezembro foi realizado no Espaço Cidadania de Várzea Paulista a primeira edição do evento Anima Cult, o primeiro evento de cultura pop da cidade.

Apoiando o evento e a disseminação da cultura pop pelo interior de São Paulo, a Techniatto comandou o palco do evento, realizando os trabalhos de mestre de cerimônia, entrevistas com o dublador Luiz Nunes e a vencedora do World Cosplay Summit, Pandy e, é claro, com a presença de seus atores com os cosplays mais amados de crianças e adultos.

Parabéns a todos que participaram do evento, aos vencedores dos concursos e muitas energias positivas para as próximas edições do evento.

Confira abaixo, pelas lentes do canal Mundo Animado, como foi o evento:

RESENHA: Anime Friends 2013 – 10th Anniversary Edition

Para quem já havia ido a 10ª edição do Anime Friends em 2012 (leia a resenha aqui) só pode ter saído com uma sensação de lá: fizeram um super evento, com atrações incríveis mas numa estrutura que limou o público e prejudicou o evento. Para acabar com essa sensação, em 2013 a Yamato Eventos preparou o que se tornaria o maior evento multi-temático de todos os tempos: o Anime Friends 2013 10º Aniversary Edition!

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MULTIEVENTO

Carregar o título de maior evento multi-temático da América Latina por 10 anos não é para poucos. E o Anime Friends sempre honrou esse título, trazendo atrações ao longo desses anos todos que chamaram a atenção da mídia, arrancou gritos dos fãs e localizou o Anime Friends como o maior representante da cultura pop no país.

Visto o fiasco e os motivos de zombaria que o evento se tornou m 2012, uma nova (e verdadeira!) edição comemorativa foi formatada para a décima primeira edição do evento em 2013, a começar pelo local de realização. E o Campo de Marte não fez feio!

Com uma área capaz de acomodar muito bem as dezenas de milhares de visitantes do evento (em cerca de 360 caravanas vindas do Brasil e do exterior) em cada um de seus dias, o Campo de Marte possibilitou que o evento suportasse divesos palcos e bem dividisse todas as áreas temáticas que desde de 2010 não eram mais feitas.

Eyeshine é a banda do Rangr Preto de Mighty Morphin Power Rangers!

Eyeshine é a banda do Rangr Preto de Mighty Morphin Power Rangers!

Foram 6 áreas temáticas que reuniram dezenas de atrações em todos os 8 dias de evento. Enquanto a volta do SP GAME SHOW e do ASIAN FEST possibilitou reunir nichos de público voltados tanto para o entretenimento eletrônico quanto atrações orientais culturais que valorizam a origem do evento e destaca sua diversidade, foram a localização dentro do evento do JEDICON, o EIRPG e da COLECON que uniu dentro do Anime Friends três dos principais nichos nerds de grande força no Brasil, resultando num evento criativo e cheio de pequenos detalhes que engrandeciam os olhos dos fãs.

Mas nada causou tanto furor como a edição do BRASIL COMIC CON 2013! Em uma área temática que organizou muitas das principais editoras de quadrinhos do país, concursos de ilustração, palestras de profissionais nacionais e internacionais e exposição de fanzines, o sub-evento trouxe algo que há tempos faltava no evento: coletivas de imprensa com editores que anunciaram as principais novidades do mercado de quadrinhos brasileiros para os próximos meses.

Imagine a grata surpresa de sair do evento com o anúncio de Sailor Moon no Brasil logo após ter acompanhado uma palestra com Mike Deodato? As áreas temáticas trouxeram tanto conteúdo ao evento que em diversos momentos o fã ficava em dúvida do que fazer: assistir ao show da banda Wasabi no palco principal, participar da tarde de autógrafos do JAM Project, acompanhar a coletiva de Marcelo Del Greco ou a entrevista com os dubladores d’Os Cavaleiros do Zodíaco Ômega? Difícil decisão.

Akira Kushida cantou junto com a Família Lima!

Akira Kushida cantou junto com a Família Lima!

MÚSICA INTERNACIONAL

É no palco principal que as atrações mais quentes do Anime Friends se reunem e na edição de décimo aniversário, a quantidade de dias pssibilitou uma série atrações nacionais de peso para o mundo nerd e fora dele: André Matos, Detonator, Glória, Comitiva do Rock, Wasabi e diversas atrações que fizeram a cabeça da galera. Mas nada, dentro do evento foi comparável a quantidade e a qualidade dos shows internacionais que os cantores japoneses realizaram.

Graças ao Anime Friends e a enxurrada de eventos que ele trouxe junto consigo, o Brasil é segundo país que mais têm shows de animesong’s, perdendo apenas para o Japão. Sendo assim, a grande maioria dos nomes que construíram esse feito no país, voltaram em 2013 para shows inesquecíveis!

A primeira banda americana a se apresentar no Anime Friends, a Eyeshine, existe desde 2004, formada pelo ator, dublador e músico Johnny Yong Bosch, famoso por interpretar o segundo Power Ranger Preto na série Mighty Morphing Power Rangers, dando início a maratona de shows internacioanis logo no dia 12 de julho!

No sábado, dia 13, o destaque foi a apresentação que mais surpreendeu e mais tirou aplausos dos fãs: Akira Kushida, o cantor das músicas de Jaspion, Jiraya, Jiban e muitos outros realizou um show acústico todo especial ao lado de uma das maiores bandas de música clássica do mundo: a Família Lima!

Yumi Matsuzawa emocionou o público com Chikyuugi!

Yumi Matsuzawa emocionou o público com Chikyuugi!

Fãs da cultura pop mundial, eles prepararam um show especial para comemorar os 10 anos de Anime Friends e os 20 anos de Família Lima: foram tocadas as músicas do repertório de Akira Kushida com um diferencial: as performances foram todas acompanhadas com violino, guitarra, violão, baixo, teclado e violoncelo! Um toque clássico para as músicas que marcaram a infância de muita gente e que continua a fazer parte da vida de muitos!

No dia 14, chegou a vez de Nobuo Yamada, Yumi Matsuzawa e Shinishi Ishihara voltarem ao palco (eles se apresentaram no dia 13 também) mas agora junto com Akira Kushida e Takumi Tsutsui para fazer o espetáculo que marcou como diferencial do evento desde a sua primeira edição: o Super Friends Spirits!

Levando todos a loucura com Pegasus Fantasy, Nobuo Yamada se consolidou mais uma vez com seu show de carisma e gratidão ao público brasileiro. Com Chikyuugi, Yumi Matsuzawa encantou o público com sua graça e carinho. Shinichi Ishihara chegou com os temas de tokusatsus da velha e da nova guarda, mostrando que sua voz não envelhece. Akira Kushida fez os temas de Jiraiya e Jiban (este último acompanhado por um cosplayer idêntico ao robô azul original) uma explosão em palco. E por fim, Takumi Tsuitsui, o ator de Jiraiya, subiu ao palco para encerrar as apresentações junto com os quatro cantores japonese mais o cantor brasileiro Ricardo Cruz (membro da banda japonesa JAM Project) cantando o tema de abertura de Jaspion em homenagem ao grande cantor Ai Takano.

Todos pediram bis de Pegasus Fantasy para Nobuo Yamada!

Todos pediram bis de Pegasus Fantasy para Nobuo Yamada!

Uma curiosidade do fim do show é a escolha de tal música. Mesmo que sendo uma escolha interessante, a música que o público pediu desde qu começou o Encore do show, foi Pegasus Fantasy. Nem Kushida improvisando um “habatakeeee” impediu que a saída dos artistas fossem ao coro do público pedindo um bis da abertura d’Os Cavaleiros do Zodíaco que se tornou o hino da vida nerd no país. O público não teve o que pediu, mas Nobuo Yamada certamente saiu do palco com seu ego lá no alto.

Com o fim das atrações da primeira semana, o segundo fim de semana prometia ser ainda mais espetacular. Com JAM Peoject, Oreskaband e a segunda edição do Super Friends Spirits marcando para sempre o coração dos fãs.

No dia 20 de julho, a maior banda de animesongs chegou ao Anime Friends. O JAM Project (Japan Animationsongs Makers Project) é um grupo de cantores formado no Japão em 19 de julho de 2000 por Hironobu Kageyama, Eizo Sakamoto, Ichiru Mizuki, Rica Matsumoto e Masaaki Endoh com o intuito de reunir em uma só banda os maiores cantores de animesongs (temas de desenhos animados e seriados japoneses) em uma só banda em resposta as grandes gravadoras internacionais que começaram a utilizar animes e suas variantes para divulgar a música de seus cantores em temas que muitas vezes fugiam da temática da animação em questão.

JAM Project fez escola no Anime Friends!

JAM Project fez escola no Anime Friends!

A atual formação da banda é Hironobu Kageyama: cantor dos temas de abertura de Changeman, Dragon Ball Z, Os Cavaleiros do Zodiaco, Sonic X entre outros. É conhecido como o Príncipe dos Animesong’s e é o líder do JAM Project; Masaaki Endoh: cantor dos temas de Abaranger, Ecogainder, Street Fighter Victory, entre outros. É conhecido como o Leão dos Animesong’s; Hiroshi Kitadani: cantor dos temas de abertura de One Piece, Ryukendo, entre outros; Masami Okui: cantora dos temas de abertura de Slayers, Utena, Yu-Gi-Oh, entre outros. É colunista da revista Newtype, uma das mais populare publicações de animação no Japão; Yoshiki Fukuyama: Cantor dos temas de Macross 7, entre outros. Faz os arranjos em Heavy Metal do JAM Project e já foi o vocalista da banda Fire Bomber. Para se recuperar de um grave problema de saúde, o cantor não pode participar da Latin American Tour; Ricardo Cruz: Cantor dos temas de abertura brasileiro de Hunter X Hunter e Os Cavaleiros do Zodíaco Hades Inferno. Já foi o vocalista da banda Wasabi, redator da editora Conrad, tradutor de mangás e atualmente é o editor da revista musical Sax.

Com os sucessos Rescue Fire e Skill, a banda se consolidou como a mais querida dos fãs, em uma apresentação toda especial para o Anime Friends, onde criou uma verdadeira legião de fãs quando localizou no evento shows de suas duas turnês mundiais no evento em 2008 e 2012.

Oreskaband e seu som original!

Oreskaband e seu som original!

A maior surpresa do evento aconteceu no último domingo do evento quando, surpreendendo a todos a maior banda exclusivamente feminina do Japão realizou um show que marcou época no evento: formada por Ikasu, Tae-san, Leader, Saki, Moriko e Tomi, a Oreskaband abalou as estruturas dos corações dos fãs quando cantaram os temas de Fairy Tail, Bleach e Naruto, além de se tornarem um referencial de qualidade e dedicação, tamanha a variedade vocal e instrumental que todas as integrantes se dedicam durante o show.

E para finalizar o evento com chave de ouro, os cantores do JAM Project junto com a cantora Chihiro Yonekura (cantora dos temas de Gundam, Nadesico e Soul Hunter) subiram ao palco para interpretar os sucessos de suas carreiras solo, entre eles os temas de Changeman, Os Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball Z, Street Fighter Victory, Evangelion, Abaranger e One Piece!

O encerramento do evento não poderia ter sido formatado melhor, num verdadeiro enredo de evento especial de 10 anos: em agradecimento ao criador do evento e fundador da Yamato Eventos, Hironobu Kageyama chamou ao palco Eduardo Takashi Tikasawa que as lágrimas, acompanhou seus maiores ídolos o homenageando cantando do tema de abertura do anime que inspirou o nome da empresa: a canção Uchuu Senkan Yamato do anime Space Battleship Yamato.

O encerramento com o tema de Yamato foi a escolha perfeita!

O encerramento com o tema de Yamato foi a escolha perfeita!

O MAIOR EVENTO DE TODOS OS TEMPOS

E o que ficou do Anime Friends 2013 – 10th Anniversary Edition? Para os fãs a lembrança de um evento bem construído, pensado em cada detalhe para ser entregue uma experiência única para cada visitante. Para quem se apresentou, um evento grandioso, que mostra o potencial musical e cultural do Brasil em relação as tendências culturais mundiais. Para quem fez parte da sua realização, a sensação de um trabalho bem feito, que merece ser repetido por toda a eternidade. E para todos aqueles que ouviram a palavra Anime Friends em 2013, a certeza que este foi o melhor evento de todos os tempos!

Parada Cosplay no Parque do Corrupira marcou o Dia das Crianças de Jundiaí

Com o sucesso da Parada Cosplay na Feira da Amizade 2013, uma nova edição do desfile de heróis e vilões foi marcado em Jundiaí! Dessa vez, foi a vez do Parque do Corrupira ser invadida pelos maiores heróis do universo!

Para comemorar o Dia das Crianças numa festa que uniu a Prefeitura e diversas instituições da cidade, Homem-Aranha, Coringa, Mulher-Maravilha, Charada, Emília, Branca de Neve, Alice, Cinderela, Yuna, Tidus e os ilustres cavaleiros de ouro d’Os Cavaleiros do Zodíaco fizeram a festa da garota e encontraram diversos fãs de todas as idades!

Parada Cosplay Dia das crianças jundiaí 2013

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Parada Cosplay fez sucesso na Feira da Amizade 2013 em Jundiaí!

Realizada nos últimos dias 27, 28 e 29 de setembro e depois nos dias 04, 05 e 06 de outubro, a Feira da Amizade reuniu mais de 25 mil jundiaienses no Parque da Uva. Com áreas temáticas para crianças, jovens e adultos, amplo espaço gastronômico e muitas atrações musicais, o domingo ainda trouxe agradável surpresa aos visitantes: a Parada Cosplay.

Levando os heróis e vilões dos quadrinhos, cinema, TV, games, animes e mangás, a Parada Cosplay foi mais uma vez um grande sucesso, criando um ambiente cheio de alegria e nostalgia, além da eterna recordação do visitante estar frente a frente com seu super-herói favorito.

Abaixo as fotos que marcarão para sempre os sonhos de muitos adultos e crianças. Agradecimentos a David Ernando e Roger Willian.

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