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o blog do Davi Jr.

O Homem de Aço | Resenha Minuto #007

Olá super fãs de cultura pop.

Após muitas tentativas, acertos e erros da Warner em filmes da DC Comics, a mega produtora resolveu apostar num universo compartilhado em 2013, quando Zack Snider criou o Homem de Aço.

O filme tem um tom épico muito bem criado, Snider sabe dirigir e sabe marcar presença quando quer, o problema é a oscilação que o roteiro dá: em partes é muito forte e dramático, em outros é extremamente raso. Reflete muito bem o que um filme do Superman deve ser, mas peça na sua característica principial: ele ser a base de qualquer outro heroi.

Confira a análise em um minuto do filme abaixo e vamos começar a torcer por um Homem de Aço 2.

 

Superman – O Retorno | Resenha Minuto #006

Olá, fãs de cultura pop!

Lembram no início dos anos 2.000 quando filmes de super-herói fervilhavam no cinema pela primeira vez? Pois nessa época a Warner tentou voltar com os filmes da DC no cinema com Superman – O Retorno.

O filme teve um orçamento alto e uma estrutura de produção invejável a muitos filmes da Fox e Sony. Porém, houveram muitos problemas conceituais que não deram o resultado desejado.

Assistam abaixo o Resenha Minuto sobre a produção e entendam o que aconteceu.

Lanterna Verde | Resenha Minuto #005

Olá, fãs de cultura pop!

Ryan Reynolds não teve muita sorte quando entrou no universo do cinema nerd. Primeiro, em X-Men Origens: Wolverine, a Fox Film enfiou o ator num Deadpool que nada tem a ver nem com a sombra do personagem. Depois, antes do ator investir dinheiro do próprio bolso para bancar um filme decente do herói tagarela, entrou na pele de um Lanterna Verde que é sinônimo de filme mal feito até hoje.

Mas a culpa não foi do ator. Em todas as vezes que foi escalado para papeis de super-heróis, ele se dedicou ao máximo e fez um bom trabalho. Tanto em X-Men Origens como em Lanterna Verde, foi o mal constuído roteiro que não ajudou ator, heroi e obra.

Fique abaixo com minha análise em 1 minuto de Lanterna Verde e nesse link com a análise do filme em texto.

Até mais!

Mulher Gato | Resenha Minuto #004

O ano era 2004 quando o filme Mulher Gato estreou nos cinemas. O filme trazia Halle Barry como protagonista, uma boa escolha, visto que a atriz era uma das sensações do momento, uma das sex symbols do cinema dos anos 2.000.

Porém, essa não era bem a época para o filme passar, além de terem errado o tom, o enredo e a narrativa do filme. Fala sério, quem quer ver um filme da Mulher Gato sem ter o Batman na história?

O resultado? O filme foi um fracasso de crítica e público. Será que uma das melhores atrizes dos últimos tempos merecia ter feito o filme? Eu falo um pouco disso na minha resenha de 1 minuto do filme Mulher Gato. Acompanhem:

Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge | Resenha Minuto #003

Olá Bat-fãs da Cultura Pop!

Hoje, para concluir os textos da colunas sobre O Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan, trago minha resenha em vídeo do último filme de Batman de 2012. Se preferir, leia a resenha em texto aqui.

Não tão cheio de quebra de paradigmas como o seu antecessor (veja a resenha aqui), mas com um enredo que fecha super bem o terceiro ato do herói nos cinemas, o diretor deu um banho de como criar uma trilogia com arcos bem definidos, histórias com começo meio e fim e personagens que ficarão para sempre na história do cinema!

Batman – O Cavaleiro das Trevas | Resenha Minuto #002

Olá Bat-fãs da cultura pop!

Quando vi pela primeira vez Heath Ledger na pele do Coringa, lembro que a sensação foi de espanto, um pouco até de asco e desconfiança. Com o lançamento do primeiro trailer, o talento do ator foi se sobressaindo ao visual diferente quando comparado aos quadrinhos e logo após o filme, já era a figura do ator a personificação ideal que eu fazia do personagem.

Batman – O Cavaleiro das Trevas se tornou o meu filme favorito de super-herói graças ao trabalho deste grande ator!

No vídeo abaixo, faço minha resenha em 1 minuto (com cronômetro e tudo, vale a pena conferir). Se preferir, leia minha resenha em texto aqui.

Batman Begins | Resenha Minuto #001

Olá, bat-fãs de cultura pop! Trago para vocês o primeiro vídeo de um projeto que iniciei há pouco tempo. Se trata do Resenha Minuto, uma série de vídeos que analisam em apenas 1 minuto os mais diversos resultados que a mente humana é capaz de criar, como filmes, séries, games e animações.

Os vídeos estão sendo um desafio e ao mesmo tempo uma diversão, pois ao mesmo tempo que é difícil comprimir em 60 segundos tudo o que se quer dizer de algo, também é uma diversão falar sobre aquilo que mais gosto!

Como muita coisa em minha vida começou com uma história paralela do Batman (escola, vestibular e até casamento!) comecei com um empolgante vídeo sobre Batman Begins. Para quem prefere a análise em texto, vocês também podem conferir aqui. Mas este eu aviso que vai demorar um pouco mais que 1 minuto para ler.

Divirtam-se!

Comecei o canal Davi Junior no YouTube!

Olá pessoal!

Comecei no início do ano um canal no YouTube. Estou com ideias borbulhando e logo muitos programas diferentes vão surgir. Por enquanto, comecei com uma série de vídeos de análises críticas em 1 minuto.

Conforme os vídeos forem publicados, colocarei aqui também. Vejam abaixo o trailer do canal.

RESENHA: The Legend of Zelda – Majora’s Mask (N64, 3DS)

O tempo sempre foi um elemento recorrente nas mais diversas culturas, mitologias e entretenimentos. Tanto por sua definição intangível como por sua ideia mística, diversas mídias continuam a se utilizar dos seus conceitos como pano de fundo em produções grandiosas da literatura, cinema e TV, sendo no mundo dos games, The Legend of Zelda – Majora’s Mask o responsável por seu desenvolvimento mais prático e ao mesmo tempo mais profundo.

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CONTINUANDO O MAIOR JOGO DE TODOS OS TEMPOS

Apesar de Ocarina of Time (leia a resenha aqui) ter demorado cerca de 4 anos para ser concluído, sua continuação, Majoras Mask veio rápido ao mercado: em apenas 1 ano, os fãs de The Legend of Zelda já tinham em mãos a continuação de da saga de Link.

A rapidez se deu por dois motivos: primeiro pelo sucesso que o antecessor fez no Nintendo 64 (foram mais de 7 milhões de cópias vendidas em todo o mundo) segundo por que Majoras Mask se utilizou da mesma engine de Ocarina of Time e, por sugestão de Shigeru Miyamoto, sua linha narrativa foi toda passada em um mundo compacto, num espaço de tempo restrito e num sistema de jogabilidade nunca antes tentado na indústria dos games.

A história se passa três meses depois dos acontecimentos de Ocarina of Time: Link parte em busca da fada Navi, que desapareceu no final do jogo anterior. Durante o caminho, ele é atacado pelo misterioso Skull Kid, que utilizava a Máscara de Majora e era acompanhado por suas fadas, Tael e Tatl. Skull Kid rouba a Ocarina do Tempo e a égua de Link, Epona. Link o persegue até o buraco de uma árvore e acaba atravessando uma passagem dimensional que o leva para um outro mundo paralelo.

Esqueça Hyrule: em Majora's Mask, Link terá que salvar a cidade de Termina!

Esqueça Hyrule: em Majora’s Mask, Link terá que salvar a cidade de Termina!

Seguindo adiante, Link vai parar dentro da torre do relógio da cidade de Termina. Ele encontra um misterioso vendedor de máscaras que lhe pede ajuda para recuperar a Máscara de Majora. Caso a máscara não fosse recuperada, as consequências poderiam ser catastróficas. Link então descobre que com os poderes malignos da máscara, Skull Kid fez sua maior travessura: tirou a lua de sua órbita original. Caso nada seja feito, a lua colidirá com a Terra e o mundo acabará em 72 horas.

72 HORAS

Majora’s Mask permanece com a mesma estrutura básica de todos os The Legend of Zelda: explore o mundo, recolha itens e rupias, encontre as masmorras, derrote os chefes para conseguir os itens-chave até conseguir chegar no chefão final para vencer o jogo.

Assim como seus antecessores, os puzzles continuam criativos e desafiadores, mas desta vez, a influência do tempo e os truque que tem que ser usados com a Ocarina para superá-los chegam a níveis extraordinários.

Com o fator limitante de ter que zerar o jogo em 72 horas, toda vez que o contador de tempo chega a essa marca, os jogadores são obrigados a tocar a Ocarina e chegar no momento inicial da história, quando link chega em Termina, perdendo todos os itens (exceto os itens chave), rupias e interações criadas com outros personagens.

A galeria de personagens garante side story's e backgrounds emocionantes, e por vezes bem pesados, à história do jogo.

A galeria de personagens garante side story’s e backgrounds emocionantes, e por vezes bem pesados, à história do jogo.

Este loop de tempo, além de dificultar os puzzles, faz com que o gamer crie uma consciência de tempo e calcule como e quando realizar as tarefas que são impostas, muitas vezes sendo necessário refazer algumas passagens para conseguir o sucesso.

No 3DS, os cenários que já eram exuberantes, chegando aos níveis máximos do portátil. Mesmo que com um mundo compacto, o jogo é extremamente dinâmico pelas transformações que as máscaras proporcionam, sendo possível enxergar o mesmo cenário de diversas maneiras de acordo com o espírito que Link encarna, o que traz novidade mesmo nas vezes em que é necessário repetir as quests.

UMA MÁSCARA QUE TODOS DEVEM JOGAR

Com uma dinâmica singular e uma linha narrativa única, The Legend of Zelda – Majora’s Mask serve de inspiração para fãs da franquia e gamers de todos os gostos para ganhar seu lugar na história. Por mais que se escreva e escreva, o feeling que cria ao jogar o game é única e quase inexplicável, tamanha a identificação que a rica galeria de personagens que inspira às transformações de Link cria a cada back-story.

Skull Kid fez sua última travessura e marcou para sempre seu lugar no coração dos fãs. Tomare que a Nintendo de outra chance para ele num futuro game da franquia.

Skull Kid fez sua última travessura e marcou para sempre seu lugar no coração dos fãs. Tomare que a Nintendo de outra chance para ele num futuro game da franquia.

Mesmo sem Zelda e Ganondorf, o game possui uma variedade de personagens que cativam e geram identificação a cada novo quebra-cabeça a ser resolvido. As histórias paralelas criam um vínculo tão grande com o jogador que é impossível não se emocionar ou mesmo filosofar enquanto questões são postas como obstáculos.

O mais difícil dos games de The Legend of Zelda guarda um carisma único e um fator replay irresistível, fazendo de sua essência o equilíbrio perfeito entre desafio e diversão.

RESENHA: Anime Friends 2016

Cheio de energia, atrações incríveis e em um lugar que já tem o coração dos fãs, o Anime Friends 2016 chegou com força total, mostrando que a força da cultura pop japonesa é uma chama que jamais se extinguirá!

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SÓ O ANIME FRIENDS É O ANIME FRIENDS!

Desde 2013, quando foi escolhido pela primeira vez como sede do evento, o Campo de Marte ganhou o coração dos fãs: muito maior que a Faculdade Cantareira e muito melhor estruturado que o Mart Center, o local se mostrou a cada ano como a melhor das opções para a Yamatao Evento mesclar atrações tão variadas entre si.

Dividido em 3 áreas e 5 palcos de atrações, em muitos dias ficava dificil escolher onde ficar durante o evento.

A área do Brazil Comic Con teve empresas de grande porte, como a Bandai/Namco, trouxe autores, desenhistas e editoras brasileiras de grande teve como seus grandes destaques o ator do Ranger Vermelho Jason Faunt e o escritor americano Peter Milligan, destaque das editoras Marvel e DC.

Pensando no público mais jovens, o Web Pop Festival trouxe dezenas de youtubers que se apresentando no palco e com links ao vivo, realizando atrações, gincanas e brincadeiras com o público.

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Cosplayers que são a cara do evento!

Mas foi na área Anime Friends que conteve o melhor que o evento sempre teve por todos estes anos, como a área de estandes, as atrações internacionais e os painéis com dubladores e atores japoneses.

DESTAQUES DOS PALCOS

Se pudesse destacar tudo, ainda seria pouco. Neste ano, o clima do evento estava muito família. Sentia-se uma certa intimidade com as atrações, um carinho do público para com o evento como nunca antes havia-se sentido.

Possivelmente isto foi devido a escolha da Yamato em prestar diversas homenagens às séries que marcaram a história do Anime Friends, principalmente em especiais de dublagem e música, adicionando novidades ao mesmo tempo em que se trabalhou a nostalgia do público.

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A homenagem a Kouji Wada foi emocionante!

Durante os 6 dias de evento passaram pelo evento, 6 dubladores. No Especial Guerra Civil, Marco Ribeiro e Duda Spinoza fizeram a alegria dos #teamstark e #teamcaptains, numa apresentação histórica. No Especial Tartarugas Ninja, Andreas Avancini, Fred Marcarenhas, Renan Ribeiro e Wirley Contaifer subiram ao palco juntos, unindo, pela primeira vez no palco do Anime Friends, as vozes de Leonardo, Michelangelo, Donatello e Rafael. Por fim, Guilherme Briggs fez seu painél realizando o sonho de muitos fãs, imitando muitos de seus personagens e contando um pouco de sua história.

No Palco Fantasy, no dia 16, os fãs de tokusatsu tiveram a oportunidade de assistir às entrevistas de Takumi Tsutsui e Shouhei Kusaka. O primeiro, ator do heróis Jiraiya, já veio ao Brasil algumas vezes, mas sua presença é sempre uma alegria, visto seu carismo e o trato carinhoso que tem com os fãs. O segundo, ator de Jiban, veio pela primeira vez para o Brasil.

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Ricardo Cruz arrasou em todas as suas apresentações!

Com um a entrevista interessante, onde ambos os atores se mostraram ainda muito envolvidos no mundo do tokusatsu, inclusive contando curiosidades da época em que gravaram e como isto influenciou nos trabalhos de divulgação que fazem de suas respectivas séries em todo o mundo, a atração teve como ponto alto a presença de cosplayers no palco com os atores enquanto estes cantaram as músicas temas de suas séries, emocionando o público e trazendo o ar nostálgico dos anos 80 para o evento.

DESTAQUES DA ARENA FRIENDS

Chega às 18 horas, vai anoitecendo e todo o público começa a se dirigir para a Arena Friends, mega-palco montado no evento onde ocorrerá as maiores atrações do evento, encerrando cada um de seus dias com uma atração inesquecível.

No dia 9 de julho, o Super Friends Spirits Especial Dragon Ball Z trouxe pela primeira vez no Brasil os cantores Hiroki Takahashi, intérprete da música Makafushigi Adventure, primeira abertura de Dragon Ball e Yuuya Asaoka, intérprete da música Dan Dan Kokoro Hikareteku, abertura de Dragon Ball GT.

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A energia de Takayoshi Tanimoto contagiou o público!

Junto com Ricardo Cruz, cantor brasileiro membro da banda japonesa JAM Project, e Takayoshi Tanimoto, cantor japonês intéprete das músicas de abertura de Dragon Ball Kai, os quatro cantores fizeram a alegria dos fãs trazendo a energia e a empolgação de Goku e sua turma num ritmo alucinante de um show inédito, onde Ricardo Fábio, cantor brasileiro da abertura de Dragon Ball GT pode cantar a música Coração de Criança junto com Yuuya Asaoka.

No dia 10 de julho, foi a vez de Takayoshi Tanimoto e Ricardo Cruz subirem no palco junto com Ayumi Miyazaki para homenagear o cantor Kouji Wada, que falecera este ano, no Super Friends Spirits Especial Digimon. Com um video emocionante no início do show que tirou lágrimas dos olhos dos fãs dos monstros digitais, os temas de abertura e digi-evolução foram cantados um a um, encerrando com uma versão emocionante de Butterfly cantada pelos três cantores no palco e todo o público na platéia.

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Foi emocionante ver Larissa Tassi cantando a abertura da Manchete ao vivo!

No dia 17 de julho foi a vez da cantora Mai Hoshimura, pela primeira vez no Brasil, encantar o público no show de encerramento do evento com as canções de Bleach, D’Gray-Man e diversas canções de seu extenso repertório.

Mas o destaque total vai para o gigante show do dia 16 de julho. O Super Friends Spirits Especial Os Cavaleiros do Zodíaco foi realizado em duas partes, metade com os cantores brasileiros Ricardo Cruz, Larissa Tassi, Rodrigo Rossi e Edu Falaschi cantandos os temas em português das músicas que fizeram história na TV desde os anos 90 e metade com Yumi Matsuzawa e Nobuo Yamada cantando os sucesso em japonês da série, que completa 30 anos em 2016.

Se ouvir Rodrigo Rossi e Edu Falaschi juntos no palco já foi emocionante, o que dizer de Larissa Tassi cantando o tema de abertura do anime que a Manchete veiculava a mais de 20 anos ou dela cantando junto com Ricardo Cruz cantando a música Heroi do JAM Project totalmente em português?

Como se não bastasse, Larissa ainda subiu no palco com Yumi para cantarem juntas Chikyuugi e Edu Falaschi cantou Pegasus Fantasy junto com Nobuo Yamada. Depois de 3 horas de show e 7 versões de Pegasus Fantasy, milhares de fãs emocionados sairam do palco com o hino dos animesong’s do Brasil em mente e o coração vibrante pedindo por mais evento.

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Nobuo Yamada e Pegasus Fantasy: não há melhor maneira de encerrar um show do Anime Friends!

 

QUEREMOS MAIS

Assim como Os Cavaleiros do Zodíaco, o Anime Friends fez história no Brasil, fazendo com que os eventos de cultura pop no país sejam definidos antes e depois do Anime Friends.

Por mais que novos eventos venham, não há evento melhor que este que ocorre em julho. Com todo um espírito único e atrações que só se vêem nele, o Anime Friends ganha mais gás e energia a cada ano, conquistando os velhos guerreiros de longa data que tem o orgulho de ostentar 14 anos de evento e os visitantes de primeira viagem que não conseguem pensar em mais nada após o evento senão começar a contar os dias para o Anime Friends 2017!