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o blog do Davi Jr.

RESENHA: Os Cavaleiros do Zodíaco Ômega, as Novas 12 Casas

Ouro, prata e bronze. Exploradores, esportistas, poetas e quantos mais competidores e conquistadores se pensar se inspiraram nesses três metais para refletir as a manifestação de seus desejos e sua vitória. Como símbolo máximo da superação em Os Cavaleiros do Zodíaco, a série Ômega criou uma subida as Novas 12 Casas do Zodiaco, mostram que a diferença entre cada um dos metais, está no coração de cada cavaleiro.

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ABREM AS CORTINAS DE UMA NOVA BATALHA

O final do arco das Ruínas Antigas causou uma reviravolta em Os Cavaleiros do Zodíaco Ômega. Se no começo a série, ainda que criada em um universo distante do que poderia ser considerado uma continuação oficial da série, parecia resgatar a emoção que a série clássica com Seiya, Shiryu, Hyoga, Shun e Ikki causavam nos fãs, o desenvolvimento dos elementos da série sempre foram mal utilizados.

Mas com um final de arco que resgatou a essência da luta em favor e ao mesmo tempo muito chocante, a morte de Ária, a candidata à nova Atena de Marte, no arco anterior parecia que iria provocar uma extrema mudança de postura nos cinco cavaleiros de bronze protagonistas e também em Éden de Órion, que era apaixonado pela moça.

Somado a isso, os produtores tomaram uma decisão arriscada, porem previsível para a continuação da história. Com Marte de posse do báculo reconstruído de Atena, o pseudo-deus subiu ao alto das novas 12 Casas do Zodíaco, um caminho que o mesmo construiu até o seu templo indo da Terra até o ponto mais próximo do planeta Marte (!), fazendo com que Kouga e os outros subissem as moradas dos Cavaleiros de outro, tal qual a série clássica.

Kiki cria uma analogia com Mu de Áries ao apresentar as novas 12 Casas e o sétimo sentido.

Kiki cria uma analogia com Mu de Áries ao apresentar as novas 12 Casas e o sétimo sentido.

Se por um instante parecia estranho que Marte tivesse tido tempo de conseguir juntar uma equipe de 12 poderosos cavaleiros para montar a sua escolta máxima, a personalidade de cada um destes seria o que mais intrigava, visto que as possibilidades de haverem cavaleiros de ouro perversos, sempre foi uma relatividade da série, o que, aparentemente, não era o caso da postura de Marte.

O INÍCIO ELETRIZANTE: ÁRIES, TOURO, GÊMEOS E CÂNCER

A nova subida as 12 Casas pode ser divida em três momentos distintos: o início eletrizante, seu meado perdido e o fechamento inclusivo.

Motivados pelo desejo de justiça e vingança da morte de Ária, os cavaleiros de bronze tem uma reação orgulhosa ao se depararem com o desafio das 12 Casas impostas por Marte, realmente achando que podem subí-las e vencerem os seus 12 guardiões.

Quem assistiu aos arcos anteriores não poderia ter engolido isso, já que, diferente de Seiya e cia que tinham seus desenvolvimento muito claro a cada batalha, os protagonistas de Ômega sempre penaram muito para vencer até mesmo cavaleiros de prata sozinhos, sempre se utilizando de uma ajuda de fora ou da união de seus cosmos para vencer os inimigos, fazendo com que uma derrota fosse super previsível logo na primeira casa.

Harbinger de Touro é o quebra-ossos da história!

Harbinger de Touro é o quebra-ossos da história!

Felizmente, os produtores perceberam isso também e deixaram a primeira casa para servir de alerta ao jovens cavaleiros. Em uma alusão ao que fez Mu na série clássica, Kiki de Áries concertou as armaduras, explicou sobre o sétimos sentido e ainda ficou encarregado de segurar todo o panteão de outras classes de Marte na porta da Casa de Áries para que nenhum outro guerreiro atrapalhasse os cavaleiros de bronze em sua jornada.

A boa impressão causada por Kiki como Cavaleiros de Bronze, com uma postura de coragem, sabedoria e onisciência que seu mestre Mu tinha, foi a entrada que a saga precisava, fazendo da 2ª Casa um novo treinamento para as casas seguintes.

Amante do terror que suas vítimas passam ao terem seus ossos esmagados, Harbinger de Touro num primeiro momento se mostrou um cavaleiro cruel e mesquinho, mas sua aparência agressiva começou a despertar um novo ponto de vista do espectador a medida que suas atitudes curiosas no meio das batalhas começaram mais a testar os cavaleiros de bronze que matá-los, algo que logo no primeiro golpe Harbinger já mostrou que poderia ser capaz de fazê-lo.

Com a justificativa de querer brincar com o destino de cada um, Harbinger manda cada cavaleiro de bronze para a frente de cada uma das três casas do Zodíaco que viriam a seguir, ficando apenas batalhando com Kouga, o qual permite atravessar a casa quando percebe que seria muito mais vatajoso aguardar o cavaleiro despertar o sétimo sentido por completo para ter um prazer maior ao quebrar seus ossos.

Não se engane: Paradox de Gêmeos não é essa gracinha toda.

Não se engane: Paradox de Gêmeos não é essa gracinha toda.

Se Harbinger causou a curiosidade dos fãs, Gêmeos era a casa que mais causava apreensão, visto que seu representante da série clássica marcou para sempre como se encarar um cavaleiro de ouro.

Para a surpresa e a alegria geral, a batalha vista na Casa de Gêmeos foi a mais surpreendente e o que mais se aproximou dos combates de Seiya e cia.

Dona de uma personalidade oscilante e controversa, Paradox de Gêmeos é uma mulher que foi salva por Shiryu antes deste ter sido atingido pela maldição de Marte, o que a tornou uma fiel seguidora, fã e aspirante a amazona observando os movimentos de Shiryu o que a fez desenvolver todas as técnicas do discípulo do Mestre Ancião.

Em uma luta frenética e que surpreendia por cada movimento inusitado de Paradox, Ryuhou teve uma disputa de Cólera do Dragão vs. Cólera do Dragão que arrancou suspiros e alívios dos fãs. A qualidade de Paradox como amazona foi a prova cabal da qualidade que as personagens femininas tem em Ômega. Yuna, Pavlin, Ária, Sonia e agora Paradox: todas elas foram personagens acima da média para a série, merecendo serem criações canônes de Masami Kurumada.

E por falar na nova Amazona de Águia, que até então não mostrou o porquê de assumir a armadura de Marin, que era de prata, em uma vestimenta de bronze, Yuna foi a oponente de Schiller de Câncer.

A batalha em Câncer também foi no Yomotsu!

A batalha em Câncer também foi no Yomotsu!

Parece que a armadura de Câncer tem uma certa tendência a escolher psicotapas assissinos amalucados para ser seu representante. Com uma infância tão dura como Harbinger, Shciller teve que aprender a sobreviver após seus pais terem sido vítimas de uma guerra.

Tão interessante e entusiasmática quanto a luta contra Paradox, Yuna conseguiu mais uma vez se mostrar a personagem mais carismática e a lutadora mais talentosa dentro da nova trupe de cavaleiros de bronze defensores de Atena, sendo a primeira a conseguir vencer completamente o adversário de bronze.

Sua luta apenas não foi melhor porque Ryuhou resgatou vários elmentos da série clássica que Yuna não fez por não ter nenhuma ligação com o passado clássico.

MEADO PERDIDO: LEÃO, VIRGEM, LIBRA, ESCORPIÃO E AQUÁRIO

Uma das características marcantes da saga das 12 Casas clássica era a capacidade de cada uma das lutas centralizar todas as informações, embates e atenções para si, fazendo com que mesmo sequências de pouca repercussão geral, como a libertação de Hyoga do esquife de gelo na casa de Libra, se tornassem ponto chave para o desenvolvimento geral dentro do que acontecia única e exclusivamente dentro das 12 Casas.

Mycenas de Leão sempre gerou controvérsias por sua postura contrária a justiça representada por seu signo.

Mycenas de Leão sempre gerou controvérsias por sua postura contrária a justiça representada por seu signo.

Ômega parecia caminhar por um caminho parecido nos primeiros combates, porém, a falta de um contexto sólido em torno dos acontecimento das batalhas, fez com que o enredo principal fugisse das 12 Casas e estas se tornassem mero atrativo para fãs que gostam de vários sopapos entre personagens com armaduras.

O início de todo esse processo começa ainda na quinta casa, quando seu guardião Mycenas de Leão protagonizou a primeira sequência de acontecimentos fora de sua casa.

Se quando a sua rápida aparição no fim do arco inicial despertou dúvidas aos fãs, visto que uma das maiores características do Cavaleiro de Leão era uma justiça que o aliado de Marte não projetava com sua atitude combativa e irresponsável, a figura do personagem passou por uma transformação quando antes de iniciar sua luta contra Haruto e Souma, foi contado o seu passado como treinador de Éden de Órion e como seus ensinamentos incentivaram o cavaleiro a também mudar de postura.

Melhor amigo de Marte, Mycenas sempre acreditou nos ideais de amizade e justiça e sempre esteve ao lado do pseudo-deus quando este resolveu mudar o mundo. Porém, ao iniciar a Guerra dos Anos 2.000 contra Seiya e os outros, este ficou em dúvida das reais intenções do amigo, mesmo que decidindo continuar ao seu lado.

Gembu de Libra, Ionia de Capricónio e Fudou de Virgem: três pesos mortos na batalha das Novas 12 Casas.

Gembu de Libra, Ionia de Capricónio e Fudou de Virgem: três pesos mortos na batalha das Novas 12 Casas.

Conforme os anos se passaram, e vendo o exemplo de luta de Kouga e dos cavaleiros que escaparam do massacre de Palaestra, Mycenas passou a deixar de acreditar no que seus olhos viam para investigar Marte, deixando Haruto e Souma passarem por sua casa assim que estes mostraram para ele como podem trabalhar em equipe.

Motivado pelos valores de Mycenas, Éden decide entrar na batalha das 12 Casas a partir de Virgem, onde todos os cavaleiros de bronze estão perdidos numa luta contra Fudou de Virgem.

Se na Casa de Leão, a atenção simplesmente foi mudada de foco, na Casa de Virgem, uma das coisas mais bizarras ocorreu: em uma demonstração muito rala de seu grande poder, Fudou se mostra o atual cavaleiros mais próximo de deus. Com a chegada de Éden, ele deixa Kouga e os outros passarem pela casa, justificando que o pedido partira do filho de seu superior.

Por motivos infundados, egoístas ou sabe-se lá por que passava em sua cabeça, Éden decide enfrentar Fudou, que frustra todos os espectadores ao decidir sentar para meditar dizendo que não faz sentido lutar com quem ele quer proteger.

Se as duas casas anteriores ficaram mais focadas em acontecimentos que as fariam passar batido, Libra não seria diferente.

Esqueça o Pó de Diamante: Tokisada de Aquário controla o tempo!

Esqueça o Pó de Diamante: Tokisada de Aquário controla o tempo!

Odiado por todos a partir do momento que foi mostrado que sua origem conflitava com a série clássica, o ex-discípulo do Mestre Ancião e colega de treinamento de Shiryu, o atual cavaleiro de ouro Gembu de Libra mostrava ser o principal e mais marcante oponente de Ryuhou, que já mostrara uma show de protagonismo na luta contra Paradox.

Porém, mais uma vez as esperanças dos fãs foram frustradas quando ele se mostrou um aliado infiltrado que procurava informações de Marte para passar aos cavaleiros.

É nesse ponto que Medea, mãe de Éden e esposa de Marte, começa a ter uma participação mais ativa que uma simples comentarista das batalhas: com medo que os Cavaleiros atravessem as 12 Casas antes do tempo que Marte precisa para o cosmo da Terra ser sugado, ela decide destruir o caminho que liga Libra a Escorpião, obrigando Gembu a utilizar seu cosmo o resto da batalha para impedir que as 12 Casas sejam destruídas (novamente!).

Mas é ainda em Libra que acontece a primeira e mais frustrante Batalha de Mil Dias, aquela que dois cavaleiros de ouro se enfrentam. Tokisada de Aquário, rival de Haruto e ex-cavaleiro de prata de relógio, é promovido por Medea com a armadura de ouro e é mandado para a Casa de Libra impedir a passagem dos cavaleiros, mas é facilmente vencido por Gembu e logo depois disso, é morto por Haruto em uma batalha realizada em outra dimensão, visto que a armadura de Aquário foi amaldiçoada (!) com o controle do tempo!

Medea é a grande arquiteta dos planos de Marte!

Medea é a grande arquiteta dos planos de Marte!

Ou seja, mais uma vez, o que mais influenciou na história foi o que aconteceu na tangência das 12 Casas. Forçada ao extremo, os acontecimentos de Libra foram precisos para que uma ordem de “chefões” fosse criada nas últimas casas.

A luta em Escorpião poderia ter sido épica e o grande apogeu das 12 Casas, porém, as frustrações dos acontecimentos anteriores e a consciência que Souma ainda não tinha condições de protagonizar uma luta final com um cavaleiros de ouro acabou desmotivando a admiração da batalha.

Também promovida por Medea, Sonia de Escorpião, a ex-amazona de prata de Vespa e filha de Marte, enteada de Medea e meia-irmã de Éden, se tornou a representante da armadura da nona casa do zodíaco.

Dona de uma personalidade assombrosamente devota e submissa aos interesses do pai e da madrasta, Sonia sempre quis ser reconhecida pelo seu trabalho para ter a admiração e o carinho que seus responsáveis sempre deram a Éden.

A falta de inveja, comum em condições como a dela, e o desejo por sempre melhorar faziam da personagem uma das mais interessantes para um desenvolvimento psicológico a longo prazo, ainda mais após os flash-backs que mostraram o sofrimento da personagem ao matar o pai de Souma, Kazuma de Cruzeiro do Sul.

Talvéz pelo excesso de protagonistas ou pela falta de planejamento da série a longo prazo, os roteiristas decidiram matar a personagem em sua cega vontade de mostrar seu valor ao pai, logo após Souma despertar o seu sétimo sentido.

Poderiam ter aproveitado melhor o papel de Sonia na história.

Poderiam ter aproveitado melhor o papel de Sonia na história.

Mesmo que vilã, a personagem se tornou uma segunda mártir da batalha desmedida de Marte e voltou a chamar a atenção para o fim dessa Guerra sem sentido, ainda que, com sua morte, sua participação se tornou vazia ao se avaliar um plano geral e sem idealismo algum na série, que perdeu uma oportunidade de dar uma importante lição de paternidade a grande gama de espectadores da velha guarda da franquia.

FINAL INCLUSIVO

Capricórnio teria sido incluído na parte de meados perdidos se não fosse o fato das batalhas voltarem a ser o foco do enredo com sua participação.

Se Gembu se tornara uma decepção ao se mostrar aliado, Ionia de Capricórnio conseguiu superar qualquer decepção que a série poderia criar: até pior que Ichi de Hidra se voltando contra Atena no arco das Ruínas Antigas: o cavaleiro é um débil-mental devoto de Atena com uma ideia distorcida do que é ser um cavaleiro: fazer Atena parar de sofrer.

E qual a melhor maneira de fazer Saori Kido parar de sofrer? Matá-la e deixar Marte tomando conta do mundo que está um verdadeiro caos.

Deixando o Cavaleiro de lado, a luta valeu a pena por colocar Kouga cara-a-cara com seu cosmo das trevas que Atena havia ocultado ao adotá-lo. Ainda melhor: a batalha ressaltou a importância de Yuna de Águia como amiga do protagonista-mór, já que ela que impediu que ele se entregasse a força malígna.

O cosmo negro de Kouga desperta no fim das 12 Casas!

O cosmo negro de Kouga desperta no fim das 12 Casas!

Prova que Yuna é uma personagem tão interessante que deveria estar na série canônica é que apenas ela e Kouga passaram pela Casa de Sagitário e leram o antigo testamento de Aiolos: Aos valorosos cavaleiros que chegarem até aqui, eu lhes confio Atena. Além disso, é Yuna também que compra a briga na última das 12 Casas.

Amor de Peixes é a concepção ideal do que deveriam ser todos os cavaleiros de Ouro inimigos da série: sangue nos olhos, o irmão de Medea mata Mycenas de Leão quando este descobre que esta está manipulando Marte para que este ressuscite um antigo deus da Mitologia.

Além disso, O Cavaleiro que governa a fascinação e a orientação, como ele mesmo se define, ainda cria avatares dos Quatro Reis Celestiais que combateram junto com Marte na Guerra Santa dos Anos 2000 (Romulus, Diana, Bachus e Vulcanus) para dar conta de Kouga, Ryuhou, Souma e Haruto enquanto ele luta apaixonadamente contra Yuna. Com a audácia da amazona de Águia, ela consegue abrir uma brecha para que Kouga e Éden passem pela casa, abrindo caminho para o arco final, igualmente com o fim de Amor.

RUMO AO PLANETA MARTE!

A batalha final contra Marte e a conclusão da primeira saga de Os Cavaleiros do Zodíaco Ômega ficaram para um arco próprio, fazendo da Batalha das 12 Casas uma sequência de acontecimentos apenas para batalhas contra os cavaleiros de ouro.

Amor de Peixes sobreviveu a batalha das 12 Casas para concluir o plano de Medea no planeta Marte!

Amor de Peixes sobreviveu a batalha das 12 Casas para concluir o plano de Medea no planeta Marte!

Apesar de interessantes até certo ponto, os dourados de Ômega e o próprio arco, foram cheio de oscilações, desde a personalidade dos personagens, passando pelo objetivo geral da história e a própria motivação dos roteiristas, que por vezes, pareceram perdidos criando situações que, mesmo para um spin-off, fica difícil de se traduzir como algo que conta o futuro das batalhas de Seiya e os cavaleiros de bronze do século XX.

Se em certos pontos os protagonistas puderam se sobressair à falta de razão para sua existência dentro do universo de Os Cavaleiros do Zodíaco (como a batalha de Ryuhou contra Paradox ou do papel de Yuna dentro do desenvolver da batalha de Kouga contra Ionia), muitas das batalhas apenas cansaram suas imagens, como foi o caso de Haruto e suas meia batalhas contra Mycenas e Tokisada, onde mesmo tendo relações tão próximas deste último com seu passado, o contexto ficou amarrado em demonstrações de poder da enxurrada de shonens vazios que o mercado de animações ganha todos os dias.

Se aproveitando de um interesse de longa data dos fãs que sempre sonharam em ver uma nova subida às 12 Casas, tal arco da série Ômega conseguiu se sobressair em audiência, licenciamento e faturamento, algo cada vez mais corriqueiro na serie que cada vez mais parece querer entreter e repercutir, deixando os valores, as lições e, principalmente, os exemplos de amizade e perseverança que cada uma das batalhas contra um signo do Zodíaco deveriam ter.

O planeta Marte ainda prepara grandes revelações!

O planeta Marte ainda prepara grandes revelações!

3 Respostas para “RESENHA: Os Cavaleiros do Zodíaco Ômega, as Novas 12 Casas

  1. Felipe dezembro 8, 2013 às 10:28 pm

    Concordo em partes.

  2. Lownn agosto 3, 2015 às 12:00 pm

    q merda essa saga omega ai, preferiro o classico😡

  3. Victor Reis outubro 18, 2015 às 10:35 pm

    Valeu pela resenha, n tive saco pra assistir a série pq axei uma bota. Procurei um resumo, axei o seu e concluí que fiz bem, pois realmente parece uma bosta.
    Com isso só concluo que Japoneses são completos imbecis, por terem aclamado esse cocô de saga e cancelado Lost Canvas, que estava perfeito!

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