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RESENHA: Liga da Justiça – A Legião do Mal (Warner Premier)

E se a maior fraqueza do maior grupo de super-heróis da Terra fosse mostrado e utilizado contra eles? E se o único que pudesse dissolver a maior equipe de todas fosse um de seus mais queridos integrantes? Em Liga da Jusiça – A Legião do Mal, os heróis são expostos e sua inteligência corrompida.

Sucessos de crítica (nem sempre) e vendas, os filmes de super-heróis viraram uma verdadeira categoria no cinema, responsável por muitas das maiores arrecadações em bilheteria da história. Entre a produção de um filme e outro, a saída dos estúdios é produzir produtos mais baratos e facilmente comercializáveis, como filmes animados para home-video.

Em 2012, a Warner trouxe para os lares mais fanáticos por heróis coloridos sua terceira produção animada da Liga da Justiça. Herdando uma longa lista de boas produções do estúdio, que se especializou em mesclar a qualidade das historias em quadrinhos e os recursos dos desenhos animados, a produção mais uma vez foi um sucesso.

Baseada num arco escrito por Mark Waid chamado A Torre de Babel, Liga da Justiça – Legião do Mal mostra o que aconteceria com a Liga da Justiça se os seus representantes mais poderosos fossem vencidos com um minucioso plano da Legião do Mal, um grupo de super-vilões encabeçado por Vandal Savage.

A participação de Cyborg foi essencial para o desenrolar da trama.

Produzindo balas de kriptonita para matar o Superman, destruindo a vontade do Lanterna Verde Hall Jordan, impedindo Flash de desacelerar, fazendo a Mulher Maravilha lutar com outros membros por meio de alucinógenos e colocando fogo no Caçador de Marte (mais conhecido por AjaxJohn J’ons ou o Marciano no Brasil), Savage se vê no topo do mundo, tendo que lidar apenas com os heróis de menor poder para poder conquistar o mundo.

Com surpresas e vários tempos sendo contados ao mesmo tempo, o espectador descobre que todas as soluções que num primeiro momento parecem simples mas que aos poucos se mostram verdadeiras armadilhas muito bem articuladas para os heróis vieram de um documento roubado pela Liga do Mal da caverna do Batman.

Sim! Prevendo que algum dia alguma coisa pudesse sair do controle dentro da Liga da Justiça, Batman se adiantou e preparou diversas armadilhas para os heróis mais poderosos da equipe e agora se viu traído por si mesmo num ardiloso e trapaceiro plano dos inimigos.

Se aproveitando da proximidade com o lançamento de Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge, a Warner Premiere escolheu animar uma história que conta com a participação de Bane.

Com uma dublagem perfeita (tanto na versão americana quanto na brasileira, que se utilizou em sua maioria do elenco do desenho em série da Liga da Justiça), uma luta final sem tantas surpresas quanto a revelação de Batman e um diálogo final de cair o queixo, o filme se destaca pela boa participação do herói Cyborg (conhecido no Brasil pela sua participação em Jovens Titãs) no desenrolar do enredo.

Com uma história básica mas muito bem desenvolvida (melhor até mesmo que o filme d’A Morte de Superman) o filme é um item de coleção na vida de um fã e uma boa diversão numa tarde aleatória de um espectador comum.

A imagem da Liga da Justiça reunida sempre surpreende!

Uma resposta para “RESENHA: Liga da Justiça – A Legião do Mal (Warner Premier)

  1. alemdatorre outubro 21, 2016 às 11:43 am

    É uma das minhas animações preferidas da editora. Tanto ação, quanto roteiro estão sensacionais. Pena que no cinema ainda não consiguiram trabalhar direito nenhum dos dois quesitos

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