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o blog do Davi Jr.

RESENHA: The Legend of Zelda – Spirit Tracks (NDS)

Mais que um console, mais que um game, mais que um novo tipo de interação, os fãs de jogos eletrônicos anseiam por experiências unicas quando tiram um título da prateleira, aliando história e jogo. The Legend Of Zelda é uma franquia que sempre trouxe isso aos seus fãs, e Spirit Tracks era o título que faltava para o Nintendo DS se tornar um portátil completo.

O primeiro título lançado para Nintendo DS da franquia do lendário herói que salva a cidade de Hyrule e sua princesa das forças do mal foi The Legend Of Zelda – Phantom Hourglass em 2007. Apesar de ter sido um marco para o portátil (leia a resenha aqui), já que com ele trouxe diversas inovações de jogabilidade influenciando para sempre os jogos posteriores a ele, o título deixava alguns pontos a desejar.

Se passando logo após o game Wind Waker, Phantom Hourglass agia mais como um spin-off do título para GameCube, com um desenvolvimento que pouco influenciava o final da história para o contexto geral das viagens de Link e Tetra (Zelda) para encontrar uma terra para se tornar a nova Hyrule destruída m um dos finais de Ocarina Of Time.

Acostumados com títulos épicos, os fãs de The Legend Of Zelda pediram por mais até que receberam em 2009 o game Spirit Tracks, o título que não só prometeu, mas cumpriu a sua função: fazer do já lendário Nintendo DS portátil com uma lenda de Zelda ao seu nível.

O controle de trens foi um grande acerto do novo jogo!

Se passando 100 anos após o fim de Phantom Hourglass, o novo descendente de Link é um jovem maquinista que está prestes a receber seu diploma de formatura das mãos da princesa Zelda no castelo da nova cidade de Hyrule, erquida em uma terra de climas contrastantes entre si, mas rica em estradas de ferro que se interligam a Torre das Almas, uma construção erguida a séculos pelos deuses para aprisionar as forças do mal.

Porém, nem tudo é ouro no castelo da princesa Zelda, pois o Ministro Cole, corrompido pela inveja e a ganância, está prestes a desfazer o selo que aprisiona todo o poder contido na Torre e a hora ideal para isso é justamente durante a formatura de Link, que se torna o única capaz de trilhar as linhas férreas com o tren que a Mestra Anjean (ou Radiel), guardiã da Torre das Almas, lhe concebe para salvar Hyrule.

Com videos muitos extensoso até o início total do game, o que é raro nos títulos da Nintendo, Spirit Tracks inicia uma nova história canône, num universo conhecido pelos fãs que sempre acrescenta novos pontos, novas trilhas e principalmente muita diversão ao títulos da franquia The Legend of Zelda.

A utilização das duas telas foi ampliada, trazendo mais novidades e mais diversão.

A jogabilidade continua a mesma do seu predecessor do Nintendo DS, com a caneta Stillus e o microfone do aparelho o jogador executa todos os movimentos de Link, porém agora com muito mais precisão, desenvoltura e criatividade.

Para percorrer os mapas o jogo, os navios de Wind Waker e Phantom Hourglass foram substituídos por trens, que mesmo num primeiro momento possa parecer mais estático que os navios devido a ter de seguir as linhas férreas ao invés da liberdade de se traçar o caminho pelos mares, se torna uma experiência muito divertida pois, diferente dos predecessores, há sempre muita interatividade com o cenário, matando monstros, caçando coelhos (!), produrando itens e outras coisas mais.

Se no jogo anterior a segunda tela funcionava como algo funcional, em Spirit Tracks ela foi muito melhor utilizada, pois além de todas as marcações e anotações em mapas, muitos mapas e chefes de fase se utilizam lindamente das duas telas, uma vez que em muitos momentos do game, o jogador controla dois personagens: o próprio Link e o espírito da princesa Zelda dentro dos corpos dos espectros inimigos.

A gama de personagens enriquece o jogo e acrescenta elementos a história.

Com uma jogabilidade final empolgante com um vilão que une a jogabilidade dos trilhos e da stillus com perfeição, The Legend of Zelda Spirit Tracks não é apenas um dos carro-chefe para o Nintendo DS, mas um destaque para toda a franquia, criando conceitos e exacerbando devaneios dos fãs que ficam cada vez mais excitados por descobrir o que uma continuação da linha de portáteis pode trazer em novos títulos.

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