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o blog do Davi Jr.

Review: Todo Poderoso

Título original:Bruce Almighty
Gênero:Comédia
Duração:01 hs 34 min
Ano de lançamento:2003
Site oficial: http://www.brucealmighty.com/
Estúdio:Universal Pictures / Pit Bull Productions / Shady Acres Entertainment / Beverly Detroit / Interscope Communications / Partizan
Distribuidora:Universal Pictures / Buena Vista International / DreamWorks Distribution LLC
Direção: Tom Shadyac
Roteiro:Steve Koren, Mark O’Keefe e Steve Oedekerk
Produção:Michael Bostick, James D. Brubaker, Jim Carrey e Tom Shadyac
Música:John Debney
Fotografia:Dean Semler
Direção de arte:James Nedza
Figurino:Judy L. Ruskin
Edição:Scott Hill

Jim Carrey é Todo Poderoso por um dia

Todo Poderoso não é o filme mais engraçado de todos os tempos, mas sua mensagem final justifica seu sucesso.

O filme conta a história de Bruce Nolan (Jim Carrey) que após perder a disputa para ganhar o posto de âncora do principal telejornal da emissora de TV onde trabalha para seu rival em pleno ar, ser demitido, apanhar de skin-haeds após ajudar um mendigo e brigar com sua esposa (Jeniffer Aniston) tem um enconro um tanto quanto inusitado com  Deus (Morgan Freeman).

Devido as calúnias e blasfêmias que lançou ao Onipresente (que em sua primeira aparição surge como Zelador, eletricista e patrão ao mesmo tempo), este oferece um emprego irrecusável ao Bruce: ser Deus por um dia.

Morgan Freeman é Deus.

A partir daí, o ex-repórter se torna um humano onipotente, pregando peças em todos aqueles que o fizeram algum mal e se divertindo com sua mulher e todos aqueles que foram legais com ele.

Conforme o tempo vai passando, Bruce percebe a impotância e as responsabilidades do trabalho de Deus para o mundo e se arrepende de ter sido tão injusto com Ele quando se viu envolto por problemas pessoais.

Bruce e sua esposa (Jennifer Aniston)

Já sem poderes de Deus, Bruce começa a arrumar todos os problemas que arranjou como Todo-Poderoso e também os que precederam a esse tempo. É assim que ele finalmente entende as palavras do Onisciente: “Se você quer um milagre, então seja o milagre”.

Jim Carrey tem uma graça natural, acima até mesmo de suas performances mais carismáticas, mas faz tempo que o eterno Máscara não consegue um papel que explore todo o seu potencial e Todo Poderoso não é uma excessão.

O filme não exigiu uma alta performance por parte dos atores. Tanto o enredo quanto os personagens são simples, se Will Smith ou Adam Sandler tivessem feito o papel do protagonista, por exemplo, os resultados de bilheteria conseguidos graças a sua bela campanha publicitária seriam as mesmas.

A lição final do filme compensa o fraco roteiro...

O filme não prima pelo texto humorístico mas por levar valores como perseverança e fé até as pessoas de uma maneira leve e convidativa, características que faltam na maioria dos filmes humorísticos adultos dos últimos tempos, o que tem atraído tantos marmanjos a assistir desenhos animados no cinema nos últimos anos.

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