NEXT CONQUEROR

o blog do Davi Jr.

REVIEW: o box The Lost Canvas da FlashStar Filmes

Produto: Box “Os Cavaleiros do Zodíaco – The Lost Canvas – A Saga de Hades”
Faixa de preço da box: entre R$39,90 e R$69,90.
Faixa de preço dos DVD’s avulsos: entre R$19,90 R$24,90.

O Box contém três DVD's que trazem os 6 primeiros episódios da série.

Em 2009, a TMS Entertaiment, estúdio japnês de animação pertencente ao grupo SEGA, surpreendeu o mundo com o lançamento de “Saint Seiya – The Lost Canvas” em formato OVA (Original Video Animation) DVD e Blue-Ray. Baseado no mangá escrito e desenhado por Shiori Teshirogi publicado semanalmente na revista Shonen Champion, que por sua vez remonta a 200 anos antes da história original Saint Seiya, de Masami Kurumada, o OVA se destacou pela qualidade de som e imagem, nunca antes vista numa produção japonesa em série. Segundo a empresa, o prórprio formato OVA foi escolhido pela qualidade, diferente de um formato para TV, que exige uma agilidade maior na produção.

A história conta a históra de Tenma, o antigo cavaleiro de Pégaso da Guerra Santa anterior a contada em Saint Seiya, que ao lado de Sasha, a deusa Atena, e dos 12 cavaleiros de Ouro, tentam resgatar a alma de Alone, orfão, irmão de Sasha, que foi escolhido como hospedeiro de Hades, o governante do inferno, que pretende transformar a Terra no mundo dos mortos através do Lost Canvas, a pintura que seu hospedeiro vai pintar.

Mesmo antes do lançamento do anime no Japão, que ocorreu em 24/06/2009, a Focus/FlashStar Filmes surpreende o Brasil licenciando a série  programando seu lançamento nacional para o mesmo ano.

O licenciamento foi recebido com entusiasmo e ao mesmo tempo por descofiança por parte dos fãs. Mesmo o pioneirismo da empresa ser digno de aplausos para a empresa, as antigas coleções do mesmo segmento de público que a Focus Filmes já havia lançado apresentavam erros que poderiam ser cometidos novamente com Saint Seiya. Nenhum fã gostaria de iniciar uma coleção que pudesse ser interrompida (como aconteceu com as coleções FullMetal Alchemist, Hunter X Hunter, Viewtifull Joe e Super Campeões Road to 2002) ou que apresentasse uma qualidade de som e iamgem contestável (como aconteceu com o primeiro box da coleção Jiraya, o incrível Ninja).

Em compensação, a empresa também já havia mostrado que podia fazer um trabalho excelente (muitas vezes superando sua princiapal concerrente) quando queria, sendo a coleção O Fantástico Jaspion e Akira, duas das melhores coleções da lançadas no Brasil no segmento de anime e mangá.

A FlashStar filmes é um selo da Focus Filmes, que licenciou The Lost Canvas antes mesmo de sua estréia no Japão.

Em 9 de dezembro de 2009, a Focus finalmente lançou a coleção Os Cavaleiros do Zodíaco – The Lost Canvas – A Saga de Hades com o selo FlashStar Filmes, o mesmo selo que lançou os 4 filmes antigos da série clássica d’Os Cavaleiros do Zodíaco nos anos 90. E agora, quase três meses após o lançamento, publico um super review deste, que foi um dos lançamentos mais aguardados do ano passado.

A EMBALAGEM

Quem comprou o produto durante a pré-venda teve como primeiro contato a embalagem do box. O leiaute ficou muito bom, com a imagem do pôster oficial da TMS estampando a frente da embalagem e um pequeno resumo junto de screenshots (imagens retiradas dos episódios), algumas ilutrações e as embalagens das três caixas de DVD de dentro da box ilustrando o verso.

Nas lombadas laterais figuram Tenma de Pégaso, o protagonista da série, na lombada superior o logotipo nacional e na lombada de baixo todos o logotipos, código de barras e informações de produção do produto. Ainda na lombada inferior, nota-se um erro de português na classificação, que vêm escrito “Tema: desneho animado”.

Em toda a caixa, há detalhes envernizados, que valorizam ainda mais pontos referenciais da série e do produto, como o protagonista, o logotipo, e as embalagens internas.

Logo na frente do box, é possível ler o slogan adotado para a série no Brasil: “Quando a pintura cobrir todo o céu, o mundo chegaá ao seu fim“, slogan muito bem construído e adaptado a história contida nos box’s.

Algo que é padrão nos box’s da Focus/FlashStar, mas que a difere de sua principal concorrente, é o fato de seus box serem fechados, não tendo aquela abertura lateral apra a retirada dos discos. É necessário abrir a aba para retirar as caixinhas de DVD. Isso traz vantagens e desvantagens: é bom porque protege os DVD’s de poeira e outras coisas que lhes causem dano, mas é ruim, pois facilita a possibilidade de rasgar a caixa acidentalmente.

Há apenas dois pontos negativos que se notam logo no início: o logotipo adotado foi o mesmo utilizado na versão nacional do mangá homônimo publicado pela Editora JBC. Este, apesar de se assemelhar em muito ao logotipo da série clássica d’Os Cavaleiros do Zodíaco, é bem diferente do original japonês utilizado para o arco do The Lost Canvas, que se esperava ser apenas adaptado para o Brasil com os caracteres ocidentais.

Por fim, o material do qual a caixa do box é feita é muito mole, principalmente se comprada as caixas que a Playarte Pictures utilizou na coleção da série clássica dos defensores de Atena. Ela mal pára em pé se as caixas de DVD’s internos não estiverem dentro dela.

Abrindo o box, o fã vai estar frente a frente com as embalagens individuais de cada DVD. Aqui está o principal destaque do box: foram utilizadas as capas originais japonesas, sendo tanto a frente quanto o verso muito fiel a arte original, mudando apenas o logotipo, o texto (que obviamente está em português) e as informações de menu, da classificação etária e da própria Flashstar Filmes.

As capas utilizadas são as mesmas utilizadas no Japão.

Abrindo cada caixa, ainda há uma ilustração interna em cada capa, com destaque para a ilustração do terceiro DVD com Albáfica de Peixes e sua Rosa Sangrenta. Os labels (figura que estampa o disco) de cada DVD têm a mesma arte da capa, criando uma identificação visual muito própia.

Quem comprou o box na pré-venda ainda ganhou um brinde exclusivo: um card 3D com o Tenma, o Yato e a Yuzuriha e um pôster. O card merece destaque, muito bem produzido, com um efeito que só melhora a imagem. O pôster traz a imagem da capa de do box, uma ótima escolha, já que este é o pôster oficial da série no Japão também.

IMAGEM E SOM

Os menus criados pela FlashStar tem uma qualidade visual excelente, mostrando cenas dos episódios de cada DVD após mostrar o logotipo nacional e a imagem de capa do DVD ao som da música de abertura original japonesa. A navegação dos menus é feito na parte inferior da tela. Essas contém: “Iniciar filme“, “Episódios“, “Seleção de Idiomas” e “Trailers

Em todos os três DVD’s, a cada troca de tela, é mostrado Tenma na primeira vez que ele desteta o cosmo. São pequenos detalhes como esse que mostram a dedicação da FlashStar Filmes para que o box atingisse o máximo de qualidade possível.

O volume um é o único que possui um extra: o making-of da dublagem brasileira produzida pelos Estúdios Dubrasil. Todos os outros possuem apenas trailers de outros títulos da FlashStar, que nada têm a ver com animação japonesa.

O único erro da tela de menus, é que ao selecionar a opção “iniciar filme” após escolher o idioma e a legenda desejada, o DVD fica na opção “Stop” do aparelho. Assim, o único meio de se selecionar o odioma é manualmente com o controle remoto enquanto o episódio já está sendo exibido.

Quanto a qualidade de som e imagem dos episódios, a FlashStar Filmes caprichou, e o maior medo dos fãs virou a alegria de todos os que compraram o box, ao assistir a cada episódio, a impressão que se dá é que se está assistindo ao legítimo japonês. A qualidade do som e imagem estão excelentes, tanto se forem assitidos em TV’s convencionais quanto se forem assitidos em aparelhos FULLHD. É incrível assistir os episódios e imaginar que a animação já chegou a tal qualidade. E melhor ainda saber que o produto brasileiro traz essa qualidade com perfeição.

A qualidade de som e imagem são incríveis!

Só há uma diferença entre os DVD’s japoneses e brasileiros neste quesito. A TMS enviou para a Focus o material destinado a exibição ocidental, assim todas as legendas e créditos finais estão em inglês e os eyecatch’s foram retirados. Quanto as legendas, não vejo diferença se forem em japonês ou em inglês, na verdade até faz mais sentido coloca-las em inglês, já que este é um mercado ocidental e esse fato não comprometeu a qualidade de imagem. Já a falta dos eye-catch’s foi uma perda, já que os fãs de animação japonesa se acostumaram e passaram a gostar de detalhes como esse.

Marcelo Del Greco foi quem traduziu o texto do anime. Tanto o texto quanto as legendas, seguem fielmente o texto japonês, sendo este último um dos destaques ao se assistir em japonês com as legendas. O único ponto crítico das legendas é na hora de ler as canções, que estão sem sincronia com a letra cantada.

Para finalizar, só gostaria de fazer uma ressalva a ponto que passou despercebido pela FlashStar as produzir os DVD’s. Diferente do que já era de prache nos DVD’s da série clássica da Playarte, a TMS não disponibilizou o vídeo de abertura e de encerramento como extra, assim, o ideal fosse que desse para selecionar o video de abertura na seleção de cenas de cada disco. Porém, a única coisa que dá apra selecionar é o início de cada episódio, fazendo com que o fã tenha que avançar até o video de encerramento manualmente se quiser vê-lo de novo.

E ainda ressaltar os erros de português nos créditos finais de dublagem, que lém de errar a grafia do nome de dubladores e personagens, ainda errou o nome da versão brasileira do encerramento brasileiro, que foi escrito como “Santuário de Atena”, ao invés de “Laços de Flor”.

ABERTURA E ENCERRAMENTO

As músicas de abertura e encerramento ficaram a cargo de Rodrigo Rossi, vocalista da banda Thorn. O prórpio cantor cuidou da letra, adaptação, gravação e interpretação da abertura da série, que ganhou o nome em português de “Reino de Atena“. Já a intérprete da canção de encerramento, intitulada “Laços de Flor“, ficou a cargo de Melissa Mattos, back-vocal da banda Thorn.

Rodrigo Rossi, é fã da série de longa data, por isso pediu para a FlashStar, autorização para gravar também uma versão Full (música completa, ou seja, não só a versão com o corte do video de abertura). Uma vez autorizado, Rodrigo gravou tanto a versão de 1m30, destinada ao DVD, quanto a versão FULL, que foi disponibilizada gratuitamente pela internet.

Rodrigo Rossi é o vocalista da banda Thorn.

Tanto a abertura quanto o encerramento foram muito bem adaptadas. A sincronia de ambos os cantores é muito parecida com a dos cantores japonesas, sendo uma das canções de anime que mais mantém simetria com a versão original.

Desde “Pelo Mundo” interpretada por Larissa Tassi, os fãs de Saint Seiya no Brasil não viam algo tão bem adaptado.

DUBLAGEM

Outro grande medo dos fãs d’Os Cavaleiros do Zodíaco no Brasil sempre foi a qualidade da dublagem. A grande qualidade que os estúdios Álamo deram aos 114 primeiro episódios, na Fase Santuário da Saga de Hades e no Prólogo do Céu não foi repetida nas Fases Inferno e Elíseos da Saga de Hades pelos Estúdios DuBrasil, o qual também ficou responsável pela dublagem do The Lost Canvas.

Assim, Hermes Barolli e Zodja Pereira, diretores de dublagem dos episódios deste box, teriam de caprichar para não desagradar os fãs da série. E não foi diferente. A dublagem ficou tão boa, que não duvido nada que o trabalho vá abocanhar vários dos troféus do Prêmio Yamato de Dublagem de 2010 (o popularmente conhecido como “Oscar de Dublagem”).

A Dubrasil, que já havia feito trabalhos com Saint Seiya no Brasil, volta na dublagem de The Lost Canvas.

Confira a escalação do elenco:

Tradução – Marcelo Del Greco
Direção – Hermes Baroli e Zodja Pereira
Gravação de Áudio/Mixagem – Guilherme Borges
Narração – Gilberto Rocha Junior

CAVALEIROS DE BRONZE
Tenma de Pégaso – Charles Emmanuel
Yato de Unicórnio- Yuri Chesman

CAVALEIROS DE PRATA
Hakurei de Altar – João Ângelo
Cérbero – Afonso Amajones
Auriga – Hélio Vaccari
Sagitta – Yves Resende
Cão Maior – Roberto Leite
Hércules – Victor Hugo
Yuzuriha – Tatiane Kepleminter

CAVALEIROS DE OURO
Shion de Áries – Luiz Laffey
Dohko de Libra – Wellington Lima
Albafica de Peixes – Ricardo Schnetzer

ESPECTROS
Minos de Griffon – Ricardo Sawaya
Kagaho de Benu – Roberto Leite
Giganto de Ciclope – Antonio Moreno
Laimi de Verme – Leo Stefanini
Flégias de Lycaon – Wagner Torres
Markino de esqueleto – Alexandre Moraes
Fiodor de Mandrágora – Guilherme Marques
Niobe de Deep – Rodrigo Araújo
Chesire de Cat Sidhe – Tiaggo Guimarães

DEUSES
Sasha (Atena) – Luciana Baroli
Alone (Hades) – Silas Borges
Hypnos – Nestor Chiesse

OUTROS
Pandora – Miriam Ficher
Grande Mestre/Sage de Câncer – João Ângelo
Padre – Antonio Natal
Garotos e Órfãos – Fabio Campos, Laura Ronquini, Leticia dos Santos, Pedro Couto e Rodrigo Agathia – Letícia Celini
Pai de Agathia – Luiz Terribele
Atla – Tom de Souza
Moradores da Vila – Marcos Michelasso e Alexandre Moares
Outros personagens coadjuvantes – Fabio Campos, Leo Stefanini, Madson Britto, Roberto Leite, Rodrigo Dutra, Tiaggo Guimarães e Wagner Torres,Madson Britto, Wagner Torres, Antonio Natal, Fabiano Vasconcelos, Guilhermes Marques, Gustavo Chinarelli, Helio Santos, Victor Hugo e Rodrigo Domeni.
O estúdio decidiu por manter os dubladores dos personagens que aparecem tanto em Lost Canvas, como na série clássica e dar novas vozes para personagens que são pré-encarnações (no caso pessoas diferentes, mas como o mesmo destino estelar) dos personagens já conhecidos pelo público.

Ainda durante o período de escalação dos dubladores, a Dubrasil, junto com o site CavZodiaco.com.br, numa ação pioneira da dublagem brasileira, pôs e votação para o público escolher o dublador de três protagonistas da história, Tenma de Pégaso, Yato de Unicórnio e Yuzuriha de Grou.
Os vencedores foram Charles Emmanuel, Yuri Chesman e Tatiane Kepleminter, respectivamente, Tenma, Yato e Yuzuriha, os três foram merecedores da escolha do público e interpretaram os personagens de maneira excepcional.

Além dos três, Luciana Baroli e Silas Borges compõem os protagonistas da história, como Sasha (a deusa Atena) e Alone (o deus Hades). Os dubladores cumpriram bem seus papéis, Atena continuou com sua meiguice da versão japonesa e Alone, já como Hades, demonstra força e pavor. Ainda sobre Silas este ficou melhor como Hades possuído do que como Alone criança, já que este perdeu um pouco da inocência da versão japonesa.

A mídia deu muito destaque a participação do dublador Ricardo Schnetzer, que interpretou o Albáfica de Peixes. Ricardo é um dublador consagrado, tendo como destaque os trabalhos que fez como Tom Cruise, Richard Gere, Nicolas Cage e Al Pacino. Esse destaque foi merecedor, uma escalação audaciosa da Dubrasil que gerou resultados muito acima do esperado.

Welington Lima volta no papel de Dokho de Libra. Decisão acertada da Dubrasil.

E já que o assunto são os dourados, a Dubrasil está de parabéns por trazer Wellington Lima como Dokho de Libra. O desempenho do dublador mais uma vez mostrou ser digno da melhor voz que Dokho já teve. Luiz Laffey também caprichou como Shion de Áries, toda a imponência mostrada na Fase Santuário de Hades e no Prólogo do Céu continuam em The Lost Canvas.

Um fato curioso do video extra, é que Mirian Fisher diz que independente da aprovação dos fãs ela gostou de dublar Pandora mais uma vez. Gostaria que Mirian Fisher que não foi só ela que se divertiu fazendo a Pandora, os fãs aprovaram sua aprticipação mais uma vez. A atriz fez com excelência seu papel, despertando uma Pandora muito mais aterrorizante em The Lost Canvas.

A Dubrasil caprichou até em vozes dos personagens secundários. Agathia, a menina da rosa, foi interpretada por Letícia Celini. A atriz soube expressar muito bem a dor da garota no momento que a personagem acha que Albáfica morreu. Por isso merce uma salva de palmas pela atuação.

Ainda sobre a qualidade do elenco, valem ser destacados Ricardo Sawaya como Minos de Griffon e Nestor Chiesse como Hypnos, que fizeram como ninguém as vozes para qual foram escaladas. De agora em diante, será impossível esquecer as risadas sarcásticas de Minos e o ar de suspense de Hypnos.

A única interpretação que ficou estranha foi a de Roberto Leite, como Kagaho de Benu. O ator acabou exagerando no sentimento de ódio, o que acabou fazendo de Kagaho um pergsonagem um tanto quanto passional, movido pela raiva e o rancor, diferente do espectro frio demonstrado pelo dublador japonês.

Os parabéns finais ficam para o mixador de som das BG’s com as vozes brasileiras, que ficaram na altura ideal, e ao de ter adicionado os efeitos de eco nas vozes dos personagens quando necessário, efeito que faltou nas dublagens que os estúdio fez para as fases Inferno e Elíseos de Hades.

A dublagem da Dubrasil ficou uma verdadeira pintura.

Enfim, a Dubrasil merece todo o respeito por ter se superado na dublagem de Lost Canvas, competindo palmo a palmo como a dublagem do Prólogo do Céu como a melhor dublagem que Saint Seiya já teve no Brasil.

ENFIM, VALE A PENA COMPRAR?

A resposta é simples. Sim. O box Os Cavaleiros do Zodíaco – The Lost Canvas – A Saga de Hades, tem uma qualidade tão grande quanto o seu nome. É sem dúvida alguma um dos títulos do segmento de anime e mangá mais bem produzidos do mercado e vale a pena ser assitido, tanto por quem já é fã de Saint Seiya, quanto por quem está conhecendo a animação japonesa apenas agora. Comprar o box não é apenas ter a chance de conhecer um épico da animação em qualidade de som e imagem, é conhecer o trabalho de profissionais que se dedicaram para levar até o consumidor um item merecedor de sua aprovação.

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15 Respostas para “REVIEW: o box The Lost Canvas da FlashStar Filmes

  1. Vagner maio 23, 2010 às 11:24 pm

    Ótimo review!
    Parabéns!

  2. gb junho 25, 2010 às 1:01 pm

    boa dica, parabéns, vi no fórum a citação do review no link http://www.hardmob.com.br/showthread.php?t=422677

  3. Iacapuca junho 30, 2010 às 8:58 pm

    Gostei do Review,vi no fórum do hardmob tambem.

  4. Pingback: REVIEW: box The Lost Canvas da FlashStar Filmes volume 2 « NEXT CONQUEROR

  5. maycon novembro 19, 2010 às 2:35 pm

    muito legal…..

    Gostaria de saber se já tem previsão pra algun lançamento futuro dos cdz…

    • nextconqueror novembro 19, 2010 às 4:57 pm

      Sim. O 2º Box do The Lost Canvas já saiu em julho de 2010, completando a 1ª temporada de 1 episódios.

      Em março de 2011 a Playarte vai lançar “O Mito dos Cavaleiros Renegados”, um dvd duplo com um resumo da Saga de Hades-Santuário narrado pelos cavaleiros de ouro.

      Ainda sobre The Lost Canvas, a TMS vai lançar a segunda temporada (com mais 13 episódios) em fevereiro de 2011. Se a FlashStar/Focus Filmes optar lançar a segunda temporada em dois boxes, a tendência é que o primeiro box saia em setembro/outubro de 2011.

      ^^v

  6. Pathy novembro 19, 2010 às 7:17 pm

    ola,
    bom só keria saber qual é o ultimo box q saiu dos cavaleiros,
    to querendo dar um presente pro meu namorado e ele havia comentado
    que keria, mas não sei qual é!! =/
    alguem pode me dar uma mão?! =)

  7. pedro hgb novembro 26, 2010 às 12:37 am

    não acredito que a dublagem de the lost canvas não ficou com a álamo, a dublagem da álamo é impecável (perfeita), quando compara com a da Dubrasil (porcaria)

    • nextconqueror novembro 26, 2010 às 10:58 pm

      Concordo que a dublagem da Álamo é impecável. Temos bons exemplos para comprovar isso, Cavaleiros do Zodíaco (Clássico, Hades Santuário e Prólogo do Céu), Dragon Ball Z, FullMetal Alchemist, Hunter X Hunter, etc…

      Mas você já assistiu aos episódios do The Lost Canvas dublados? A DuBrasil caprichou! Também saiu impecável e mais que isso, muito original.

      ^^v

  8. Henri setembro 5, 2011 às 11:20 pm

    Parabens pela analise,
    irei comprar o meu sem duvidas.
    so espero que a segunda fase nao demore a sair

  9. rato agosto 14, 2013 às 1:15 am

    ei nexconqueror, saiu a segunda temporada de lost canvas, você vai fazer a resenha?

  10. rato agosto 14, 2013 às 1:16 am

    ei nextconqueror, saiu a segunda temporada de lost canvas, você vai fazer a resenha?

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